A nova estratégia da XP Asset, o risco de o Brasil quebrar, o corte na Selic: o que afeta os mercados hoje
XP Asset ajusta a estratégia em meio a instabilidade global; entenda qual a nova visão da gestora em entrevista ao Seu Dinheiro

A estratégia mudou. Precisou mudar, já que os tempos são outros. Os juros estão mais altos — ainda que o Banco Central brasileiro tenha cortado a Selic, o Federal Reserve, nos EUA, aumentou — o cenário geopolítico continua instável e o mundo está em constante transformação.
Depois de um período em que os fundos de investimento multimercados ficaram para trás, os gestores estão reavaliando o que deu errado e qual a melhor forma de continuar trazendo retornos aos acionistas em meio a mercados tempestivos.
Seu Dinheiro já conversou com o CEO da Bradesco Asset, gestores do ASA e trouxe um amplo estudo da TAG Investimentos. Você pode achar essas matérias em nosso site, vale a leitura.
Agora, a repórter Camille Lima traz a visão da XP Asset. Bruno Marques, gestor de multimercado macro da gestora, traz as novas táticas da empresa para atravessar esse período de instabilidade e de rápidas mudanças em teses, na geopolítica e em cenários macro.
Confira nesta matéria aqui.
'Não existe crise fiscal no Brasil': Faria Lima exagera sobre risco fiscal? Felipe Salto, economista-chefe da Warren, responde
O Brasil está realmente à beira de uma crise fiscal? Para Felipe Salto, economista-chefe da Warren Investimentos, o risco de insolvência do país é praticamente zero — mas isso não significa que as contas públicas estejam em uma situação confortável.
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O desafio, segundo ele, é recuperar a trajetória fiscal e estabilizar a dívida pública.
No podcast Touros e Ursos, Vinícius Pinheiro e Julia Wiltgen recebem Salto para discutir o tamanho do risco fiscal brasileiro, a evolução da dívida pública e o que o próximo presidente terá de fazer para recuperar a credibilidade das contas públicas.
E tem também o tradicional quadro Touros e Ursos, com os destaques positivos e negativos dos mercados e da economia. No programa, entram na pauta o Supremo Tribunal Federal (STF), o petróleo, os BDRs e muito mais.
Veja o vídeo completo aqui.
Esquenta dos mercados
O Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA) subiu os juros norte-americanos pela primeira vez em três anos. A autarquia elevou a taxa em 0,25 ponto-base, passando para a faixa de 3,75% a 4%.
A decisão, anunciada ontem (16), veio acompanhada de um aviso amargo: o Fed pode voltar a subir os juros de novo antes de entrar em um ciclo de manutenção.
O recado mais duro da autarquia indica que a pressão inflacionária ainda preocupa os dirigentes do BC norte-americano em meio a um cenário geopolítico incerto por conta do conflito no Oriente Médio.
Embora ainda não tenha perspectivas de resolução da guerra entre EUA e Irã, os preços do petróleo voltam a recuar nesta manhã.
Na Ásia, será a vez do Banco do Japão (BoJ) de ficar sob os holofotes. A autarquia decide amanhã os rumos dos juros no país. Em meio às expectativas, as bolsas da região fecharam o pregão desta quinta-feira (17) sem direção única.
Os mercados europeus, por outro lado, amanhecem no azul. Por lá, as atenções se voltam para a decisão do Banco Central da Inglaterra (BoE) sobre a política monetária do Reino Unido.
Wall Street também recupera o fôlego, com os índices futuros de Nova York indicando um dia de ganhos na região. A agenda econômica dos EUA hoje inclui dados de pedidos de auxílio-desemprego e do setor imobiliário.
No Brasil, os investidores digerem a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) de cortar a Selic para 13,75% ao ano. Embora não tenha sinalizado os próximos passos, o mercado já coloca na conta a possibilidade de novas quedas dos juros.
Além disso, as eleições seguem no radar. Nesta manhã, uma nova rodada da pesquisa Atlas/Intel mostra Lula e Flávio Bolsonaro ainda empatados tecnicamente.
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INVESTIMENTO MAIS BARATO
Tesouro Direto e CDBs ficaram para trás: ‘ETFs são a melhor forma de investir em renda fixa’, defende sócio da Galapagos. Bruno Stein, da Galapagos, diz qual é o gatilho que pode fazer a indústria de ETFs chegar ao valor de R$ 1 trilhão até 2028.
NA BERLINDA
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QUEM ROUBA A CENA?
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CONSOLIDAÇÃO DA CARTEIRA
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