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Confira estratégias de investimento na montadora de luxo e entenda como as ações podem ser uma proteção interessante para sua carteira
"Não há erros no tango, querida, não é como a vida", disse o tenente-coronel Frank Slade. "É simples, e é isso que torna o tango tão bom".
Não há muitas coisas capazes de trazer alegria a um veterano de guerra que perdeu a visão. Dançar ao som de Carlos Gardel é uma delas.
A outra... bem, a outra é dirigir uma Ferrari vermelha em alta velocidade — ah, nada como os pequenos prazeres da vida, não é mesmo?
Mas nem todos são Al Pacino, infelizmente: eu mesmo tenho dois pés esquerdos e nunca cheguei perto de um carro esportivo italiano. Dito isso, você não precisa ficar ranzinza como o personagem de Perfume de Mulher.
Afinal, quem não tem uma Ferrari na garagem, pode pelo menos ter ações da montadora na carteira — na bolsa, elas foram de 0 a 100 num tempo incrivelmente curto.
E não é difícil entender os porquês: mais que uma empresa, a Ferrari é um símbolo de luxo e exclusividade; seu brasão confere um status diferenciado a quem o ostenta.
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Dirigir uma Ferrari é ter uma experiência, e o coronel Slade sabe bem disso — assim como o Richard Camargo, colunista do Seu Dinheiro.
No texto desta quinta-feira, o Richard conta um pouco mais sobre a estratégia de investimento na companhia — e como suas ações são uma proteção interessante em tempos de tango argentino nos mercados de ações.
Se você não quiser que a sua carteira entre numa dança melancólica, é só clicar aqui para ler a coluna. Os investimentos não são como o tango — aqui, há erros aos montes.
Este artigo foi publicado primeiramente no "Seu Dinheiro na sua manhã". Para receber esse conteúdo no seu e-mail, cadastre-se gratuitamente neste link.
ESQUENTA DOS MERCADOS
Bolsas internacionais caem mais de 2% antes da inflação dos EUA; Ibovespa acompanha disputas políticas da PEC dos Combustíveis. No panorama doméstico, os investidores ainda aguardam a divulgação do RTI e da Pnad Contínua.
CONTROLE DE DANOS
Pedro Guimarães entrega carta de demissão e rebate acusações de assédio. Ele deixa o cargo de presidente da Caixa Econômica Federal em meio a uma investigação do Ministério Público Federal após múltiplas denúncias de funcionárias. Veja quem o sucederá.
CRIPTOMOEDAS HOJE
Bitcoin (BTC) perde o piso de US$ 20.000 e caminha para a maior queda trimestral desde 2011. A falta de liquidez gerou um aumento da volatilidade no mercado, após a crise da plataforma Celsius e do calote fundo 3AR — e a história está longe de acabar.
FRUTOS DO CASAMENTO
Localiza (RENT3) e Unidas (LCAM3) apresentam relação de troca final de ações; veja quanto os acionistas receberão. Mais cedo, a Superintendência-Geral do Cade aprovou a venda de parte da frota da Unidas para o Grupo Brookfield, dono da locadora Ouro Verde.
O SOL HÁ DE BRILHAR MAIS UMA VEZ
Cemig (CMIG4) amplia presença em energia solar em negócio milionário. A transação envolve três usinas fotovoltaicas e reforça a estratégia da companhia de crescimento sustentável no mercado de geração distribuída.
NOVA AQUISIÇÃO
Ambipar (AMBP3) volta às compras e adquire a Bioenv, que desenvolve projetos de monitoramento do meio ambiente. Como a operação foi feita por meio da controlada Ambipar Response ES S.A., não precisará ser aprovada pelos acionistas da empresa mãe.
CARREIRA C-LEVEL
Desigualdade no mercado: Mulheres ainda são minoria em cargos de alta liderança. Painel do Young Women Summit, organizado pela Fin4She, discute a importância das mulheres em posições de autoridade em grandes empresas.
VIVER DE RENDA
Cansado dos fundos imobiliários? Fundos de renda fixa negociados em bolsa também pagam renda mensal e são ‘ainda mais’ isentos de IR. Os FI-Infra, fundos de debêntures incentivadas listados em bolsa, são alternativas interessantes para quem busca investimentos de longo prazo para gerar renda.
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