O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Após a conclusão, participação da companhia japonesa na Ourofino (OFSA3) será de 29,4%
De olho no mercado de saúde animal e na possibilidade de diversificar ainda mais seus negócios, o grupo japonês Mitsui comprou as fatias do BNDESPar — braço de investimentos do BNDES — e da gestora Opportunity na Ourofino (OFSA3).
O negócio, avaliado em R$ 344 milhões, ainda depende aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). Quando concluído, a Mitsui será dona de 29,4% do capital social da Ourofino — 17,2% que eram do BNDESPar e 12,2% da gestora.
Norival Bonamichi e Jardel Massari, que comandam a gigante do mercado veterinário, ficarão com 56% do capital e, portanto, seguem no comando da Ourofino.
Para se ter uma ideia da dimensão da Mitsui, a companhia atua nas áreas do comércio, serviços e investimentos, com mais de US$ 110 bilhões em ativos.
De saída do negócio, o BNDESPar investia na Ourofino há bastante tempo. Em 2014, quando a companhia fez seu IPO, o BNDES já havia optado por reduzir sua participação de 20% para os atuais 12,2%, embolsando R$ 90 milhões.
O banco buscava um investidor para comprar sua participação na Ourofino desde o início deste ano, contando com a assessoria financeira do BTG Pactual
Leia Também
Já o Opportunity comprou a fatia que pertencia ao General Atlantic em 2020.
Neste mês, OFSA3 já sobe 5,59%, enquanto no ano, acumulam baixa é de 13,99%.
No pregão de hoje, a empresa parece reagir bem ao anúncio da chegada do novo acionista: há pouco, os papéis subiam 1,80%, cotados a R$ 22,09.

Quer investir como um magnata? O segredo está na diversificação inteligente e no patrimônio integrado; confira as lições da Ghia para preservar capital mesmo em tempos de guerra
O Bank of America elevou o alvo para o Ibovespa em 2026, mas lembra que o rali é carregado por gigantes da bolsa brasileira e pelo fluxo aumentado de estrangeiros fazendo negócios por aqui
Em algumas empresas, os programas híbridos e presenciais devem absorver parte das quedas de matrículas do ensino à distância
O temor de que o grande acordo prometido pelo presidente norte-americano não saia do papel — dando lugar à prontidão militar — fez os investidores apertarem o botão de venda
A notícia de que as conversas entre Washington e Teerã estariam suspensas chegou minutos antes do fechamento, funcionando como um gatilho para ampliar as perdas
Para analistas, fundo imobiliário de CRIs combina perfil defensivo, IPCA e gestão forte para entregar renda consistente em cenário incerto
Apesar do fluxo bilionário para o Ibovespa, uma bolsa na Ásia já disparou mais de 50% no ano e lidera o ranking global entre os emergentes
Com cripto operando 24/7 lá fora, mudança busca aproximar o investidor local do ritmo global do mercado; veja o que muda na prática
Escalada das tensões reacende temor sobre oferta da commodity e pressiona ativos globais na abertura da semana; veja o que mexe com os mercados hoje
A posição do Brasil no contexto geopolítico, de guerra e pressão inflacionária, favorece a entrada de mais investidores globais nos próximos meses
O índice das ações medianas não entrou no apetite dos estrangeiros e, sem os locais, os papéis estão esquecidos na bolsa
Embora o banco veja bons resultados para a companhia, há outras duas ações do setor de saúde que são as preferidas para investir
Conhecido como “discípulo de Warren Buffet”, ele reforça que o modelo da Pershing Square se baseia em investir no longo prazo em poucas empresas de alta qualidade, com forte geração de caixa e vantagens competitivas duráveis
O cessar-fogo no Líbano e a abertura do Estreito de Ormuz pelo Irã derrubaram o petróleo, que já chegou a cair 14% nesta sexta-feira (17), e mexeu com as bolsas aqui e lá fora
Com as aquisições, o XPLG11 passa a ter um patrimônio líquido de aproximadamente R$ 5,4 bilhões, distribuído em 31 empreendimentos
O fundo imobiliário está a caminho de aumentar ainda mais o portfólio. A gestora vem tentando aprovar a fusão do PML11 com o RBR Malls FII
O novo rendimento tem como referência os resultados apurados pelo fundo em março, que ainda não foram divulgados
O vencimento de Opções sobre o Ibovespa movimentou R$ 81 bilhões, funcionando como o grande motor que empurrou a bolsa para o um novo topo operacional
Em entrevista ao Seu Dinheiro, Alfredo Menezes, CEO e CIO da Armor Capital, detalhou os motivos por trás da forte desvalorização do dólar e por que esse movimento pode estar perto do fim
Gestores entrevistados pelo BofA seguem confiantes com a bolsa brasileira, porém alertam para riscos com petróleo e juros nos EUA