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No Seu Dinheiro você encontra as melhores dicas, notícias e análises de investimentos para a pessoa física. Nossos jornalistas mergulham nos fatos e dizem o que acham que você deve (e não deve) fazer para multiplicar seu patrimônio. E claro, sem nada daquele economês que ninguém mais aguenta.

MERCADOS AO VIVO

Bolsa agora: Ibovespa opera em alta de 2% com salto de mais de 10% da Vale (VALE3); dólar fecha em queda

Seu Dinheiro
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11 de novembro de 2022
7:34 - atualizado às 18:14

RESUMO DO DIA: Os mercados financeiros internacionais amanheceram eufóricos. Tudo porque o governo da China relaxou parte das rígidas restrições para conter o coronavírus. Entre as principais medidas anunciadas nesta sexta-feira, o governo chinês reduziu o período de quarentena obrigatória para viajantes que entram no país. Aqui no Brasil, o mercado reage às perspectivas ao furo no teto de gastos com a PEC da transição e aguarda maiores definições da proposta.

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Acompanhe por aqui o que mexe com a bolsa, o dólar e os demais mercados hoje, além das principais notícias do dia.

Ibovespa encerrou o dia em alta de 2,26%, aos 112.253 pontos.

FECHAMENTO EM NOVA YORK
  • Nasdaq: +1,88%
  • S&P 500: +0,93%
  • Dow Jones: +0,10%
O CENÁRIO VAREJISTA

A divulgação dos resultados das grandes varejistas brasileiras é um dos momentos mais aguardados da temporada de balanços. E, desta vez, não foi diferente — mas os prejuízos de empresas como Magazine Luiza (MGLU3), Via (VIIA3) e Americanas (AMER3) vieram até piores do que os analistas previam.

Os números confirmam a tese de que a situação macroeconômica ainda bastante difícil afetou o bolso do consumidor. E, considerando a dependência das grandes varejistas das vendas de produtos de maior valor agregado — como televisores, geladeiras ou celulares — as empresas do setor, ainda têm um longo caminho para reverter os prejuízos apresentados ontem.

Mas, segundo analistas, a companhia de Luiza Trajano  conseguiu se sair melhor que as rivais ao longo do terceiro trimestre, confirmando as expectativas.

 

CONFIRA OS DETALHES

O dólar à vista fechou o dia em queda de 1,17%, a R$ 5,3337

CONEXÃO NOVA YORK

As apostas dos investidores em uma atuação menos dura do Federal Reserve na próxima reunião de polítca monetária segue impulsionando os ativos em Nova York. Apenas o Dow Jones opera em queda:

  • Dow Jones: – 0,05%
  • S&P 500: +0,91%
  • Nasdaq: +1,90%
FECHAMENTO NA EUROPA
  • Frankfurt: +3,55%
  • Londres: +1,19%
  • Paris: +1,96%
  • Stoxx 600: +2,75%
MAU HUMOR CONTAMINOU

Apesar de um resultado trimestral muito elogiado por analistas, o Itaú Unibanco (ITUB4) vê suas ações caírem na bolsa nesta sexta-feira (11), em meio a um mercado ainda contaminado pelo mau humor provocado pelas falas de ontem do presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

As ações do Itaú abriram em queda, chegaram a virar para o positivo na primeira hora de negociação, mas depois voltaram para o vermelho. Por volta das 13h15, os papéis ITUB4 caíam 3,30%, a R$ 26,71.

CONFIRA OS DETALHES

Depois do alívio pontual dos juros com as falas de Campos Neto, os principais vencimentos dos contratos de DI voltaram a subir. Há pouco, a presidente nacional do Partido dos Trabalhadores (PT), Gleisi Hoffmann disse não entender o movimento do mercado visto ontem.

Segundo ela, os agentes conhecem a responsabilidade fiscal de Lula e a pressão nos ativos se tratou de “especulação”. Hoffmann também afirmou que o partido não abrirá mão da responsabilidade social.

