O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Empresa vai pagar R$ 431,5 milhões à Enel Américas, atual dona da usina que fica em Caucaia, no Ceará (CE)
No tabuleiro do jogo de aquisições do setor elétrico, a Eneva (ENEV3) fincou mais uma bandeira no Nordeste. No segundo negócio em menos de um mês, a empresa anunciou nesta sexta-feira (10) a compra da Termofortaleza.
A Eneva vai pagar R$ 431,5 milhões à Enel Américas, atual dona da usina.
Esse valor base ainda será corrigido após a conclusão do negócio, que também prevê pagamentos contingentes, ou seja, passivos não reconhecidos em demonstrações financeiras, que podem chegar a R$ 97 milhões.
O principal ativo da Termofortaleza, chamada Central Geradora Termelétrica Fortaleza (CGTF), é uma termelétrica a gás em Caucaia, no Ceará, responsável pela produção de até 327 megawatts. Em 2021, a companhia registrou uma receita líquida de R$ 1,7 bilhão.
A conclusão do negócio ainda depende da aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e do conselho da Enel Américas, além de órgãos internos de governança corporativa.
Há pouco, ainda durante a abertura da bolsa, os papéis da Eneva (ENEV3) operavam em leve queda de 0,20%.
Leia Também
Essa é a segunda aquisição da Eneva (ENEV3) em menos de um mês. Na semana passada, o grupo de geração de energia fechou um acordo para a compra da Celse (Centrais Elétricas de Sergipe) por R$ 6 bilhões.
A Eneva pagou um total de R$ 1,9 bilhão aos atuais sócios da Celse, além de assumir uma dívida de R$ 4,1 bilhões.
Com 1.593 megawatts de capacidade instalada, a termelétrica de gás natural é capaz de suprir até 15% da demanda energética do Nordeste, região onde a Eneva busca ampliar sua atuação.
Fluxo estrangeiro impulsiona a bolsa brasileira, mas resultados fracos e endividamento pesado derrubam algumas ações no mês; veja os destaques
Se o risco virar escassez real, o barril pode mudar de patamar; entenda os três fatores que o mercado monitora e o possível efeito sobre a Petrobras
A agência de classificação de risco não descarta novos rebaixamentos para a Cosan (CSAN3) e a ação liderou as quedas do Ibovespa nesta sexta (27)
Apesar da queda de 2,7% após o balanço do 4º trimestre de 2025, analistas recomendam compra para as ações da Axia (AXIA3)
Em até 60 dias, a Bradsaúde pode estrear na B3 — mas antes precisa passar por assembleias decisivas, concluir a reorganização societária e obter o aval da ANS e da CVM
Retomada das ofertas ainda enfrenta incertezas, diz Vinicius Carmona ao Money Times; entenda o que falta para o caminho abrir de vez
O novo preço-alvo para a empresa de saneamento tem uma projeção de queda de 41,95% no valor da ação em relação ao último fechamento
Mudança afeta ações, opções e contratos futuros de índice após o fim do horário de verão no exterior
Analistas afirmam que a Aura Minerals é uma ‘oportunidade dourada’ graças à exposição ao ouro, ao crescimento acelerado e forte geração de caixa
Em painel no BTG Summit, especialistas falam sobre o crescimento dos ETFs no Brasil e as diferenças desses ativos para os demais investimentos
No médio prazo, o principal índice da bolsa pode buscar os 250 mil pontos, patamar correspondente ao topo de alta de longo prazo
Analistas dizem quais são as expectativas para o balanço de cada um dos frigoríficos com os efeitos do mercado chinês, ciclo do frango e estoques
Investimentos para defender liderança pressionam margens e derrubam as ações na Nasdaq, mas bancos veem estratégia acertada e mantêm recomendação de compra, com potencial de alta relevante
A plataforma registrou lucro líquido de US$ 559 milhões, abaixo das expectativas do mercado e 12,5% menor do que o mesmo período de 2024. No entanto, frete gratis impulsionou vendas no Brasil, diante das preocupações do mercado, mas fantasma não foi embora
Empresa de eletrodomésticos tem planos de recapitalização que chegam a US$ 800 milhões, mas não foram bem aceitos pelo mercado
Relatório do BTG mostra a mudança na percepção dos gestores sobre o Ibovespa de novembro para fevereiro
Medida anunciada por Donald Trump havia provocado forte queda na véspera, mas ações de tecnologia e melhora do humor externo sustentam os mercados
Gestor explica o que derrubou as ações da fintech após o IPO na Nasdaq, e o banco Citi diz se é hora de se posicionar nos papéis
Segundo fontes, os papéis da provedora de internet caíram forte na bolsa nesta segunda-feira (23) por sinais de que a venda para a Claro pode não sair; confira o que está barrando a transação
Em entrevista exclusiva, o CEO do Bradesco, Marcelo Noronha, detalha o que já realizou no banco e o que ainda vem pela frente