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No início da pandemia, acreditava-se que o setor de tecnologia avançaria 5 anos em 5 meses, mas logo as expectativas foram frustradas
Napoleão Bonaparte era o chefão da coisa toda na Europa no início do século XIX. Em 1806, disposto a dominar cada centímetro quadrado de solo europeu, o imperador francês impôs o Bloqueio Continental.
Pela medida, todos os reinos europeus estavam proibidos de manter relações comerciais com a Inglaterra.
Caso alguém se recusasse a cumprir o bloqueio, a solução era “simples”: Napoleão invadia o país com seu exército, estabelecia um governo tampão e fazia cumprir a medida. Tudo tão antigo e ao mesmo tempo tão atual.
Mas um certo Dom João VI achou que podia driblar o bloqueio. Enquanto ganhava tempo com a França, o rei de Portugal selou um acordo por baixo dos panos com a Inglaterra por meio do qual manteria os portos de sua maior colônia, o Brasil, abertos aos navios ingleses.
Simultaneamente, arquitetou-se a imigração de toda a corte portuguesa para o Brasil, ocorrida em 1808 e sem paralelo na história moderna.
Em meio à debandada da corte portuguesa, coube ao general Junot, braço-direito de Napoleão, liderar a invasão do país ibérico. Uma das primeiras cidades no caminho de Junot era Abrantes.
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Foi em meio a essa sucessão de eventos históricos que surgiu a expressão que dá título a esta newsletter.
A forma relativamente tranquila com que Junot, nomeado duque de Abrantes, impôs seu controle sobre um país desgovernado aguçou o peculiar humor português. A quem perguntasse como iam as coisas, respondia-se: “Tudo como dantes no quartel de Abrantes”.
Se nada tivesse mudado, claro.
Pouco mais de 200 anos depois, a expressão ainda comunica. Vejamos o caso das empresas de tecnologia. Quando a pandemia começou, muita gente acreditou que o setor avançaria 5 anos em 5 meses.
Uma dessas pessoas foi nosso colunista Richard Camargo. Na Estrada do Futuro de hoje, ele explica como e por que diversas empresas de tecnologia, principalmente as de comércio eletrônico, frustraram essa expectativa.
Para elas, passados pouco mais de dois anos depois do início da pandemia, é como se estivesse tudo como dantes no quartel de Abrantes.
Este artigo foi publicado primeiramente no "Seu Dinheiro na sua manhã". Para receber esse conteúdo no seu e-mail, cadastre-se gratuitamente neste link.
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