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Inflação alta nos Estados Unidos, na China e no Brasil preocupa, e o Ibovespa não conseguiu desviar do cenário externo deteriorado
Não é só o Banco Central brasileiro que está preocupado com a inflação alta persistente. Antes mesmo da divulgação dos dados oficiais, que só serão conhecidos amanhã, a Casa Branca já antecipou que o índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) terá uma “alta extraordinária”.
Para o governo americano, Vladimir Putin é o homem a ser culpado pelo pico de alta, mas o mercado não está olhando para o leste europeu em busca de vilões. Se, antes mesmo de conhecer os números de março, o Federal Reserve já se mostrava disposto a acelerar o ritmo do aperto monetário, os investidores temem o que pode ocorrer caso a situação se deteriore ainda mais.
Más notícias também chegam da China. A alta dos preços atingiu a marca de 1,5% em março, acima do esperado pelos analistas. O país, que tem o maior mercado consumidor do mundo e ainda sofre com restrições impostas pela pandemia da covid-19, aumenta os temores de uma desaceleração econômica global, o que levou as commodities a fecharem em forte queda nesta segunda-feira (11) – o minério de ferro recuou mais de 2%, enquanto o petróleo do tipo Brent, utilizado de referência, caiu 4%.
Isso sem falar que a guerra continua, e a pressão inflacionária pode se estender para os próximos meses. Em Nova York, a curva de juros voltou a operar em alta, pressionando o Nasdaq, que perdeu 2,18%, e os demais índices em Wall Street. O Dow Jones recuou 1,19%, e o S&P500 caiu 1,68%.
Com as bolsas globais no vermelho e as commodities em queda, o Ibovespa teve pouco espaço para tentar nadar contra a maré e encerrou o dia nas mínimas, em queda de 1,16%, aos 116.952,85 pontos.
A inflação brasileira, divulgada no fim da semana passada, também foi pauta. Com o BC oficialmente preocupado com o número, crescem as apostas de que a Selic terminará o ano acima dos 12,75%. A curva de juros brasileira operou em forte alta, mas o dólar à vista caiu 0,39%, a R$ 4,6904, de olho no cenário positivo para investimento estrangeiro no país.
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O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, proferiu uma palestra no evento da Arko Advice com o TC, em que falou sobre a perspectiva de inflação e juros para o Brasil.
Campos Neto ressaltou que os núcleos de inflação estão surpreendendo em todos os países e que o momento de alta dos preços é global. No entanto, ele pondera que a queda do dólar por aqui ainda não se refletiu em um arrefecimento do índice oficial de preços, o IPCA.
"Estamos analisando surpresas no IPCA e vamos ver se muda algo na tendência", comentou o chefe do Banco Central.
O grande vilão da inflação dos últimos meses foi o preço dos combustíveis, e Campos Neto atribuiu essa forte alta ao repasse do avanço do petróleo às bombas de gasolina.
Dessa maneira, o presidente do BC afirmou que a autoridade monetária "está aberta para reanalisar a política monetária". "Alta nos juros que já fizemos terá impacto nos próximos trimestres". Confira o fechamento dos principais vencimentos dos contratos de DI:
| CÓDIGO | NOME | ULT | FEC |
| DI1F23 | DI jan/23 | 13,10% | 12,94% |
| DI1F25 | DI Jan/25 | 11,98% | 11,81% |
| DI1F26 | DI Jan/26 | 11,72% | 11,61% |
| DI1F27 | DI Jan/27 | 11,65% | 11,56% |
A notícia de que a J&F, da família Batista, pretende apresentar uma proposta para comprar as fatias pertencentes a Petrobras e Novonor na Braskem (BRKM5) impulsionou as ações da petroquímica nesta segunda-feira. Na semana passada, a informação de que a Novonor estaria estudando alternativas no mercado privado já havia mexido com os papéis.
A Braskem, no entanto, nega que as conversas tenham avançado. Segundo nota emitida na manhã de hoje, a empresa consultou os seus acionistas, que negaram avanço nas negociações. Confira as maiores altas do dia:
| CÓDIGO | NOME | VALOR | VARIAÇÃO |
| BRKM5 | Braskem PNA | R$ 44,97 | 1,88% |
| ABEV3 | Ambev ON | R$ 15,20 | 1,81% |
| CIEL3 | Cielo ON | R$ 3,47 | 1,46% |
| ENBR3 | Energias do Brasil ON | R$ 22,31 | 1,46% |
| CRFB3 | Carrefour Brasil ON | R$ 23,56 | 1,12% |
Sem destaques no noticiário, BRF teve uma queda puxada por uma realização dos lucros recentes. Os papéis da B3 repercutiram os dados operacionais divulgados pela companhia.
Setorialmente, as empresas de varejo e tecnologia tiveram um pregão de fortes perdas, apoiadas na perspectiva de inflação mais alta e juros ainda mais elevados. Confira também as maiores quedas:
| CÓDIGO | NOME | VALOR | VARIAÇÃO |
| BRFS3 | BRF ON | R$ 16,20 | -7,11% |
| COGN3 | Cogna ON | R$ 2,67 | -5,65% |
| WEGE3 | Weg ON | R$ 32,55 | -4,66% |
| B3SA3 | B3 ON | R$ 14,88 | -4,62% |
| SOMA3 | Grupo Soma | R$ 13,43 | -3,93% |
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