Dólar recua 0,87% e vale R$ 4,87. Euro também cai e vale R$ 5,13; confira o que movimentou o câmbio nesta sexta-feira
Apesar do predomínio de um certo humor pessimista pelo mundo, o real conseguiu ter mais um dia de ganhos em relação ao dólar
O dólar teve uma sexta-feira (20) de recuos e encerrou as negociações a R$ 4,8740, desvalorização de 0,87%. O euro caiu 1,33% e vale R$ 5,1349. Na semana, a moeda norte-americana recuou 3,52%, ao passo que o euro registrou 2,61% de desvalorização.
O que mexe com o câmbio por aqui
O dia por aqui foi de poucas novidades, com a terceira rodada neste mês da pesquisa eleitoral do Ipespe revelando cenário estável. Tanto o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, quanto o atual presidente Jair Bolsonaro repetiram o desempenho do levantamento anterior. O petista lidera a corrida pela presidência com 44% das intenções de votos, contra 32% de seu adversário.
O Ipea divulgou informações sobre a balança comercial do agronegócio brasileiro. Entre janeiro e abril, foi registrado superávit de 43,7 bilhões de dólares. As exportações do setor apresentaram crescimento de quase 35% e as importações permaneceram estáveis.
Como nos outros bens o déficit foi de US$ 23,5 bilhões, o saldo da balança comercial total ficou em um superávit de US$ 20,2 bilhões.
Durante o dia, o dólar operou no intervalo entre R$ 4,8540 e R$ 4,9214. Já o euro registrou mínima de R$ 5,1247 e máxima de R$ 5,1772.
- SIGA A GENTE NO INSTAGRAM: análises de mercado, insights de investimentos e notícias exclusivas sobre finanças
E lá fora
O dia começou quente com a decisão do Banco do Povo da China (PBoC, o BC chinês) de reduzir sua taxa de juro para empréstimos de longo prazo. A taxa para prazos de cinco anos ou mais caiu de 4,60% para 4,45%, ao passo que a taxa para empréstimos de curto prazo permaneceu inalterada, em 3,70%.
Leia Também
Ainda na Ásia, os preços ao consumidor no Japão registraram avanço anual superior a 2% pela primeira vez em 13 anos. O aumento é o maior desde 1991.
Mesmo assim, a expectativa é de que o Banco do Japão (BoJ, o BC japonês) mantenha os juros próximos de zero, já que a demanda por consumo anda relativamente fraca e não se espera que a taxa permaneça acima dos 2%, que é a meta da autoridade monetária.
Na Europa, mais sinais de que o dinheiro deve ficar mais caro em um futuro próximo. Para começo de conversa, o economista chefe do Banco da Inglaterra, Huw Pill, disse que a instituição deve prosseguir com o aperto monetário. Segundo ele, a autoridade monetária espera que a inflação chegue aos dois dígitos ainda no terceiro trimestre deste ano.
Quem também se mostrou incomodado com o movimento dos preços foi Madis Muller, presidente do banco da Estônia, que afirmou que o Banco Central Europeu (BCE) deve passar a privilegiar o combate à inflação e não mais o estímulo à atividade.
Neste cenário, o DXY, índice que compara o dólar a outras moedas, com especial ênfase para o euro, avançou, demonstrando que a moeda norte-americana ganhou força nesta sexta-feira.
Acompanhe a nossa cobertura completa de mercados para acompanhar o desempenho de bolsa, dólar e juros hoje. Confira também o fechamento dos principais contratos de DI:
| CÓDIGO | NOME | ULT | FEC |
| DI1F23 | DI jan/23 | 13,27% | 13,29% |
| DI1F25 | DI Jan/25 | 12,09% | 12,24% |
| DI1F26 | DI Jan/26 | 11,91% | 12,03% |
| DI1F27 | DI Jan/27 | 11,86% | 11,98% |
Com invasão dos EUA na Venezuela, como fica o preço do petróleo e o que pode acontecer com a Petrobras (PETR3) e junior oils
Empresas petroleiras brasileiras menores, como Brava (BRAV3) e PetroRio (PRIO3), sofrem mais. Mas a causa não é a queda do preço do petróleo; entenda
Pão de Açúcar (PCAR3) tem novo CEO depois de meses com cargo ‘vago’. Ele vai lidar com o elefante na sala?
