Como resolver briga por aluguel em uma fração do tempo e do custo, as oportunidades na bolsa de valores e o que mais agita o mercado hoje
Entenda como as câmaras de arbitragem podem resolver conflitos entre proprietários e inquilinos em uma fração do tempo e do custo e, de quebra, ainda deixar o aluguel mais barato

Receber aluguel de um imóvel é uma forma conhecida e comum de gerar renda passiva. Mas manter esse investimento não é tão passivo assim.
Encontrar um inquilino, receber o aluguel em dia e realizar as reformas estruturais são alguns dos desafios corriqueiros, mas os problemas podem ser bem maiores.
Um inquilino inadimplente que não quer deixar o imóvel ou que deixou grandes danos, que exigem consertos caros, são alguns dos exemplos. Todo mundo que tem um imóvel para renda tem uma história de terror para compartilhar.
E, para reaver o dinheiro, só na Justiça. Será? É mesmo necessário abrir uma ação?
Há uma maneira bem mais rápida e eficiente de chegar a um acordo entre as partes do que o caminho tradicional do Poder Judiciário. Estudos indicam que esse meio pode render economias de até R$ 3,2 bilhões aos donos de imóveis.
A repórter Dani Alvarenga explica qual é essa maneira, como esse caminho pode resolver a disputa em uma fração do tempo e, de quebra, deixar o custo do aluguel mais barato.
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Ainda dá tempo de comprar ações ou a bolsa ficou cara demais?
Entenda nesta matéria aqui.
A briga entre proprietário e inquilino não é a única dor de cabeça possível envolvendo imóveis. A Dani também escreveu esta matéria aqui, sobre as desavenças entre morador e síndico, e alerta que essa conta pode sobrar para todo o condomínio.
A bolsa ficou cara?
Se no começo de agosto os investidores de renda variável passaram por um sufoco na bolsa de valores, desde então a maré virou. O Ibovespa saltou rapidamente dos 165 mil pontos aos 188 mil pontos, com a entrada de capital estrangeiro.
Diante desse salto, ainda dá tempo de encontrar oportunidades na bolsa de valores? Ainda há ações que estão baratas, com um bom valor de entrada?
O colunista do Seu Dinheiro Ruy Hungria analisa os atuais múltiplos do principal índice da B3 e mostra o que costuma acontecer em momentos de estresse. Confira aqui.
Esquenta dos Mercados
A sexta-feira (11) começa com os mercados globais tentando encontrar um rumo após uma semana marcada pela pressão sobre petróleo, inflação e juros. As bolsas asiáticas fecharam em queda, ainda repercutindo a alta dos rendimentos de títulos soberanos e da commodity na véspera.
Na Europa, porém, o tom é mais leve pela manhã. A maioria dos índices opera no azul, acompanhando o alívio do petróleo nesta madrugada. O Brent, referência no mercado internacional, recua cerca de 3%, enquanto o WTI, referência no mercado norte-americano, também devolve parte dos ganhos — após os indicadores saltarem mais de 6% na sessão anterior.
Em Wall Street, os índices futuros de Nova York apontam para uma recuperação, com petróleo e Treasurys dando uma trégua.
Mas o alívio passará por um teste: o CPI de agosto, principal indicador de inflação ao consumidor dos EUA e a última grande leitura antes da reunião do Federal Reserve (Fed), em 15 e 16 de setembro. O dado, que será divulgado às 9h30, pode indicar se o banco central norte-americano terá argumentos para mexer nos juros.
Por aqui, o trade eleitoral continua ajudando a descolar a bolsa brasileira do mau humor externo. O destaque da agenda doméstica é o IPCA de agosto, índice de inflação oficial do país, que pode recalibrar as apostas para os próximos passos de política monetária do Banco Central.
Depois do fechamento, o mercado ainda acompanha o novo Datafolha sobre as intenções de voto nas eleições de outubro.
Outros destaques do Seu Dinheiro
VANTAGEM COMPETITIVA
‘Errar está muito mais barato’: o que pode fazer PMEs competirem de igual para igual com grandes empresas? No evento Fórum Empreendedor, do BTG Pactual Empresas, executivos explicam como pequenas e médias empresas podem se destacar no mercado.
IBOV MAIS COMPLETO
BDRs de Nubank, XP, Inter e JBS podem ganhar espaço no Ibovespa; saiba por que isso importa. A B3 vai permitir a entrada de BDRs de empresas brasileiras no principal índice da bolsa a partir de 2027. Entenda os impactos.
DO BRASIL PARA O MUNDO
Nubank estreia nos EUA, lança aposta para dinheiro sem fronteiras e testa se sua fórmula pode ganhar o mundo. Fintech começa a operar no mercado norte-americano e apresenta conta multimoedas voltada a clientes que vivem, trabalham ou movimentam dinheiro entre países. Entenda os planos do roxinho.
POTENCIAL
Smart Fit (SMFT3) vai além da abertura de academias: crescimento não atingiu o teto e Santander calcula potencial de 98% para a ação. Abertura de novas unidades não é o único motor de crescimento para a empresa, dizem analistas, que recomendam compra de SMFT3.
CARA OU COROA?
BB Seguridade (BBSE3) pode subir pouco, mas cair muito: o risco que fez o Citi recomendar a venda das ações. Banco norte-americano corta preço-alvo para R$ 35 e vê assimetria pouco favorável para BBSE3. Entenda o que está por trás do rebaixamento.
INSIGHTS ASSIMÉTRICOS
O CPI virou o voto de Minerva do Fed: o que o dado pode revelar sobre os próximos passos dos juros nos EUA?
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