SOBE E DESCE

As medidas de redução da quarentena do coronavírus na China seguem tendo impactos positivos no setor de commodities brasileiro, o que faz com que o Ibovespa siga operando em forte alta. Acompanhe as maiores altas do dia:

CÓDIGO NOME ULT VAR
CSNA3 CSN ON R$ 14,77 11,81%
YDUQ3 Yduqs ON R$ 12,89 9,14%
MRFG3 Marfrig ON R$ 11,74 8,40%
GGBR4 Gerdau PN R$ 30,91 8,27%
USIM5 Usiminas PNA R$ 7,88 8,24%
CAMPOS NETO TRÁS ALÍVIO

Apesar do estresse que tomou conta do mercado devido às incertezas no cenário fiscal, o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, se mostrou mais otimista com o cenário.

O presidente do BC disse não ter tido muito contato com a equipe de transição, mas que o BC está aberto a discutir com o novo governo, apesar de não fazer a parte fiscal. Campos Neto também lembrou que ainda é cedo para falar algo sobre os planos desenhados, já que ainda não se tem um plano e é comum ter ruídos. “Tenho conversado com algumas pessoas, mas de forma incipiente. É necessário esperar. Há bons economistas no time de transição, precisasmos esperar para ver. “.

A curva de juros reduziu o ímpeto de alta.

CÓDIGO NOME  ULT  FEC
DI1F23 DI Jan/23 13,70% 13,72%
DI1F24 DI Jan/24 13,70% 13,64%
DI1F25 DI Jan/25 13,03% 12,95%
DI1F26 DI Jan/26 12,94% 12,89%
DI1F27 DI Jan/27 12,92% 12,90%
VOLTA DAS NEGOCIAÇÕES DO TESOURO DIRETO

Há pouco, as negociações de títulos públicos do Tesouro Direto foram retomadas após serem suspensas por quase uma hora e meia. (Veja nota 11h04). 

Confira como estão os DIs após a retomada dos negócios:

NOME ULT FEC
DI Jan/23 13,71% 13,72%
DI Jan/24 13,82% 13,64%
DI Jan/25 13,16% 12,95%
DI Jan/26 13,09% 12,89%
DI Jan/27 13,08% 12,90%

 

SOBE E DESCE DO IBOVESPA

Confira as maiores altas:

CÓDIGO NOME ULT VAR
CSNA3 CSN ON R$ 14,49 9,69%
YDUQ3 Yduqs ON R$ 12,86 8,89%
USIM5 Usiminas PNA R$ 7,76 6,59%
JBSS3 JBS ON R$ 26,44 6,44%
VALE3 Vale ON R$ 79,29 6,36%

 

E as maiores queda do dia:

CÓDIGO NOME ULT VAR
LWSA3 Locaweb ON R$ 8,31 -7,25%
MGLU3 Magazine Luiza ON R$ 3,72 -6,53%
IRBR3 IRB ON R$ 0,82 -4,65%
COGN3 Cogna ON R$ 2,53 -4,17%
VBBR3 VIBRA energia ON R$ 16,57 -3,55%
COMO ANDAM OS MERCADOS

Após o “desespero” da véspera, o Ibovespa vivencia um dia de recuperação dos ativos, com a notícia de que a China deve flexibilizar as medidas restritivas da política de “covid zero”.

Além disso, as commodities avançaram com o ânimo dos investidores e maior apetite ao risco. O minério de ferro negociado em Dalian (China) encerrou o dia em forte alta de 5,04%, com a tonelada cotada a US$ 99,36. Já o petróleo tipo Brent sobe 2,72%, com o barril a US$ 96,23.

Soma-se ao desempenho da bolsa brasileira, a agitada temporada de balanços, com resultados abaixo do esperado das principais varejistas do país: Magazine Luiza (MGLU3), Lojas Americanas (AMER3) e Via (VIIA3).

Dessa forma, na ponta positiva, CSN (CSNA3) lidera os ganhos, com a alta das commodities e; na outra ponta, Magazine Luiza (MGLU3) é a maior perda do pregão.

O Ibovespa sobe 1,23%, aos 111.123 pontos.

O dólar à vista registra queda de 0,83%, a R$ 5,3003

Nos EUA, as bolsas americanas operam de forma mista, depois do fechamento positivo na véspera. Confira:

  • Dow Jones: -0,24%.
  • S&P 500: +0,16%;
  • Nasdaq: +0,37.

 

COMMODITIES IMPULSIONAM IBOVESPA

As companhias do setor de commodities se beneficiam hoje, no Ibovespa, com a alta superior a 5% no minério de ferro e avanço de 3% do petróleo.

