O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A escalada das tensões entre Rússia e Ucrânia continua a pressionar o câmbio
O dólar fechou a quarta-feira negociado a R$ 5,1669, valorização de 0,76%. Já o euro fechou valendo R$ 8,8754, valorização de 0,53%.
As tensões entre Rússia e Ucrânia continuam a pressionar o câmbio, mantendo os agentes econômicos apreensivos e atentos ao que acontece na região.
As acusações mútuas entre os rebeldes apoiados pela Rússia e as forças ucranianas, de que a contraparte teria efetuado disparos além da linha de cessar-fogo, contribuíram para o clima de incerteza durante o dia. Para completar, a Otan ainda afirmou que não há sinal de retirada de tropas russas.
Nos EUA, dados econômicos frustrantes também tiveram seu impacto. As construções de moradia registraram queda bem maior do que a prevista pelo mercado e o aumento dos pedidos de seguro desemprego, de 23 mil para 248 mil, frente uma previsão de 218 mil pedidos ajudaram o dólar a acelerar a alta.
Se a ata do Fed de ontem trouxe algum alívio para os mercados em Nova York, hoje foi a vez de James Bullard, presidente do Fed de St Louis, roubar a cena ao conceder entrevista à CNN.
Na ocasião, defendeu um aumento mais agressivo, de 100 pontos-base na taxa de juros até julho, já que o núcleo da inflação por lá estaria mais de 3% acima da meta, que é de 2% ao ano.
Leia Também
Também chamou atenção a declaração de Phillip Lane, economista-chefe do Banco Central Europeu, que disse não esperar que a inflação na Zona do Euro retorne aos níveis observados antes da pandemia, isso porque a economia global teria se modificado de maneira estrutural.
A declaração foi vista como uma preparação para uma mudança na política monetária do BCE, que já há uma década pratica taxas de juros baixíssimas e opera grandes operações de recompra de títulos.
Acompanhe a nossa cobertura completa de mercados para acompanhar o desempenho de bolsa, dólar e juros hoje. Confira também o fechamento dos principais contratos de DI:
| CÓDIGO | NOME | ULT | FEC |
| DI1F23 | DI jan/23 | 12,41% | 12,36% |
| DI1F25 | DI Jan/25 | 11,46% | 11,33% |
| DI1F26 | DI Jan/26 | 11,31% | 11,16% |
| DI1F27 | DI Jan/27 | 11,33% | 11,17% |
A possibilidade de reabertura da janela de IPOs atrai empresas dispostas a abrir o capital, mas movimento nessa direção ainda é tímido
Com o início do horário de verão nos Estados Unidos e na Europa, a bolsa brasileira encurta o tempo de negociação para manter a sincronia com os mercados globais
Escalada da guerra no Oriente Médio e disparada do petróleo marcaram a semana na bolsa brasileira; veja as ações com maiores altas e quedas
A fabricante de aeronaves registrou resultados abaixo do esperado pelo mercado e ações reagem em queda: o que aconteceu com a Embraer?
Veja quais são os fundos imobiliários favoritos dos analistas neste mês e como posicionar sua carteira de FIIs agora
Mesmo com juros altos e volatilidade global, analistas veem um grupo seleto de empresas capaz de atravessar a turbulência e se valorizar na bolsa neste ano
Ao Seu Dinheiro, analistas da Empiricus Research recomendaram seus investimentos preferidos para março, entre ações, fundos imobiliários e criptoativos
O principal índice de ações do Brasil tomba 4,64% por volta das 12h10, aos 180.518,33 pontos; dólar avança mais de 3,18%, negociado aos R$ 5,3045
Gerido por gestora próxima ao agro, novo Fiagro negociado na bolsa brasileira pretende levar o setor para mais perto dos investidores comuns; conheça
O que determina que empresas petroleiras vão ganhar mais com esse conflito não é só o preço da commodity; entenda
Greg Abel defende quatro empresas norte-americanas favoritas que devem continuar na carteira por décadas — e cinco empresas japonesas que também compõem o portfólio
Escalada no Oriente Médio fez os preços do petróleo subirem e levou junto as petroleiras no B3; ouro terminou o dia com alta de mais de 1%, enquanto a prata caiu
Fluxo estrangeiro impulsiona a bolsa brasileira, mas resultados fracos e endividamento pesado derrubam algumas ações no mês; veja os destaques
Se o risco virar escassez real, o barril pode mudar de patamar; entenda os três fatores que o mercado monitora e o possível efeito sobre a Petrobras
A agência de classificação de risco não descarta novos rebaixamentos para a Cosan (CSAN3) e a ação liderou as quedas do Ibovespa nesta sexta (27)
Apesar da queda de 2,7% após o balanço do 4º trimestre de 2025, analistas recomendam compra para as ações da Axia (AXIA3)
Em até 60 dias, a Bradsaúde pode estrear na B3 — mas antes precisa passar por assembleias decisivas, concluir a reorganização societária e obter o aval da ANS e da CVM
Retomada das ofertas ainda enfrenta incertezas, diz Vinicius Carmona ao Money Times; entenda o que falta para o caminho abrir de vez
O novo preço-alvo para a empresa de saneamento tem uma projeção de queda de 41,95% no valor da ação em relação ao último fechamento
Mudança afeta ações, opções e contratos futuros de índice após o fim do horário de verão no exterior