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Queda do dólar pode afetar a WEG, mas expansão da energia solar no Brasil e mercado internacional se mostram favoráveis à empresa, segundo os analistas
A ação da multinacional catarinense WEG (WEGE3), destaque da bolsa nos últimos anos, segue atrativa mesmo que não seja hoje uma barganha. Ao menos é o que acreditam os analistas da XP, que atualizaram as projeções para a companhia.
Os bons resultados no quarto trimestre de 2021 e a estimativa de aumento na casa dos dígitos para os lucros estimados de 2022 e 2023 reforçam a expectativa.
A XP reiterou a recomendação de compra para os papéis, mas reduziu o preço-alvo de R$ 50 para R$ 45. Ainda assim, o valor representa um potencial de alta de quase 40% em relação às cotações atuais.
No pregão desta quarta-feira, as ações da WEG (WEGE3) eram negociadas em alta de 0,03% por volta das 13h30. Leia também nossa cobertura completa de mercados.
Um dos fatores que impulsiona a gigante catarinense no curto prazo é a expectativa de expansão da geração distribuída solar no Brasil, um dos principais negócios da WEG.
Um novo marco regulatório aprovado em janeiro deste ano beneficiará novas instalações feitas até janeiro de 2023, com subsídios fiscais até 2045.
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Os fortes números de indicações de carteira de pedidos dos concorrentes internacionais, como a ABB e Siemens Energy, também podem indicar uma boa safra de demanda para os produtos na área de motorização e eletrificação da WEG, de acordo com a XP.
No médio prazo, os analistas esperam que os altos preços das commodities, potencialmente promovendo expansões de capacidade para projetos de petróleo e gás e mineração, reforcem o posicionamento da WEG no segmento de eletroeletrônicos industriais.
O aumento da presença internacional amplia a receita em dólar da WEG. Mas em momentos de valorização do real como o atual, a empresa acaba sofrendo.
Para a XP, o câmbio valorizado poderá afetar negativamente o faturamento e nível de retorno aos investidores da WEG. Ainda assim, a empresa deve manter um bom índice de ROIC (Retorno ao Capital Investido, em português), na visão dos analistas.
Embora esteja atrativa para compra, a ação da WEG não está entre as mais baratas da B3. Nos cálculos da XP, os papéis negociam hoje com uma relação entre preço e lucro de 35 vezes, contra uma média histórica de 31 vezes.
Mas para os analistas essa avaliação faz sentido diante da expectativa de crescimento e dos altos níveis de retorno sustentáveis da companhia.
O montante considera o período de janeiro até a primeira semana de março e é quase o dobro do observado em 2025, quando os gringos injetaram R$ 25,5 bilhões na B3
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