Entre as maiores altas estão Vale (VALE3) e CSN (CSNA3). Confira:

CÓDIGO NOME ULT VAR
YDUQ3 Yduqs ON R$ 12,89 9,14%
CSNA3 CSN ON R$ 14,23 7,72%
UGPA3 Ultrapar ON R$ 14,16 6,95%
VALE3 Vale ON R$ 78,80 5,70%
JBSS3 JBS ON R$ 26,10 5,07%
USIM5 Usiminas PNA R$ 7,63 4,81%

 

ABERTURA DE NOVA YORK

As bolsas em Nova York abriram de forma mista nesta sexta-feira (11).

Confira:

  • Dow Jones: +0,01%;
  • S&P 500: +0,08%;
  • Nasdaq: -0,12%.
NEGOCIAÇÕES DO TESOURO DIRETO SÃO SUSPENSAS DE NOVO

As negociações dos títulos públicos do Tesouro Direto estão suspensas, diante da volatilidade de preços e taxas, entre eles a alta expressiva dos juros futuros (DIs) nesta manhã.

Na abertura, os DIs atingiram a taxa de quase 14%, repercutindo o estresse do mercado ontem após o presidente eleito Lula (PT) questionar a “tal da responsabilidade fiscal” e defender o aumento dos gastos públicos.

Confira como estão os DIs agora:

NOME  ULT  FEC
DI Jan/23 13,71% 13,72%
DI Jan/24 13,91% 13,64%
DI Jan/25 13,23% 12,95%
DI Jan/26 13,17% 12,89%
DI Jan/27 13,15% 12,90%

Vale ressaltar que ontem (10), as negociações do Tesouro Direto também foram suspensas em razão do risco fiscal.

YUDQS (YDUQ3) SALTA MAIS DE 7%

A educacional Yudqs (YDUQ3) dispara e sobe 7,96%, a R$ 12,75.

No radar, repercute a fala do presidente eleito Lula (PT) de que deve aumentar o investimento no setor, sobretudo, para os programas de incentivo ao financiamento para ingresso em universidades privadas, como o Fies e o ProUni.

SOBE E DESCE DO IBOVESPA

O Ibovespa sobe 1,26%, aos 111.161 pontos, com impulso das commodities e bolsas internacionais em forte alta.

Confira as maiores altas:

CÓDIGO NOME ULT VAR
CSNA3 CSN ON R$ 14,02 6,13%
VALE3 Vale ON R$ 78,37 5,12%
USIM5 Usiminas PNA R$ 7,56 3,85%
YDUQ3 Yduqs ON R$ 12,26 3,81%
GGBR4 Gerdau PN R$ 29,58 3,61%

 

 

E as maiores quedas do dia:

CÓDIGO NOME ULT VAR
LWSA3 Locaweb ON R$ 8,57 -4,35%
AMER3 Americanas S.A R$ 12,10 -4,27%
VIIA3 Via ON R$ 2,47 -4,26%
MRFG3 Marfrig ON R$ 10,44 -3,60%
MGLU3 Magazine Luiza ON R$ 3,84 -3,52%

 

MINÉRIO DE FERRO FECHA EM ALTA DE 5%

A notícia de flexibilização da política de ‘Covid zero’ na China afastou a aversão dos investidores ao risco.

Como resultado da melhora dos ânimos, o minério de ferro negociado em Dalian (China) encerrou o dia em forte alta de 5,04%, com a tonelada cotada a US$ 99,36.

 

ITAÚ (ITUB4) ABRE EM QUEDA, MAS VIRA NA PRIMEIRA MEIA HORA DO PREGÃO

A ação do Itaú Unibanco (ITUB4) abriu o pregão pós-balanço em queda acima de 2%, mas logo virou para o positivo. Às 10:30, o papel subia 0,83%, para R$ 27,85.

Ontem (10) à noite, o Itaú divulgou os resultados referentes ao terceiro trimestre com lucro líquido gerencial de R$ 8,079 bilhões. O montante representa um aumento de 19,2% em relação ao mesmo período do ano passado.

O retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) do Itaú, uma medida importante da saúde dos bancos, cresceu para 21%, vindo de 20,8% no segundo trimestre e de 19,7% no mesmo período do ano passado.

