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Os investidores locais ainda aguardam a divulgação do IPCA-15, que pode registrar deflação de acordo com projeções
As bolsas internacionais têm mostrado alguma recuperação há pouco mais de uma semana para cá. Ontem, o Ibovespa subiu 1,36% e recuperou a faixa dos 100 mil pontos na esteira da alta do petróleo e do minério de ferro — na outra ponta, o dólar à vista registrou queda de mais de 2%, na cotação de R$ 5,36 no fechamento de ontem (25).
Boa parte dessa alta recente se deve à temporada de balanços, que hoje começa a ganhar ritmo no Brasil, mas já pega fogo nos Estados Unidos e na Europa. Entretanto, esse movimento pode estar com os dias contados. Ou seriam horas já?
Vejamos: as bolsas da Ásia e do Pacífico fecharam o pregão desta terça-feira (26) em alta, seguindo o otimismo do plano de listagem de ações da Alibaba para investidores da China continental. A expectativa com a decisão de juros do Fed na quarta-feira (27) ficou em segundo plano.
Em Nova York, porém, os índices futuros sinalizam queda em Wall Street. Isso porque os temores com o avanço da inflação e com o cada vez mais elevado risco de que a desaceleração econômica se transforme em recessão voltaram à tona nesta terça-feira.
O mesmo acontece com as bolsas na Europa, que operam sem direção definida nas primeiras horas da manhã.
Como os balanços previstos para hoje no Brasil estão previstos para depois do fechamento, é possível que os investidores busquem ajustar suas posições nos papéis do Carrefour e da Neoenergia. E também para a Klabin, que divulga seu resultado trimestral amanhã cedo.
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Enquanto isso, os investidores repercutem hoje a possibilidade de a Petrobras anunciar ainda esta semana a antecipação de mais R$ 40 bilhões em dividendos.
Confira o que movimenta as bolsas, o dólar e o Ibovespa hoje:
Os investidores tentam se antecipar ao resultado da reunião do Fomc, o comitê de política monetária do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano). Entretanto, isso só vai acontecer no meio da tarde de amanhã.
Os participantes do mercado financeiro esperam uma alta de 75 pontos-base, numa ação de política monetária similar à de junho.
Outro gatilho de ansiedade é a expectativa com relação ao resultado do PIB dos Estados Unidos no segundo trimestre, previsto apenas para a quinta-feira (28)
Depois do recuo registrado nos primeiros três meses do ano, um novo resultado negativo colocaria os EUA em recessão técnica — quando o PIB cai por dois trimestres seguidos.
É nesse contexto que um inesperado alerta feito pelo Walmart na noite de ontem pesa hoje sobre os mercados financeiros.
A rede varejista avisou a seus acionistas que o lucro por ação deve diminuir entre 8% e 9% no segundo trimestre. Mas não só. No ano, a expectativa agora é de que o lucro por ação recue entre 11% e 13%. A previsão anterior era de queda de 1%.
Nas palavras do próprio Walmart, o lucro da companhia está sob pressão da alta dos preços dos alimentos e dos combustíveis.
As vendas gerais até aumentaram, mas concentram-se nos itens básicos de consumo. As vendas de produtos de maior valor agregado caíram drasticamente.
Como o anúncio não estava programado, o fator surpresa também pesa. As ações do Walmart caíam 9% no pré-mercado na manhã de hoje.
“Os temores de recessão aumentam nos Estados Unidos depois do aviso do Walmart”, disse Jeffrey Halley, analista da corretora Oanda.
Os resultados trimestrais seguem em destaque hoje nos Estados Unidos.
A expectativa aumenta ainda mais por se tratar de algumas das maiores empresas do mundo na atualidade.
A Microsoft e a Alphabet, dona do Google, divulgam seus resultados hoje, mas só depois do fechamento em Wall Street. Amanhã será a vez da Meta Platforms, controladora do Facebook. Na quinta-feira, Apple e Amazon fecham o ciclo das big techs, que juntas somam US$ 7,5 trilhões em valor de mercado.
O destaque do dia no panorama doméstico vai para grande expectativa com o balanço da Petrobras (PETR3;PETR4) na quinta-feira. O resultado em si não é o grande destaque, mas o possível anúncio de antecipação do pagamento dos dividendos da empresa aos acionistas — incluindo a União.
A medida vem na esteira de uma série de pressões do governo federal sobre a estatal, tendo em vista que o caixa público se beneficia do montante pago em dividendos.
No primeiro trimestre, a estatal pagou cerca de R$ 48,5 bilhões aos cofres públicos; para o período referente aos três meses seguintes, a expectativa é de cerca de R$ 40 bilhões.
Ainda nesta terça-feira, o IBGE deve divulgar a prévia da inflação oficial em julho, medida pelo IPCA-15. Diferentemente do que vinha acontecendo, as projeções agora contam com uma certa expectativa de deflação.
De acordo com informações colhidas pelo Broadcast, as expectativas para o IPCA-15 variam de uma queda de 0,70% até um avanço de 0,70% no mês — com mediana em 0,16%.
Na base anual, o índice de preços deve avançar 11,41% em 12 meses. As projeções vão de alta de 9,80% até 11,94%.
Isso representa uma queda significativa em relação a leitura de junho, que avançou 0,69% na base mensal e 12,04% na comparação anual.
Antes da abertura:
Após o fechamento:
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