O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
As ações do Nubank, negociadas na bolsa de Nova York (Nyse), encerraram o pregão em queda de 6,21%, a US$ 4,08
O Nubank (NUBR33) perdeu US$ 1,2 bilhão em valor de mercado nesta terça-feira (17), com o mercado reagindo aos resultados operacionais do primeiro trimestre de 2022, publicados ontem (16) à noite.
As ações, negociadas na bolsa de Nova York (Nyse), encerraram o pregão em queda de 6,21%, a US$ 4,08. Na primeira hora de negociação, porém, os papéis chegaram a subir mais de 10% e logo perderam fôlego.
Isso significa que o valor de mercado do Nubank caiu para US$ 18,8 bilhões, bem longe dos US$ 41,5 bilhões de quando estreou na Nyse. Naquela época, destacava-se o fato do Nubank ter valor de mercado superior ao do Itaú (ITUB4).
Porém, com as sucessivas quedas no preço das ações, hoje o Nubank está valendo menos que o Banco do Brasil (BBAS3), que tem valor de mercado de US$ 21 bilhões (usando o câmbio desta terça-feira).
Para quem não sabe, o valor de mercado de uma empresa é calculado usando o número de ações da companhia vezes o preço delas. Mas vale ressaltar que ele não deve ser analisado isoladamente para basear decisões de investimento, ok?
Outro ponto notável do pregão de hoje foi o volume de negociação, que ficou muito acima da média para as ações do Nubank. Segundo dados compilados no Yahoo!Finance, enquanto a média de volume fica na casa de 13,7 milhões, hoje ele saltou para 97,8 milhões.
Leia Também
Vale lembrar que esta terça-feira (17) marcou o fim do período de lock-up do Nubank. O lock-up é uma cláusula contratual que determina um período no qual os investidores não podem vender as ações de uma empresa.
Na noite de ontem (17), o Nubank reportou redução do prejuízo líquido, que atingiu US$ 45,1 milhões no primeiro trimestre. O resultado representa uma melhoria de 9% em relação ao mesmo período do ano passado.
O número veio melhor do que o estimado por analistas ouvidos pela FactSet, que esperavam prejuízo de US$ 77 milhões no período.
Já no cálculo ajustado por despesas relacionadas à remuneração baseada em ações e pelos efeitos tributários aplicáveis, o Nubank obteve lucro de US$ 10,1 milhões. Isso significa uma reversão do prejuízo de US$ 11,9 milhões registrado no 1T21.
Confira os destaques do balanço do Nubank aqui.
Na última vez que o ouro representou uma fatia maior das reservas globais, a tendência dos mercados ainda era de acumulação do metal precioso
Preços máximos estabelecidos para o leilão ficaram muito abaixo do esperado e participação da empresa se torna incerta
Entrada forte de capital estrangeiro e expectativa de queda de juros levam banco a recomendar compra das ações da operadora da bolsa
Amazon combina resultados mistos com a maior aposta em IA entre as big techs, assusta investidores e ações sofrem em Wall Street, com efeitos até no Bitcoin e outras critpomoedas
Descubra quais são os fundos imobiliários favoritos dos analistas para o mês, e saiba como montar sua carteira de FIIs agora
A empresa vive seu melhor momento operacional, mas o Itaú BBA avalia que boa parte das principais entregas já está no preço; entenda quais gatilhos podem provocar novas altas
Gestor participou de evento da Anbima e falou sobre a perspectiva de volta do investidor local à bolsa
Bruno Henriques, head de análise de renda variável do BTG Pactual, fala no podcast Touros e Ursos sobre a sua perspectiva para as ações brasileiras neste ano
Entrada recorde de capital internacional marca início de 2026 e coloca a bolsa brasileira em destaque entre emergentes
A Axia (ex-Eletrobras) foi uma das ações que mais se valorizou no ano passado, principalmente pela privatização e pela sua nova política agressiva de pagamentos de dividendos
A iniciativa faz parte da estratégia do BTG Pactual para aumentar a distribuição de dividendos e permitir uma maior flexibilidade para a gestão
Para a XP, o principal índice da bolsa brasileira pode chegar aos 235 mil pontos no cenário mais otimista para 2026
Discurso de separação não tranquilizou investidores, que temem risco de contágio, dependência financeira e possível inclusão da subsidiária no processo de recuperação
Fluxo estrangeiro impulsiona o Ibovespa a recordes históricos em janeiro, com alta de dois dígitos no mês, dólar mais fraco e sinalização de cortes de juros; Raízen (RAIZ4) se destaca como a ação com maior alta da semana no índice
Queda do bitcoin se aprofunda com liquidações de mais de US$ 2,4 bilhões no mercado como um todo nas últimas 24 horas, enquanto incertezas macro voltam a pesar sobre as criptomoedas
Novos recordes para a bolsa brasileira e para o metal precioso foram registrados no mês, mas as ações saíram na frente
A adesão ao leilão não é obrigatória. Mas é mais difícil vender ações de uma companhia fechada, que não são negociadas na bolsa
O analista André Oliveira, do BB-BI, reitera a recomendação de compra, especialmente para os investidores mais arrojados
O banco avalia que a estratégia de aquisição via troca de cotas veio para ficar e, quando bem executada, tem potencial de geração de valor
Uma fatia menor da carteira dos brasileiros está em ativos na bolsa, como ações, ETFs, FIIs e outros, e cresce a proporção dos investidores que pretende reduzir sua exposição à renda variável