E todo esse crescimento foi possível com deterioração mínima da inadimplência, que cresceu apenas 0,1 ponto percentual em relação ao trimestre passado, para 2,8%.

BALANÇO DA VIA (VIIA3) PESA

Os ganhos acima de 5% de Via (VIIA3) no início do pregão derreteram há pouco e a varejista lidera as perdas do dia.

As ações VIIA3 caem 4,26%, negociadas a R$ 2,47.

AMERICANAS (AMER3) E MAGAZINE LUIZA (MGLU3) CAEM MAIS DE 7%

As ações do Magazine Luiza (MGLU3) e Americanas (AMER3) operam em baixa na abertura do pregão desta sexta-feira (11). Por volta das 10h18, a primeira caía 7,04%, cotada a R$ 3,70. AMER3 recuava 7,12% no mesmo horário, a R$ 11,74.

O movimento de venda acontece após a divulgação dos balanços das empresas, divulgados na véspera. Ainda que os analistas não esperassem nenhum milagre, os números decepcionaram o mercado.

Com um dos balanços mais aguardados de toda temporada e a expectativa de que traria resultados melhores em seu setor, a Magalu reportou um prejuízo de R$ 166,8 milhões no terceiro trimestre de 2022.

O número reverte o lucro de R$ 143,5 milhões visto no mesmo período de 2021.

Já a Via (dona da Casas Bahia e do Ponto) apresentou prejuízo líquido de R$ 135 milhões e reverteu lucro de R$ 101 milhões do mesmo período de 2021.

VIA (VIIA3) SOBE IMPULSIONADA POR BALANÇO

As ações da Via (VIIA3) avançaram 5,8% no início do pregão desta sexta-feira (11).

A empresa dona da Casas Bahia e Ponto tenha registrado prejuízo líquido de R$ 203 milhões no terceiro trimestre, uma queda de 68% em relação ao mesmo período do ano anterior.

Contudo, o ânimo dos investidores tem uma razão: o Bradesco deve aportar cerca de R$ 350 milhões na Via.

 

 

IBOVESPA ABRE EM QUEDA

Ibovespa encerra leilões e abre em alta de 0,21%, aos 110.010 pontos e acompanha o alívio do exterior.

No mesmo horário, o dólar à vista opera em linha de estabilidade, a R$ 5,3483.

SWING TRADE NA BOLSA

O nosso colunista, Nilson Marcelo, identificou uma oportunidade na bolsa hoje: lucro de mais de 4% com ações do Sanepar (SAPR4).

LEIA A RECOMENDAÇÃO COMPLETA DO ANALISTA AQUI

ABERTURA DOS JUROS FUTUROS

Apesar do alívio nas políticas de ‘Covid zero’ na China e melhora do humor no exterior, os juros futuros (DIs) abriram em alta em relação ao fechamento anterior, com a valorização do dólar e commodities.

Confira:

NOME ULT FEC
DI Jan/23 13,72% 13,72%
DI Jan/24 13,79% 13,64%
DI Jan/25 13,19% 12,95%
DI Jan/26 13,14% 12,89%
DI Jan/27 13,13% 12,90%
IBOVESPA FUTURO VIRA SINAL

O Ibovespa futuro, que iniciou o dia em alta, inverteu o sinal há pouco e opera em queda no pré-mercado desta sexta-feira (11). A cautela com o cenário política ainda perdura sobre os ativos brasileiros.

O dólar à vista recuperou as perdas da abertura e tem forte alta de 1,03%, negociada a R$ 5,4010.

MATHEUS SPIESS: MERCADO EM 5 MINUTOS

O MERCADO ESTÁ MAIS ANSIOSO DO QUE NUNCA: A REALIDADE DÓI

Lá fora, os mercados asiáticos encerraram o dia em forte alta nesta sexta-feira (11), acompanhando os sinais positivos dos mercados globais durante o pregão de ontem, refletindo a reação positiva dos investidores ao aumento menor do que o esperado na inflação dos preços ao consumidor dos EUA em outubro. O fato ajudou a aumentar o otimismo de que o Fed dos EUA começará a desacelerar o ritmo de suas medidas de aperto da política monetária já em sua próxima reunião, em dezembro.

