O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Banco rebaixa a recomendação para os papéis da Petrobras para neutro e vê risco de mudança nos rumos da gestão dependendo do resultado das eleições
Se você estiver pensando em investir nas ações da Petrobras (PETR4), talvez seja melhor esperar até o dia 30 de outubro — data do segundo turno das eleições presidenciais. O alerta é do Credit Suisse, que decidiu rebaixar a recomendação para os papéis da estatal de outperform (equivalente a compra) para neutro.
A mudança na visão para a Petrobras acontece depois do rali das ações da companhia, que acumulam alta de 12% em outubro.
Os analistas do Credit Suisse até entendem que os fundamentos justificam os preços atuais, ou até maiores, para as ações da Petrobras.
“No entanto, após o forte desempenho recente, achamos que a assimetria de curto prazo até a eleição não é mais favorável”, escreveram os analistas Regis Cardoso e Marcelo Gumiero.
Considerando as cotações atuais do petróleo, o Credit Suisse projeta uma geração de caixa de US$ 7,5 bilhões (R$ 39,5 bilhões, no câmbio atual) por trimestre para a Petrobras.
Boa parte desse caminhão de dinheiro pode parar no bolso dos acionistas da estatal. O retorno com dividendos (dividend yield) anualizado poderia chegar a 34% se a Petrobras distribuísse toda essa geração de caixa, de acordo com os analistas.
Leia Também
Tudo isso, é claro, se o resultado das eleições não mudar os rumos da gestão da companhia. “No entanto, a realidade é que o resultado eleitoral pode sim mudar o rumo da empresa. Preferimos esperar e ver se esse será o caso.”
Os analistas não mencionam nem Lula nem Bolsonaro, mas alertam que uma mudança política pode ter três implicações para a Petrobras: na política de preços dos combustíveis, no plano de investimentos e na política de dividendos.
Para o Credit Suisse, a queda das cotações do petróleo representa um risco ainda maior do que uma mudança na política de preços em si. Uma redução para US$ 70 em 2023 pode reduzir o fluxo de caixa da Petrobras para US$ 15 bilhões, de acordo com os analistas.
O risco se tornaria maior se o mercado começar a colocar no preço das ações um aumento significativo no plano de investimentos da estatal. “Por fim, há o risco de que a Petrobras seja forçada a cortar a política de dividendos para fazer frente aos investimentos futuros”, acrescentam.
Seja como for, o Credit Suisse projeta mais um bom resultado para a estatal e com dividendos gordos no terceiro trimestre deste ano. A expectativa dos analistas é de uma distribuição entre US$ 6 bilhões e US$ 9 bilhões, mas eles não descartam um cenário mais remoto em que a Petrobras poderia pagar até US$ 12 bilhões em dividendos.
Após um tombo histórico e uma diluição bilionária, os papéis dam um salto em um movimento técnico, enquanto o mercado segue avaliando os efeitos do aumento de capital e da reestruturação da companhia
A saída do executivo que liderava a desalavancagem e as negociações fiscais aumentou a percepção de risco do mercado e pressionou as ações da varejista
Analistas veem impacto positivo para a cadeia de carnes com a abertura do mercado europeu, mas alertam que o acordo não é suficiente para substituir a China no curto prazo
Em meio a incertezas políticas e sobre juros, BTG Pactual vê utilities como o melhor setor e lista empresas de saneamento e energia com potencial
O imóvel ainda está em fase de construção e será composto por quatro torres comerciais de padrão classe “A”
Uma fila parece ter começado a se formar em direção ao mercado norte-americano. PicPay, Agibank e Abra sinalizaram planos para ofertas de ações por lá, enquanto a B3 segue em jejum de IPOs há quatro anos
A emissão de cotas do FII segue uma tendência do mercado, que encontrou no pagamento em cotas uma solução para adquirir ativos de peso em meio às altas taxas de juros
Embora já tenha registrado alta de 8,95% em 2025, o fundo contou com três recomendações entre os nove bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro
Com forte exposição ao mercado chinês, o frigorífico pode apelar para operação no resto do continente para enviar carne bovina ao gigante asiático, mas essa não é a bala de prata
Tradicional ativo de proteção, o ouro sobe em meio ao aumento das tensões globais, intensificadas pela invasão da Venezuela, e uma ação pode ganhar com esse movimento
Empresas petroleiras brasileiras menores, como Brava (BRAV3) e PetroRio (PRIO3), sofrem mais. Mas a causa não é a queda do preço do petróleo; entenda
Alexandre Santoro assume o comando do Grupo Pão de Açúcar em meio à disputa por controle e a uma dívida de R$ 2,7 bilhões
Com um desconto de 27,18% no último mês, a construtora recebeu três recomendações entre os nove bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro
Papéis derretem na bolsa após o mercado precificar os efeitos do Chapter 11 nos EUA, que envolve conversão de dívidas em ações, emissão massiva de novos papéis, fim das preferenciais e forte diluição para os atuais acionistas
Papéis chegaram a disparar com a venda de ativos, mas perderam força ao longo do dia; bancos avaliam que o negócio reduz dívida, ainda que com desconto relevante
País asiático impôs uma tarifa de 55% às importações que excederem a cota do Brasil, de 1,1 milhão de toneladas
Entre os destaques positivos do IFIX, os FIIs do segmento de galpões logísticos vêm sendo beneficiados pela alta demanda das empresas de varejo
Não foi só o petróleo mais barato que pesou no humor do mercado: a expectativa em torno do novo plano estratégico, divulgado em novembro, e dividendos menos generosos pesaram nos papéis
Entre balanços frustrantes e um cenário econômico hostil, essas companhias concentraram as maiores quedas do principal índice da bolsa brasileira
Ouro acumula alta de 66% em 2025, enquanto a prata avançou cerca de 145% no ano