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Ricardo Gozzi

É jornalista e escritor. Passou quase 20 anos na editoria internacional da Agência Estado antes de se aventurar por outras paragens. Escreveu junto com Sócrates o livro 'Democracia Corintiana: a utopia em jogo'. Também é coautor da biografia de Kid Vinil.

Renan Sousa

Renan Sousa

É repórter do Seu Dinheiro. Formado em jornalismo na Universidade de São Paulo (ECA-USP) e já passou pela Editora Globo e SpaceMoney.

ESQUENTA DOS MERCADOS

Esquenta dos mercados: Com ressaca da Super-Quarta, bolsas internacionais reagem à primeira alta de juro do Fed desde 2018; cenário ‘alternativo’ do Copom gera inquietação no Ibovespa

Bolsas europeias operam de lado e índices futuros de Nova York sinalizam abertura em queda; Ásia ainda repercute medidas chinesas

Renan Sousa
17 de março de 2022
6:32 - atualizado às 8:44
Os presidentes do Fed, Jerome Powell, e do Banco Central brasileiro, Roberto Campos Neto.
Confira o que movimenta bolsa, dólar e Ibovespa hoje (17). Imagem: Federal Reserve e Banco Central do Brasil

As bolsas de valores internacionais amanhecem repercutindo a Super-Quarta e a promessa feita pelo governo da China de proporcionar suporte às indústrias de construção e internet do país.

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Na Europa, os principais índices de ações iniciaram o dia de lado, com os investidores cautelosos diante da primeira alta de juro praticada pelo Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) desde 2018.

Já os índices futuros de Nova York são unânimes em apontar para uma abertura em queda em Wall Street.

Passada a Super-Quarta, os investidores devem acompanhar os desdobramentos do conflito no leste da Europa.

A Rússia disse mais cedo que as informações sobre o avanço nas negociações com a Ucrânia são erradas, o que piorou o sentimento geral das bolsas nas primeiras horas da manhã.

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Bolsas digerem alta do juro pela primeira vez desde 2018

A taxa de referência foi elevada para a faixa de 0,25% a 0,50% ao ano. Mas não deve parar por aí. “Aumentos contínuos serão apropriados”, antecipou a autoridade monetária dos Estados Unidos.

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A alta de juros nos EUA era amplamente esperada, mas o fato de ter vindo abaixo do esperado de certo modo tranquilizou os investidores.

“O primeiro aumento de um ciclo de aperto monetário não sinaliza necessariamente o fim do bull market’, escreveu Shane Oliver, da AMP, em relatório. “Mas ele é consistente com uma jornada mais restrita e difícil. A inflação elevada e a guerra na Ucrânia também aumentam os riscos.”

Bolsas asiáticas seguem em recuperação

Enquanto isso, os mercados financeiros asiáticos voltam a ser impulsionados pela promessa feita ontem pelo governo chinês de “revigorar a economia”. Pequim anunciou uma série de ações para reerguer o setor imobiliário, as big techs chinesas e a presença de empresas do país em índices de ações no exterior, especialmente nos EUA.

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Assim como ontem, o destaque ficou por conta da bolsa de valores de Hong Kong. Depois de ter subido 9,1% ontem, o índice Hang Seng avançou mais 7% hoje.

Commodities

Enquanto todos esperavam que a bandeira branca fosse hasteada, o Kremlin jogou um balde de água fria nos investidores com o anúncio de que não houve avanço nas negociações entre os países.

Com isso, o preço do petróleo voltou a subir durante as primeiras horas desta quinta-feira (17). 

O barril do Brent, utilizado como referência para a Petrobras (PETR4), voltou a subir e superar os US$ 100, negociado a US$ 102,46, uma alta de 4,53%. Por sua vez, o WTI ainda não conseguia romper a barreira, cotado a US$ 99,06, avanço de 4,23%.

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Copom tira o pé do acelerador

Voltando à Super-Quarta, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) elevou a taxa Selic pela nona reunião seguida.

A taxa de juro subiu um ponto porcentual, para 11,75% ao ano. Trata-se do nível mais elevado desde 2017. Quando o atual ciclo de aperto monetário teve início, no início do ano passado, a Selic encontrava-se em 2% — o nível mais baixo da história.

Ainda que tenha tirado o pé do acelerador — nas três reuniões anteriores, a Selic foi ajustada para cima em 1,5 ponto porcentual —, gestores mostraram inquietação com o “cenário alternativo” para as projeções de inflação adotado pelo BC.

Somado a isso, o agravamento dos riscos externos devido à guerra entre Rússia e Ucrânia, é improvável que o fim do ciclo de aperto esteja tão próximo quanto se imaginava antes do conflito.

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Como o resultado da reunião foi anunciado somente depois do fechamento do mercado, a repercussão da decisão do Copom nos mercados poderá ser conferida assim que os negócios começarem hoje na B3.

No campo dos indicadores

O Banco Central brasileiro volta à cena com a divulgação do IBC-Br de janeiro, considerado uma prévia do PIB oficial. As projeções dos especialistas ouvidos pelo Broadcast vão de queda de 2,5% até alta de 0,8%, com mediana negativa em 0,2%. 

Além disso, o Federal Reserve também reaparece no noticiário com a divulgação da produção industrial de fevereiro. 

Agenda do dia

  • Banco Central: IBC-Br de janeiro (9h)
  • Ministério da Economia: Divulgação dos parâmetros macroeconômicos (10h)
  • Estados Unidos: Pedidos de auxílio-desemprego (9h30)
  • Estados Unidos: Produção industrial de fevereiro (10h15)

Balanços do dia

Após o fechamento dos mercados:

  • B3
  • Cyrella
  • Enel (Itália)

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