Os mercados europeus mantêm nesta manhã a boa tendência verificada ontem, ajudados pelo PIB do Reino Unido, que caiu menos do que o esperado no terceiro trimestre (o consumidor permanece fraco, um alerta para outras economias desenvolvidas). Os futuros americanos também sobem, sem gatilhos que poderiam inverter o tom positivo. No Brasil, os ativos foram sensibilizados pelo ambiente político. Há espaço para que hoje tenhamos uma recuperação, ainda que marginal.

A ver…

00:41 — A lista de transição tem que melhorar muito para ficar ruim

A quinta-feira foi desastrosa para o Brasil em vários sentidos. O EWZ, uma cesta de ativos brasileiros no exterior, caiu 6,53% em dólar, registrando sua maior queda desde março de 2020. Também foi a pior queda do EWZ frente ao S&P 500, que subiu 5,54% ontem, desde maio de 2017. O desempenho foi tão caricato que não demorou para que ganhasse o apelido de “Boa Sorte Day”, em referência à fala de Henrique Meirelles em evento, que desejou boa sorte aos investidores caso o governo errasse no fiscal.

E as sinalizações até aqui são de que tem errado — há muita ansiedade no mercado, sim, mas não podemos nos esquecer que a tragédia econômica da Dilma começou a ser plantada na segunda metade do segundo mandato do Lula. Por isso, o mercado anseia por novidades no âmbito fiscal, desde a equipe econômica até um plano formal de substituição da âncora para as expectativas. O problema é que quem dormiu sonhando com Geraldo Alckmin e Pérsio Arida, acordou com Guido Mantega e Paulo Bernardo na equipe de transição. Há pouca materialidade ainda, mas o sinal foi ruim.

Lula relativizou a reação do mercado. De fato, ainda temos muito pela frente. Os trabalhos da transição sequer começaram e há nomes bons na equipe, ainda que não em fartura. O problema é que Lula precisa descer do palanque e tratar com responsabilidade o calcanhar de Aquiles de nossa República, o quadro fiscal. Se não fizer isso, não anunciar equipe econômica (oficial, não de transição) e não apresentar plano fiscal crível para os próximos anos, as coisas podem piorar muito rápido.

Depois da queda de ontem, seria natural esperar uma recuperação hoje, ainda que leve. Lula e Alckmin não estão mais em Brasília, o que indica que o tema fiscal só voltará a pesar na semana que vem. Isso permite que o bom resultado do Itaú possa repercutir no mercado. Portanto, o rebound dos ativos, muito penalizados ontem (até injustamente), os números do Itaú e o bom dia das commodities, nos dão espaço para encerrar bem uma semana muito difícil até aqui. Mais volatilidade deve continuar presente nas próximas semanas.
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01:55 — Uma surpresa positiva

Para os EUA, o dia foi impressionante. O índice Nasdaq subiu 7,4% na quinta-feira, seu melhor dia desde março de 2020, no início da pandemia. O S&P 500 saltou 5,5%, enquanto o Dow Jones Industrial Average avançou 3,7% — ambos os movimentos foram seus maiores ganhos percentuais desde 2020. O gatilho para isso foi um índice de preços ao consumidor melhor do que o esperado, que mostrou que os preços subiram 7,7% em relação ao ano anterior, abaixo da taxa de 8,2% de setembro e abaixo das expectativas de um aumento de 8%.

Como comentamos ontem, se os dados viessem abaixo do esperado, os ativos poderiam festejar. Foi o que aconteceu. Os números estimularam as esperanças de que a inflação finalmente já tenha atingido o pico. Como Jerome Powell cometeu o erro de ancorar as expectativas nos dados de IPC de maneira muito evidente, agora o mercado fica super sensibilizado com o indicador. Uma inflação menor possibilitaria menor agressividade no aperto monetário. Após os dados, o mercado passou a indicar uma chance de 85% de um aumento de 50 pontos base no próximo mês.

Vale destacar que, embora o dado de ontem indique que a inflação está se movendo na direção certa, não sugere que a inflação tenha sido extirpada da economia, tampouco que o trabalho do Fed para restaurar a estabilidade de preços esteja completo. Os juros vão continuar subindo e ficarão elevados por mais tempo. Ainda assim, há motivos para esperança de que a inflação esteja finalmente sendo controlada, dando ao Federal Reserve mais espaço para atuar — ele poderia atual mais no quantitativo e menos no monetário, mas tudo bem.

