🔴 TOUROS E URSOS: PETRÓLEO EM DISPUTA: VENEZUELA, IRÃ E OS RISCOS PARA A PETROBRAS – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Jasmine Olga

Jasmine Olga

É repórter do Seu Dinheiro. Formada em jornalismo pela Universidade de São Paulo (ECA-USP), já passou pelo Centro de Cidadania Fiscal (CCiF) e o setor de comunicação da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo

HORA DA VIRADA?

Saindo do fundo do poço? Stone (STOC31) apresenta balanço fraco, mas ações chegam a subir 40% com a confiança de que 2022 será muito melhor

Embora os números do quarto trimestre tenham vindo fracos, as perspectivas positivas embalam as ações da Stone

Jasmine Olga
Jasmine Olga
18 de março de 2022
15:29 - atualizado às 11:57
Montagem de maquininha da Stone (STNE e STOC31) em cima de uma mesa vista de cima
Imagem: Montagem Andrei Morais/Divulgação/Shutterstock

Já estamos em março, mas no mercado financeiro ainda dá tempo de mandar o bom e velho “novo ano, vida nova”. Foi mais ou menos isso que a Stone (STOC31) fez ao apresentar o seu balanço do último trimestre de 2021.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A postura agradou, e as ações da companhia, listadas no Nasdaq, chegaram a subir mais de 40% nesta sexta-feira (18) – nada mal para quem acumula uma queda de mais de 80% nos últimos 12 meses. 

Se fosse apenas pelos números do quarto trimestre, o provável era que o mercado seguisse reagindo de forma negativa, assim como já havia acontecido no trimestre anterior, quando a empresa viu suas ações desvalorizarem 30% em um único dia. Mas a questão é que os investidores estão com os olhos no futuro. 

Com um inevitável desempenho fraco em 2021, a gestão da Stone adotou a estratégia da autocrítica para justificar os erros do passado e mostrou mudanças na postura que podem levar a companhia a ter um 2022 muito mais positivo.

Aproveitando que já estamos no final do primeiro trimestre do ano, a empresa deu um aperitivo do que está por vir, deixando sinais promissores e elevando a expectativa para o restante do ano – e é justamente isso que repercute nas ações hoje. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Os papéis a Stone fecharam com alta de 42,04%, a US$ 13,65. A empresa também possui BDRs (recibos de ações) negociados na B3, com o código STOC31. As outras empresas do setor de adquirência também pegaram carona. Também listada em Nova York, a PagSeguro chegou a avançar 20% e, na B3, Cielo (CIEL3) teve alta de mais de 7%. 

Leia Também

“Mea culpa”

Ao falar sobre os erros do passado, a gestão admitiu que algumas decisões erradas foram responsáveis pelo desempenho ruim da empresa ao longo de 2021.

Dentre elas, a estratégia de crescimento agressiva e a falha na execução de projetos. A abordagem comercial também foi criticada, com os executivos afirmando que a Stone retomou o oferecimento de crédito, mas não fez isso de forma satisfatória, demorando a reprecificar os seus produtos após a súbita elevação da taxa de juros vista no país. 

Para a companhia, os números provam que se trata de um ponto de inflexão positivo, uma virada de página. A empresa de maquininhas registrou um lucro líquido ajustado de R$ 34 milhões no quatro trimestre, uma queda de mais de 90% com relação ao ano anterior. No acumulado de 2021, o lucro foi de R$ 203 milhões.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A receita cresceu 87%, a R$ 1,9 bilhão, mas as margens foram pressionadas pelo avanço da curva de juros e a demora da empresa para reprecificar os seus produtos – o que só foi feito em novembro. Além disso, ainda existem despesas financeiras e operacionais da operação com o Banco Inter. 

Com 378 mil novos clientes entre outubro e dezembro, a Stone fechou o ano com 1,8 milhão de clientes ativos, o maior salto da história. 

Stone: saindo do fundo do poço?

Para 2022, as projeções são mais favoráveis. Segundo a companhia, existe larga margem para a empresa ampliar a base de clientes vindos da Linx e uma ampla reformulação deve melhorar a oferta de produtos e serviços bancários. 

Atualmente, a Stone segue reprecificando os seus produtos, está reconstruindo o seu oferecimento de crédito e tem investido na simplificação dos aplicativos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Além disso, deve implementar garantias pessoais adicionais para evitar calotes – isso envolve também mudanças no processo de venda e análise de crédito, reconstrução do seu modelo de monitoramento e uma análise de risco mais adequada. 

