O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Tensões entre os dois países estão menos distantes do seu bolso do que você imagina. Este é o tema do podcast Touros e Ursos desta semana
No interconectado mercado financeiro global, não há bater de asas de borboleta que não se traduza em furacão do outro lado do mundo. Se há recursos naturais, cadeias logísticas importantes ou economias fortes no meio de qualquer conflito, há oportunidades e riscos, para se ganhar ou perder dinheiro, inclusive no Brasil.
Ao aperto monetário nos países desenvolvidos, que já pesa sobre os preços dos ativos de risco, foi adicionada uma pimenta: a ameaça de invasão russa à Ucrânia, a qual os países ocidentais - notadamente os Estados Unidos -, estão empenhados em evitar.
Para nós, brasileiros, um conflito no complicado leste europeu parece distante e alienígena, principalmente se considerarmos que problema é o que não falta por essas bandas para nos preocupar.
Tudo bem, do ponto de vista geográfico, pode até ser que estejamos sentados na outra ponta da looooonga mesa do presidente Vladimir Putin, que acabou virando meme.
Mas para o investidor brasileiro, as tensões envolvendo Rússia, Ucrânia e Estados Unidos não são coisa de outro mundo, pelo contrário. Elas podem ser relacionadas ao desempenho da bolsa e do câmbio neste início de ano, pois, acredite ou não, no meio de um incêndio, até o Brasil pode acabar sendo visto como uma espécie de porto seguro.
No podcast Touros e Ursos desta semana, eu, Vinícius Pinheiro e Victor Aguiar falamos um pouco sobre as origens das tensões atuais na Ucrânia e de como elas vêm afetando os principais investimentos. E, como sempre, escolhemos nossos touros e ursos da semana.
Leia Também
Aperte o play!
Itaú BBA fez uma lista de ações que ganham e que perdem com a popularização do medicamento; confira o ranking
Do Caged ao Payroll, a semana será de temperaturas elevadas para a economia global; saiba como os indicadores e as tensões no Oriente Médio mexem com o seu bolso
Com o petróleo em alta e um carry trade atrativo, o BofA Securities aposta na moeda brasileira; confira os alvos da operação e como o cenário eleitoral pode ditar o ritmo do câmbio
Analistas se debruçaram sobre as diferenças das ações de shoppings e afirmam que a qualidade dos portfólios justifica o patamar de preços de cada papel
O setor caminha para uma redução no número de fundos imobiliários e um foco em veículos maiores, mais robustos e líquidos
Data máxima para investir nas ações da B3 e ter direito ao pagamento se aproxima; confira o valor por ação e o calendário para a renda extra cair na conta
Companhia reporta lucro de R$ 125 milhões no ano passado após prejuízo bilionário em 2024, enquanto resultado ajustado aponta perda de R$ 4,3 bilhões; veja os números
Durante evento FII Experience, gestores dizem que o mercado ainda não percebeu os valores patrimoniais desses ativos, que seguem descontados na bolsa
Apesar da fuga de US$ 44 bilhões dos emergentes, país atrai capital e pode se beneficiar quando o cenário virar; veja onde investir, segundo o banco
Em painel do evento Imersão Money Times, especialistas apontaram que a correção recente no mercado de IA abriu espaço para novos investimentos; veja como se expor
Movimento do dia vai além do noticiário da estatal — e ajuda a explicar o comportamento do setor
O empreendimento está localizado em Pernambuco e, atualmente, é ocupado por apenas uma inquilina
Companhias em recuperação judicial ou cujo preço dos ativos é inferior a R$ 1,00 (penny stock) não são elegíveis, por exemplo
Na semana passada, a Allos recebeu, pela primeira vez, o rating AAA.br da Moody’s Local Brasil, com perspectiva estável;; a nota máxima indica que a companhia possui extrema solidez financeira e baixo risco de crédito
Desde o início do ano, o papel da holding já saltou 17% — acima do Ibovespa, que sobe 13,7% em 2026
Movimento reflete esperança de reabertura de mercados no Oriente Médio, região chave para a empresa
Parceria para projeto no Minha Casa Minha Vida impulsiona ações de Helbor e Cyrela, reforça estratégia de desalavancagem e geração de caixa e sustenta visão construtiva do BTG para os papéis, mas impacto de curto prazo é limitado
Trégua no Oriente Médio alivia temores sobre energia, derruba o petróleo e impulsiona ativos de risco. Ibovespa avançou mais de 3%, aos 181.931 pontos; o dólar à vista caiu. 1,29%, a R$ 5,2407; Prio foi a única queda
Ibovespa recua com juros e guerra no radar, enquanto petróleo dispara e amplia incertezas globais; Eneva lidera ganhos com salto de quase 25%, enquanto Minerva puxa perdas após resultado fraco, e dólar fecha a semana em leve queda mesmo com pressão no fim
Forte alta na sexta-feira não evitou recuo no acumulado da semana, em meio à guerra no Irã, à pressão do petróleo e à reprecificação dos juros nos Estados Unidos e no Brasil