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Veja tudo o que movimentou os mercados nesta quinta-feira, incluindo os principais destaques do noticiário corporativo
A primeira lei de Newton diz que um objeto em repouso ou movimento retilíneo uniforme tende a permanecer assim se o resultado de todas as forças exercidas sobre ele for nulo. Quem acompanhou o Ibovespa nesta quinta-feira (22) pôde ver como a lei da inércia também funciona no mercado financeiro.
O principal índice acionário da bolsa brasileira foi puxado em várias direções ao longo do pregão. As forças em atuação se equilibraram ao longo do dia — e, com isso, a cotação do Ibovespa rondou a estabilidade.
Por várias vezes, no entanto, alguma delas se destacava e forçava o índice a escolher o campo positivo ou negativo, invertendo completamente o sinal e mudando a direção da sessão.
Uma das principais influências ao longo do dia foi o desempenho das bolsas de Nova York. Por lá, os índices foram derrubados pela divulgação da leitura final do Produto Interno Bruto (PIB) norte-americano.
Entre julho e setembro, os EUA cresceram 3,2% em termos anualizados — acima das previsões e da leitura anterior. A força da economia assustou o mercado, que interpretou o dado como um sinal de que o Federal Reserve pode continuar elevando a taxa de juros sem causar grandes estragos.
Por aqui, duas forças disputaram para ver quem conduziria o Ibovespa: as cotações do petróleo — que recuaram no mercado internacional e atrapalharam as ações ligadas à commodity — e o presidente eleito e diplomado Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
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O petista anunciou os nomes dos líderes de 16 ministérios e ajudou a diminuir as incertezas sobre o futuro governo — embora ainda restem 13 vagas que estão sendo negociadas com os aliados de Lula. O próximo chefe da Fazenda, Fernando Haddad, também revelou novos integrantes de sua equipe.
O resultado dessa batalha de influências mostrou que Newton não era um gênio apenas da física, mas também das finanças: as forças positivas superaram por pouco as negativas e o Ibovespa fechou em leve alta de 0,11%, aos 107.551 pontos.
Os estímulos sobre o câmbio também foram aplicados, em sua maioria, para baixo. O dólar à vista recuou 0,33% hoje, cotado em R$ 5,1858.
Veja tudo o que movimentou os mercados nesta quinta-feira, incluindo os principais destaques do noticiário corporativo e as ações com o melhor e o pior desempenho do Ibovespa.
LIVRE DAS GRADES?
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PROJEÇÕES PARA 2023
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PARA FICAR DE OLHO
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SINAL VERDE PARA O ROXINHO
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