Um novo produto de crédito deve ser testado nos próximos trimestres, a gestão da empresa foi simplificada e a venda de uma carteira de crédito por R$ 12,3 milhões foi positiva para o provisionamento dos primeiros meses de 2022. A Stone também divulgou que o crescimento de faturamento (TPV) foi superior a 80% entre janeiro e fevereiro de 2022. 

Se dessa vez tudo sair como o planejado, a receita deve ficar entre R$ 1,85 bilhão e R$ 1,9 bilhão no ano. Embora esse seja um número mais animador do que os de 2021, os analistas do BTG Pactual apontam que segue abaixo das expectativas, já que 2022 deve se mostrar um período complicado para a retomada da lucratividade. 

Para o Bank of America, além de falar, a gestão da companhia terá que efetivamente mostrar resultados, em uma espécie de “só acredito vendo”. O Credit Suisse também aponta que a recuperação no preço das ações só deve ocorrer quando a empresa reconquistar os investidores. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"Reconquistar a confiança do investidor leva tempo, mas resultados melhores do que o esperado podem ser um primeiro passo em direção à recuperação.”

BTG Pactual.

O BTG Pactual, Bank of America, Credit Suisse e UBS BB mantém recomendação neutra para os papéis da Stone. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
ENTENDA

Lojas Renner: combo de dividendos e despesas ‘na rédea’ fazem Citi elevar recomendação para LREN3 para compra

14 de janeiro de 2026 - 12:40

Banco elevou a recomendação para compra ao enxergar ganho de eficiência, expansão de margens e dividend yield em torno de 8%, mesmo no caso de um cenário de crescimento mais moderado das vendas

MAIOR ALTA DO IBOVESPA

MRV (MRVE3): caixa volta a respirar na prévia operacional do 4T25 e BTG vê mais sinais positivos do que negativos. Hora de comprar?

14 de janeiro de 2026 - 10:52

No começo das negociações, os papéis tinham a maior alta do Ibovespa. A prévia operacional do quarto trimestre mostra geração de caixa acima do esperado pelo BTG, desempenho sólido no Brasil e avanços operacionais, enquanto a trajetória da Resia segue como principal desafio para a companhia

BYE-BYE, AZUL4

AZUL4 já era: por que a Azul acabou com essas ações, e o que muda para o acionista

13 de janeiro de 2026 - 12:01

A companhia aérea conseguiu maioria em assembleias simultâneas para acabar com as suas ações preferenciais, em um movimento que faz parte do processo de recuperação judicial nos Estados Unidos

ESTRATÉGIA DO GESTOR

Fundo Verde, de Luis Stuhlberger, zera posição em cripto e começa o ano apostando em real e ações brasileiras

12 de janeiro de 2026 - 17:03

O fundo multimercado superou o CDI no acumulado de 2025, com destaque para os ganhos em bolsa local e no real

PERSPECTIVAS PARA O ANO

FIIs de galpões logísticos têm rentabilidade de quase 30% em 2025, mas o que vem depois da alta? Veja o que esperar para o setor em 2026 

12 de janeiro de 2026 - 6:04

Para entender as projeções para este ano, o Seu Dinheiro conversou com a analistas da EQI Research e da Empiricus Research, além de gestores de fundos imobiliários da Daycoval Asset e da TRX

MERCADOS

De olho na carteira: confira o que promete sacudir o Ibovespa, as bolsas lá fora e o dólar na semana 

11 de janeiro de 2026 - 13:00

Uma nova rodada de indicadores tanto no Brasil como nos Estados Unidos deve concentrar a atenção dos investidores, entre eles, os dados da inflação norte-americana

INVESTIDORES EM ALERTA

Irã na berlinda: como um novo conflito com Israel e EUA pode mexer com o preço do petróleo, com as ações e com a bolsa

11 de janeiro de 2026 - 11:55

Depois dos recentes eventos ligados à Venezuela, uma nova fonte de tensão promete colocar mais lenha na fogueira das commodities; entenda como isso mexe com o seu bolso

DESTAQUES DA BOLSA

Cogna (COGN3) fez bem a lição de casa: ação é a maior alta do Ibovespa na semana e C&A (CEAB3) é a que mais caiu. Veja destaques

10 de janeiro de 2026 - 17:03

A bolsa brasileira avançou apesar de ruídos políticos e incertezas globais, mas a semana foi marcada por forte seletividade: Cogna subiu embalada por revisões positivas, enquanto C&A sentiu o peso de um cenário mais desafiador para o varejo

DISPAROU

Azul (AZUL54) sobe 200%: o que explica a ação ter triplicado na bolsa em um dia?

