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A empresa já tinha sido incluída nas duas primeiras prévias do novo Ibovespa; confira as mudanças na carteira

A carteira do Ibovespa terá uma novidade a partir de maio: a SLC Agrícola (SLCE3), uma das grandes produtoras de soja, milho e algodão do país, foi incluída na terceira — e derradeira — prévia do novo portfólio do principal índice acionário brasileiro. Nenhum papel foi excluído, segundo dados divulgados nesta manhã pela B3.
Com isso, o Ibovespa passará a contar com 92 ações de 89 empresas diferentes. A entrada da SLC não é exatamente uma surpresa, já que a companhia já integrava as duas prévias anteriores; a nova carteira do índice será válida entre maio e agosto deste ano — a mudança entra em vigor na próxima segunda-feira (2).
Independente da entrada no Ibovespa, a SLC vive um bom momento na bolsa: as ações SLCE3 acumulam valorização de mais de 30% desde o começo de 2022; em abril, mês particularmente ruim para o mercado brasileiro, os papéis avançam 15%.
Essa alta tem alguns catalisadores: no começo da semana, o Bank of America elevou a recomendação para os papéis, de neutro para compra, fixando preço-alvo de R$ 63,00 — um ganho implícito de 15% em relação às cotações atuais, de R$ 54,68, mesmo após toda a alta vista neste ano.
Os bons resultados apresentados no quarto trimestre, somados às perspectivas otimistas para o ano — apesar da crise dos fertilizantes gerada pela guerra entre Rússia e Ucrânia, a SLC sinalizou ao mercado que seus estoques são suficientes para garantir boa parte das safras no curto prazo — são apontados como as fundações para a tese de investimento na empresa.
Vale lembrar que a B3 não leva em conta o desempenho das ações para incluir ou excluir ações na carteira do Ibovespa e em outros índices setoriais; critérios como o volume de negociação, o status da empresa e a cotação dos papéis em si (companhias em recuperação judicial ou cujo preço dos ativos é inferior a R$ 1,00 não são elegíveis, por exemplo).
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As ações da SLC (SLCE3) chegam ao Ibovespa com um peso relativo de 0,256% — uma participação pequena, mas que não está entre as menores do índice. Empresas mais tradicionais como Yduqs (0,246%), Via (0,240%), Gol (0,119%) e Fleury (0,229%) têm fatias menos relevantes, apenas para citar algumas.
Na ponta oposta, não há grandes novidades: as chamadas blue chips, ações de empresas de grande porte e alta liquidez, continuam com as participações mais relevantes no Ibovespa. É o caso das gigantes do setor de commodities, como Vale e Petrobras, e dos bancões, como Itaú e Bradesco.
Veja como ficou o top 10 em participação na nova carteira — esses dez ativos, somados, respondem por 50% do Ibovespa:
ENTENDA
VEJA QUAL É
PEDIDO ENTREGUE
TEMPORADA DE BALANÇOS
DISPUTA PELO CAPITAL GLOBAL
MEXENDO NO PORTFÓLIO
CASTIGO DO MONSTRO
SURPRESA NEGATIVA
MERCADOS
TEMPORADA DE BALANÇOS
ALÍVIO PASSAGEIRO?
TEMPORADA DE BALANÇOS
EM EXPANSÃO
REABERTURA DE JANELA?
TEMPORADA DE BALANÇOS
CARTEIRA RECOMENDADA
BANCANDO O PREÇO DE CRESCER
DECEPCIONOU?
RESULTADOS TRIMESTRAIS
ENGORDANDO A CARTEIRA