02:40 — Ou vai ou racha

Boas notícias vindas da China animam o mercado de commodities. Os chineses reduziram o tempo de detenção em quarentena para viajantes e pessoas que estiveram em contato com um caso de Covid de 13 para oito dias. Os mercados se recuperaram, presumivelmente na esperança de mais flexibilização à frente. Mais medidas precisam ser tomadas em breve para que o entendimento se fortaleça.

Claro, oito dias ainda é muito tempo, principalmente para viajantes internacionais acostumados à liberdade oferecida por vacinas funcionais, mas já é uma sinalização importante. Desde o início de novembro a informação de um eventual “zero Covid” dinâmico ou suave na China tem impulsionado o mercado. Se for verdade, pode ser um vetor importante para a recuperação das projeções de crescimento para 2023.

03:23 — Há melhora na cadeia de suprimentos

Há sinais de que as cadeias de suprimentos estão finalmente voltando ao normal. O Índice Global de Pressão da Cadeia de Suprimentos elaborado pelo Federal Reserve Bank de Nova York vem caindo acentuadamente desde abril. Adicionalmente, a gigante do transporte marítimo Maersk disse recentemente que as taxas de transporte de contêineres começaram a cair no final do último trimestre devido ao enfraquecimento da demanda dos clientes, juntamente com os mercados começando a se normalizar com menos interrupções na cadeia de suprimentos e menos congestionamento.

Ou seja, depois de um choque bíblico como o pandêmico, a logística do mundo finalmente vai se normalizando. Claro, as empresas ainda não estão fora de perigo, uma vez que elas ainda estão lidando com atrasos que estão pesando nas vendas. Ainda assim, mesmo sabendo que as cadeias de suprimentos são complicadas e confusas, os desenvolvimentos positivos podem ajudar a desafogar a oferta, deixando de ser um fator pressionador de preços, como aconteceu entre 2021 e 2022. Se há menos inflação, podemos almejar uma política monetária menos restritiva.

04:03 — O rio Mississippi

Nem todas as notícias das cadeias de suprimentos são positivas. O rio Mississippi, nos EUA, que transporta suprimentos essenciais como alimentos, madeira, carvão e aço para o mercado global, está flertando com níveis críticos devido à seca, forçando o tráfego a engasgar no pior momento possível. Inevitavelmente, o fenômeno aumentará a pressão sobre os preços globais dos alimentos em um momento em que a invasão da Ucrânia pela Rússia já os fez disparar.

Por sua natureza, os rios mudam ano a ano, mas a água baixa raramente foi um problema no Mississippi – até agora. As chuvas escassas resultaram em uma seca histórica na principal hidrovia dos Estados Unidos. Agora, bilhões de dólares de milho, trigo, fertilizantes e aço, esperam que os níveis de água subam novamente. O estrago pode custar à economia US$ 20 bilhões.

ABERTURA DO IBOVESPA FUTURO E DÓLAR

O Ibovespa futuro abriu o dia em alta de 0,50%, aos 111.160 pontos e acompanha o desempenho positivo dos índices no exterior.

No mesmo horário, o dólar à vista abriu em queda de 0,85%, a R$ 5,3508.

BRASIL: SETOR DE SERVIÇOS CRESCE

O volume de serviços prestados registrou crescimento de 0,9% em setembro ante agosto, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O avanço veio acima do esperado pelo mercado, que projetava crescimento de 0,3% no setor.

BALANÇOS 3T22: IRB (IRBR3)

Os resultados do IRB (IRBR3) são a crônica de um prejuízo anunciado. Além dos problemas financeiros que a resseguradora apresenta, o desempenho mensal era o prenúncio do que estava por vir.

O prejuízo líquido do IRB disparou no terceiro trimestre de 2022, passando de R$ 155,8 milhões entre julho e setembro de 2021 para R$ 298,7 milhões no mesmo intervalo deste ano.

No acumulado dos primeiros nove meses de 2002, a resseguradora teve prejuízo líquido de R$ 591,6 milhões milhões ante perda de R$ 311,8 milhões entre janeiro e setembro de 2021.