9 de janeiro de 2026 - 18:15

Após um tombo histórico e uma diluição bilionária, os papéis dam um salto em um movimento técnico, enquanto o mercado segue avaliando os efeitos do aumento de capital e da reestruturação da companhia

POR QUE É TÃO RUIM?

Maior queda do Ibovespa: saída de CFO do Pão de Açúcar (PCAR3) deixa CEO novato com “bombas” na mão

9 de janeiro de 2026 - 17:21

A saída do executivo que liderava a desalavancagem e as negociações fiscais aumentou a percepção de risco do mercado e pressionou as ações da varejista

SUBINDO NA BOLSA

Alívio para Minerva (BEEF3): Sinal verde para acordo entre UE e Mercosul abre portas depois de a China cortar asinhas do Brasil

9 de janeiro de 2026 - 12:49

Analistas veem impacto positivo para a cadeia de carnes com a abertura do mercado europeu, mas alertam que o acordo não é suficiente para substituir a China no curto prazo

UM PORTO-SEGURO NA BOLSA?

Banco revela um dos setores mais promissores da bolsa em 2026; descubra as ações preferidas dos analistas

8 de janeiro de 2026 - 19:02

Em meio a incertezas políticas e sobre juros, BTG Pactual vê utilities como o melhor setor e lista empresas de saneamento e energia com potencial

NO CORAÇÃO DO BRASIL

Fundo imobiliário anuncia compra bilionária em um dos maiores empreendimentos do país

8 de janeiro de 2026 - 10:13

O imóvel ainda está em fase de construção e será composto por quatro torres comerciais de padrão classe “A”

EM BUSCA DE CAPITAL

PicPay, Agibank e Abra querem IPO nos EUA. Por que Wall Street está mais atraente para abrir capital do que o mercado brasileiro?

7 de janeiro de 2026 - 6:16

Uma fila parece ter começado a se formar em direção ao mercado norte-americano. PicPay, Agibank e Abra sinalizaram planos para ofertas de ações por lá, enquanto a B3 segue em jejum de IPOs há quatro anos

GIGANTE VERDE

SNEL11 se torna o maior FII de energia renovável da B3 após captar mais de R$ 620 milhões; entenda a operação

6 de janeiro de 2026 - 13:00

A emissão de cotas do FII segue uma tendência do mercado, que encontrou no pagamento em cotas uma solução para adquirir ativos de peso em meio às altas taxas de juros

FII DO MÊS

BTLG11 (de novo) no topo: FII de galpões logísticos volta a ser o favorito em janeiro com expectativa de corte de juros; veja o ranking completo

6 de janeiro de 2026 - 6:07

Embora já tenha registrado alta de 8,95% em 2025, o fundo contou com três recomendações entre os nove bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro

FRIGORÍFICOS

Minerva (BEEF3): existe um atalho para escapar das tarifas chinesas, mas o buraco é mais embaixo. O que esperar?

5 de janeiro de 2026 - 17:35

Com forte exposição ao mercado chinês, o frigorífico pode apelar para operação no resto do continente para enviar carne bovina ao gigante asiático, mas essa não é a bala de prata

DE OLHO NA SEGURANÇA

Nem Petrobras (PETR4) nem PRIO: veja qual ação brasileira está em alta após invasão da Venezuela pelos EUA

5 de janeiro de 2026 - 17:29

Tradicional ativo de proteção, o ouro sobe em meio ao aumento das tensões globais, intensificadas pela invasão da Venezuela, e uma ação pode ganhar com esse movimento

VAI CAIR?

Com invasão dos EUA na Venezuela, como fica o preço do petróleo e o que pode acontecer com a Petrobras (PETR3) e junior oils

5 de janeiro de 2026 - 16:09

Empresas petroleiras brasileiras menores, como Brava (BRAV3) e PetroRio (PRIO3), sofrem mais. Mas a causa não é a queda do preço do petróleo; entenda

HORA DE BOTAR A MÃO NA MASSA?

Pão de Açúcar (PCAR3) tem novo CEO depois de meses com cargo ‘vago’. Ele vai lidar com o elefante na sala?

5 de janeiro de 2026 - 11:15

Alexandre Santoro assume o comando do Grupo Pão de Açúcar em meio à disputa por controle e a uma dívida de R$ 2,7 bilhões

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar