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Entre os fundos imobiliários, existem basicamente duas estratégias: a dos FIIs de papel e a dos FIIs de tijolo. Veja por que ter os dois tipos de fundos na carteira
A pedra quebra a tesoura, a tesoura corta o papel e o papel embrulha a pedra. Você provavelmente conhece o tradicional jogo da Pedra, Papel e Tesoura — ou Joquempô, para os íntimos.
Pois na série de TV The Big Bang Theory, o personagem Sheldon Cooper apresentou uma versão nerd da brincadeira com dois itens extras: Lagarto e Spock, o que aumenta o número de combinações possíveis no jogo de três para dez.
(A título de curiosidade, Spock derrete a tesoura e vaporiza a pedra, mas é envenenado pelo lagarto e refutado pelo papel.)
Se atuasse no mercado financeiro, Sheldon poderia se divertir — e quem sabe ganhar dinheiro — com outra modalidade de “joquempô”.
Entre os fundos imobiliários, existem basicamente duas estratégias: a dos FIIs de papel, que investem em títulos de crédito ligados ao setor, e a dos FIIs de tijolo, que são donos de imóveis como galpões logísticos e lajes corporativas.
As regras do joquempô dos fundos variam conforme as condições de mercado. Em tempos de alta dos juros, o papel tem embrulhado o tijolo em rentabilidade e dividendos, mas o tijolo agora tem um potencial de valorização maior.
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A boa notícia é que você não precisa escolher apenas um deles. Os analistas acreditam inclusive que chegou a hora de ter os dois tipos de FII na carteira.
Na nossa seleção dos FIIs mais recomendados pelas corretoras para junho, houve um empate entre um fundo de papel e outro de tijolo. Conheça os campeões do mês na reportagem especial da Larissa Vitória.
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ESQUENTA DOS MERCADOS
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(AINDA) SEM INTERFERÊNCIA
Câmara aprova projeto para tornar mais clara a política de preços da Petrobras (PETR4). Trecho que abria caminho para possível interferência na forma como a estatal define os preços dos combustíveis acabou retirado pelo relator.
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A CRISE VEM AÍ
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