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Os investidores mantêm a cautela da semana passada com a reunião de política monetária do Federal Reserve. Analistas acreditam que o Fed fará a terceira elevação seguida na taxa básica de juro nos EUA
Sempre que uma Super Quarta se aproxima, a reação dos participantes dos mercados financeiros é a mesma. Os investidores se revestem de camadas adicionais de cautela à espera da próxima ação dos banqueiros centrais e os ativos de risco reagem em queda.
Além disso, a ausência de negócios na City Londrina afeta a liquidez na manhã desta segunda-feira. A bolsa de valores de Londres está fechada hoje como parte da operação que envolve os funerais da rainha Elizabeth II.
E enquanto os britânicos despedem-se da monarca, os mercados de ações da Europa recuam e os índices futuros de Nova York sinalizam abertura em queda.
Os investidores mantêm a cautela observada desde a semana passada com a reunião de política monetária do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano).
Analistas acreditam que os diretores do Fed se decidirão pela terceira elevação seguida de 75 pontos-base na taxa básica de juro nos Estados Unidos.
Além do impacto negativo da elevação dos juros sobre o desempenho dos ativos de risco, os participantes do mercado temem que o aperto monetário passe da conta e lance a economia norte-americana em recessão.
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O resultado da reunião será conhecido às 15h de quarta-feira apenas. Com isso, a expectativa é de que o tom de cautela continue predominando até lá.
Também na quarta-feira, mas depois do fechamento do mercado por aqui, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) anuncia sua decisão de juro.
E se até alguns dias atrás, os analistas pareciam ter certeza do fim do aperto monetária por aqui, a janela está aberta para uma alta residual de 25 pontos-base.
Quem jogou água no chope dos investidores foi o presidente do BC, Roberto Campos Neto. Segundo ele, a batalha contra o dragão da inflação ainda não acabou.
Os investidores também estão de olho no cenário eleitoral. A duas semanas das eleições, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a abrir vantagem sobre Bolsonaro (PL), desta vez na pesquisa BTG/FSB.
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