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O fundo está exposto ao e-commerce, tendência acelerada pela pandemia de covid-19, e possui um portfólio de ativos de alta qualidade

Novembro é conhecido pelas promoções para os consumidores durante o período da Black Friday. E parece que, inspirados no varejo e abalados pela aversão ao risco que domina o mercado de renda variável, os fundos imobiliários também resolveram oferecer "descontos" aos investidores nesse mês.
O FII Bresco Logística (BRCO11), por exemplo, que é o favorito das corretoras consultadas pelo Seu Dinheiro desde março, acumula uma queda de mais de 7,8% até esta quinta-feira (17). Por volta das 12h50, o fundo recuava 1,86%, a R$ 101,33.
O recuo, porém, parece ser apenas um tropeço na trajetória do fundo imobiliário desde o IPO em dezembro de 2019, quando suas cotas estrearam na B3. Segundo o relatório gerencial divulgado ontem, o BRCO11 rendeu 32,2% no período, contra 2,6% do IFIX - índice que reúne os principais FIIs da bolsa brasileira.
O cálculo inclui a variação do preço no mercado secundário e também os dividendos distribuídos. Em novembro, por exemplo, o fundo pagou R$ 10,3 milhões, ou R$ 0,70 por cota. A cifra implica em um dividend yield mensal de 0,64%.
Além do retorno atrativo, o Bresco Logística chama a atenção das corretoras por outros fatores. Um deles é a exposição ao e-commerce, tendência acelerada pelas medidas de isolamento social implementadas durante a pandemia de covid-19.
O portfólio de locatários do fundo imobiliário está cerca de 57% ligado ao varejo online e tem Magazine Luiza, Mercado Livre e Americanas entre os inquilinos
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Com 11 ativos na carteira, o BRCO11 atrai pela qualidade dos imóveis. Novos ativos só entram se possuírem especificações técnicas “A+” — ou seja, de alto padrão construtivo —, e a manutenção constante mantém a boa condição dos empreendimentos que já estão na carteira.
A taxa de vacância física atualmente zerada também agrada os analistas. E a situação deve permanecer assim por mais algum tempo, já que os contratos de locação possuem prazo médio remanescente de 4,8 anos.
A localização dos galpões é mais um ponto forte: 59% deles estão em São Paulo e 39% da receita total do fundo vem da capital do Estado, a maior metrópole do país. O restante dos ativos está dividido entre Minas Gerais, Bahia, Paraná, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro.
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