CONFIRA OS NÚMEROS DO RESULTADO TRIMESTRAL 

BALANÇOS 3T22: B3 (B3SA3)

Em um dos dias mais movimentados da temporada de balanços, com mais 90 empresas divulgandos os resultados do terceiro trimestre nesta quinta-feira (10), um dos nomes que chama a atenção dos investidores é o da B3 (B3SA3).

A operadora da bolsa brasileira registrou lucro líquido recorrente de R$ 1,15 bilhão entre julho e setembro – queda de 10,7% ante o terceiro trimestre do ano passado. Já receita líquida ficou praticamente estável na comparação anual, estacionada em R$ 2,25 bilhões.

O volume financeiro médio diário negociado (ADTV) do segmento de ações, uma métrica importante para a dona da bolsa de valores brasileira, recuou 17%, para R$ 26,1 bilhões. Segundo a B3, o indicador foi impactado pelo cenário de juros mais elevados.

CONFIRA OS DETALHES DO BALANÇO

BALANÇOS 3T22: MAGAZINE LUIZA (MGLU3)

Com um dos balanços mais aguardados de toda temporada e a expectativa de que traria resultados melhores em seu setor, a Magazine Luiza (MGLU3) reportou um prejuízo de R$ 166,8 milhões no terceiro trimestre de 2022.

O número reverte o lucro de R$ 143,5 milhões visto no mesmo período de 2021, segundo os dados informados nesta quinta-feira (10), e também traz frustração aos investidores.

O prejuízo está bem acima do consenso do mercado, que previa um prejuízo de R$ 86 milhões para a varejista.

Já o Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado, que traduz o resultado operacional da empresa, subiu 50,3% entre julho e setembro deste ano, totalizando R$ 527,5 milhões. A expectativa do mercado, segundos dados da Refinitiv, era de R$ 549,3 milhões.

CONFIRA OS NÚMEROS DO BALANÇO

BALANÇOS 3T22: ITAÚ (ITUB4)

Na corrida pelo título de melhor resultado entre os bancos, o Itaú (ITUB4) acabou ficando em segundo lugar. O lucro líquido gerencial da instituição chegou a R$ 8,079 bilhões no terceiro trimestre de 2022, o que representa um aumento de 19,2% em relação ao mesmo período do ano passado. Houve aumento também na comparação com o segundo trimestre, mas de 5,2%.

Mas o montante ainda ficou abaixo do Banco do Brasil (BBAS3), que obteve lucro ajustado de R$ 8,360 bilhões no terceiro trimestre e foi a grande estrela do período.

O retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) do Itaú, uma medida importante da saúde dos bancos, cresceu para 21%, vindo de 20,8% no segundo trimestre e de 19,7% no mesmo período do ano passado. Houve, ainda, aumento da carteira de crédito total, que alcançou R$ 1,111 trilhão.

CONFIRA OS DETALHES DO BALANÇO

BALANÇOS DO DIA

Antes da abertura dos mercados e dos balanços do dia, os investidores devem acompanhar os resultados divulgados após o fechamento dos mercados de ontem (10) e a abertura de hoje (11).

Começando com os resultados do IRB (IRBR3) , além dos problemas financeiros que a resseguradora apresenta, o desempenho mensal era o prenúncio do que estava por vir.

O prejuízo líquido do IRB disparou no terceiro trimestre de 2022, passando de R$ 155,8 milhões entre julho e setembro de 2021 para R$ 298,7 milhões no mesmo intervalo deste ano.

na sequência dos resultados, um dos balanços mais aguardados de toda temporada e a expectativa de que traria resultados melhores em seu setor, a Magazine Luiza (MGLU3) reportou um prejuízo de R$ 166,8 milhões no terceiro trimestre de 2022.

O número reverte o lucro de R$ 143,5 milhões visto no mesmo período de 2021, segundo os dados informados nesta quinta-feira (10), e também traz frustração aos investidores.

Por fim,  o lucro líquido gerencial do Itaú (ITUB4) chegou a R$ 8,079 bilhões no terceiro trimestre de 2022, o que representa um aumento de 19,2% em relação ao mesmo período do ano passado.

Houve aumento também na comparação com o segundo trimestre, mas de 5,2%.

