O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O mercado de trabalho norte-americano adicionou 528.000 novas vagas em julho, superando facilmente uma estimativa da Dow Jones de um aumento de 258.000; a taxa de desemprego fica abaixo do previsto e cai para 3,5%
A locomotiva do mercado de trabalho norte-americano passou por cima de Wall Street nesta sexta-feira (05) — e só o Dow Jones saiu ileso dessa. Os dados de emprego acima do esperado nos EUA em julho atropelaram o S&P 500, depois de provocar muita volatilidade nas negociações.
A economia norte-americana gerou 528.000 empregos no mês passado, superando facilmente a estimativa da agência Dow Jones de criação de 258.000 vagas. A taxa de desemprego caiu para 3,5%, ficando abaixo da estimativa de 3,6%.
Não bastasse isso, os salários também subiram mais do que o projetado: 0,5% em base mensal e 5,2% na comparação ano a ano — sinalizando que a aceleração da inflação provavelmente ainda é um problema.
O S&P 500 e o Nasdaq não resistiram a dados tão fortes e terminaram o dia em queda, com o menor impacto no Dow Jones, que conseguiu encerrar o pregão em alta.
Confira a variação e a pontuação dos três principais índices de ações dos EUA no fechamento:
O S&P 500 não resistiu ao payroll — como é conhecido o relatório de emprego dos EUA — por conta do que o Federal Reserve (Fed) pode fazer com a taxa de juros.
Leia Também
Uma criação tão sólida de vagas e uma taxa tão baixa de desemprego em um cenário de inflação no maior nível em mais de 40 anos podem forçar o banco central norte-americano a ser ainda mais agressivo no aperto monetário.
E isso pode acontecer ainda que o presidente do Fed, Jerome Powell, tenha sinalizado o contrário.
Na semana passada, Powell concedeu uma coletiva de imprensa e falou tudo o que os investidores queriam ouvir: o mercado de trabalho ia começar a desacelerar, a inflação ia sentir os efeitos dos aumentos do juro e o ritmo de elevação da taxa poderia perder força.
Mas o payroll de hoje coloca em xeque as premissas do homem forte do Fed — por isso o S&P 500 e Wall Street como um todo reagiram mal aos dados de emprego, antecipando movimentos mais agressivos do BC dos EUA.
Para o economista sênior da Capital Economics para os EUA, Michael Pearce, o payroll de hoje aumenta as chances de que o Federal Reserve eleve o juro em 75 pontos-base (pb) em setembro, embora ressalte que o movimento dependerá mais da evolução dos próximos dois relatórios sobre a inflação.
Já o economista do Bank of America para os EUA, Stephen Juneau, acredita que o Fed ainda vai preferir avançar com elevações menores: 50 pb nas reuniões de setembro e novembro, seguidos por um aumento de 25 pb em dezembro.
Mas Juneau alerta que os riscos para as perspectivas continuam a se inclinar na direção de uma trajetória de uma política monetária mais firme.
Assim como o S&P 500, as bolsas europeias também fecharam em baixa diante da força inesperada no mercado de trabalho norte-americano.
O índice pan-europeu Stoxx 600 encerrou o dia em queda de 0,8%. As ações de tecnologia caíram 2,4%, com a maioria dos setores em território negativo.
Assim como nos EUA, a demonstração de força do mercado de trabalho norte-americano foi interpretada pelos investidores europeus como uma chance maior de o Federal Reserve agir de forma mais agressiva para derrubar a inflação.
Embora o risco político da Petrobras afete a inclinação dos investidores brasileiros em investir na ação, os estrangeiros são mais otimistas com a ação
Resultado do quarto trimestre mostra avanço nas operações de incorporação, mas perdas da Resia continuam pressionando o balanço e preocupando analistas
Alta da commodity chegou a superar 25% durante a madrugada, empurrou investidores para ativos de proteção e reacendeu temores de inflação e juros altos — inclusive no Brasil
A possibilidade de reabertura da janela de IPOs atrai empresas dispostas a abrir o capital, mas movimento nessa direção ainda é tímido
Com o início do horário de verão nos Estados Unidos e na Europa, a bolsa brasileira encurta o tempo de negociação para manter a sincronia com os mercados globais
Escalada da guerra no Oriente Médio e disparada do petróleo marcaram a semana na bolsa brasileira; veja as ações com maiores altas e quedas
A fabricante de aeronaves registrou resultados abaixo do esperado pelo mercado e ações reagem em queda: o que aconteceu com a Embraer?
Veja quais são os fundos imobiliários favoritos dos analistas neste mês e como posicionar sua carteira de FIIs agora
Mesmo com juros altos e volatilidade global, analistas veem um grupo seleto de empresas capaz de atravessar a turbulência e se valorizar na bolsa neste ano
Ao Seu Dinheiro, analistas da Empiricus Research recomendaram seus investimentos preferidos para março, entre ações, fundos imobiliários e criptoativos
O principal índice de ações do Brasil tomba 4,64% por volta das 12h10, aos 180.518,33 pontos; dólar avança mais de 3,18%, negociado aos R$ 5,3045
Gerido por gestora próxima ao agro, novo Fiagro negociado na bolsa brasileira pretende levar o setor para mais perto dos investidores comuns; conheça
O que determina que empresas petroleiras vão ganhar mais com esse conflito não é só o preço da commodity; entenda
Greg Abel defende quatro empresas norte-americanas favoritas que devem continuar na carteira por décadas — e cinco empresas japonesas que também compõem o portfólio
Escalada no Oriente Médio fez os preços do petróleo subirem e levou junto as petroleiras no B3; ouro terminou o dia com alta de mais de 1%, enquanto a prata caiu
Fluxo estrangeiro impulsiona a bolsa brasileira, mas resultados fracos e endividamento pesado derrubam algumas ações no mês; veja os destaques
Se o risco virar escassez real, o barril pode mudar de patamar; entenda os três fatores que o mercado monitora e o possível efeito sobre a Petrobras
A agência de classificação de risco não descarta novos rebaixamentos para a Cosan (CSAN3) e a ação liderou as quedas do Ibovespa nesta sexta (27)
Apesar da queda de 2,7% após o balanço do 4º trimestre de 2025, analistas recomendam compra para as ações da Axia (AXIA3)
Em até 60 dias, a Bradsaúde pode estrear na B3 — mas antes precisa passar por assembleias decisivas, concluir a reorganização societária e obter o aval da ANS e da CVM