Confira a seguir os balanços esperados para hoje:

  • Embraer (Brasil)
  • Cemig (Brasil)
  • Cosan (Brasil)
  • Itaúsa (Brasil)
AGENDA DO DIA

Agenda nacional:

  • IBGE: Volume de serviços em setembro (9h)
  • CNI: Índice de confiança empresarial de novembro (10h)
  • Política: Conselho político da transição de governo se reúne no CCBB, em Brasília, sem a presença do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (10h)
  • Banco Central: Presidente do BC, Roberto Campos Neto, palestra no evento online ‘O Cenário Econômico e a Agenda BC#’, promovido pelo CFA Society Brazil (11h45)

Agenda no exterior:

  • Estados Unidos: Índice de sentimento do consumidor de novembro, expectativa inflacionária para 1 e 5 anos (12h)
  • Egito: COP27 (o dia todo)
FUTUROS DE NOVA YORK SINALIZAM ALTA NA ABERTURA

Os índices futuros das bolsas de Nova York sinalizam a continuidade dos fortes ganhos observados na véspera.

As ações listadas em Wall Street também reagem ao apetite por risco desencadeado pelo relaxamento das restrições à disseminação da covid-19 pela China.

Na agenda americana, há expectativa pelo dado da Universidade de Michigan, que inclui expectativas para inflação, às 11h (de Brasília).

Também na esteira do relaxamento das restrições chineses, os contratos futuros de petróleo sobem diante da perspectiva de aumento da demanda.

  • S&P 500: 0,60%
  • Dow Jones: 0,50%
  • Nasdaq: 0,87%
BOLSAS EUROPEIAS ABREM EM ALTA E ESTENDEM GANHOS

As bolsas de valores europeias estendem no início da sessão de hoje os fortes ganhos da vésperas.

Os principais índices de ações da Europa acompanham o apetite por risco desencadeado pelo relaxamento das restrições impostas pela China para deter a disseminação do coronavírus.

A exceção é a bolsa de Londres, onde o mercado reage à retração de 0,2% da economia do Reino Unido no terceiro trimestre.

Ainda não se trata de uma recessão técnica, uma vez que o dado do segundo trimestre foi revisado para uma alta de 0,2%. Entretanto, os temores de que a economia britânica esteja à beira de uma recessão pesam.

  •  Euro Stoxx 50: 0,73%
  • Alemanha: 0,49%
  • Inglaterra: -0,23%
  • França: 0,58%
BOLSAS DA ÁSIA FECHAM EM FORTE ALTA

As bolsas de valores da Ásia fecharam em forte alta nesta sexta-feira.

O movimento deveu-se principalmente ao relaxamento das restrições impostas pela China por causa do coronavírus.

Também entrou na equação a perspectiva de que o Federal Reserve (Fed, o banco central americano) aperte menos os juros diante da desaceleração da inflação nos Estados Unidos em outubro.

Veja como fecharam as principais bolsas asiáticas:

  • Xangai: 1,69%
  • Tóquio: 2,98%
  • Hong Kong: 7,74%
  • Seul: 3,37%
  • Taiwan: 3,73%
CHINA RELACA PARTE DAS RESTRIÇÕES CONTRA A COVID-19

O governo da China relaxou parte das rígidas restrições para conter o coronavírus.

Entre as principais medidas anunciadas nesta sexta-feira, o governo chinês reduziu o período de quarentena obrigatória para viajantes que entram no país.

Até então, cidadãos que chegavam do exterior precisavam ficar isolados em um local supervisionado pelas autoridades sanitárias por sete dias, antes de cumprir isolamento em casa por mais três dias.

A partir de agora, a quarentena fiscalizada será reduzida para cinco dias, com manutenção do monitoramento domiciliar por mais três dias.

O cronograma também se aplicará às pessoas que tiverem contato próximo com infectados dentro do território chinês.

Pequim também diminuiu o número de categorias para designar o risco de cada região do país, deixando apenas os níveis “baixo” e “alto” e retirando o “médio”.

O governo anunciou ainda o fim do chamado “circuit breaker” para voos internacionais.

Pela regra, se mais de 4% dos passageiros de uma aeronave testassem positivo para a covid-19, a rota em questão ficava suspensa por uma semana.

Os chineses também deixarão de exigir dois testes negativos para entrar no país, sendo necessário apenas um.

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