Alexandre Santoro assume o comando do Grupo Pão de Açúcar em meio à disputa por controle e a uma dívida de R$ 2,7 bilhões
Nem banco, nem elétrica: ação favorita para janeiro de 2026 vem do canteiro de obras e está sendo negociada com desconto
Com um desconto de 27,18% no último mês, a construtora recebeu três recomendações entre os nove bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro
Ação da Azul (AZUL54) em queda livre: por que os papéis estão sendo dizimados na bolsa, com perdas de 50% só hoje (2)?
Papéis derretem na bolsa após o mercado precificar os efeitos do Chapter 11 nos EUA, que envolve conversão de dívidas em ações, emissão massiva de novos papéis, fim das preferenciais e forte diluição para os atuais acionistas
Dasa (DASA3): vender ativos por metade do preço pago foi um bom negócio? Analistas respondem
Papéis chegaram a disparar com a venda de ativos, mas perderam força ao longo do dia; bancos avaliam que o negócio reduz dívida, ainda que com desconto relevante
Minerva (BEEF3) e MBRF (MBRF3) caem forte com tarifas da China sobre a carne bovina brasileira
País asiático impôs uma tarifa de 55% às importações que excederem a cota do Brasil, de 1,1 milhão de toneladas
FIIs de galpões logísticos foram os campeões de 2025; confira o ranking dos melhores e piores fundos imobiliários do ano
Entre os destaques positivos do IFIX, os FIIs do segmento de galpões logísticos vêm sendo beneficiados pela alta demanda das empresas de varejo
Petrobras (PETR4): por que ação fechou o ano no vermelho com o pior desempenho anual desde 2020
Não foi só o petróleo mais barato que pesou no humor do mercado: a expectativa em torno do novo plano estratégico, divulgado em novembro, e dividendos menos generosos pesaram nos papéis
As maiores quedas do Ibovespa em 2025: o que deu errado com Raízen (RAIZ4), Hapvida (HAPV3) e Natura (NATU3)?
Entre balanços frustrantes e um cenário econômico hostil, essas companhias concentraram as maiores quedas do principal índice da bolsa brasileira
Ouro recua quase 5% e prata tomba quase 9% nesta segunda (29); entenda o que aconteceu com os metais preciosos
Ouro acumula alta de 66% em 2025, enquanto a prata avançou cerca de 145% no ano
Na reta final de 2025, Ibovespa garante ganho de 1,5% na semana e dólar acompanha
A liquidez reduzida marcou as negociações na semana do Natal, mas a Selic e o cenário eleitoral, além da questão fiscal, continuam ditando o ritmo do mercado brasileiro
Apetite por risco atinge o maior nível desde 2024, e investidores começam a trocar a renda fixa pela bolsa, diz XP
Levantamento com assessores mostra melhora no sentimento em relação às ações, com aumento na intenção de investir em bolsa e na alocação real
Perto da privatização, Copasa (CSMG3) fará parte do Ibovespa a partir de janeiro, enquanto outra ação dá adeus ao índice principal
Terceira prévia mostra que o índice da B3 começará o ano com 82 ativos, de 79 empresas, e com mudanças no “top 5”; saiba mais
3 surpresas que podem mexer com os mercados em 2026, segundo o Morgan Stanley
O banco projeta alta de 13% do S&P 500 no próximo ano, sustentada por lucros fortes e recuperação gradual da economia dos EUA. Ainda assim, riscos seguem no radar
Ursos de 2025: Banco Master, Bolsonaro, Oi (OIBR3) e dólar… veja quem esteve em baixa neste ano na visão do Seu Dinheiro
Retrospectiva especial do podcast Touros e Ursos revela quem terminou 2025 em baixa no mercado, na política e nos investimentos; confira
Os recordes voltaram: ouro é negociado acima de US$ 4.450 e prata sobe a US$ 69 pela 1ª vez na história. O que mexe com os metais?
No acumulado do ano, a valorização do ouro se aproxima de 70%, enquanto a alta prata está em 128%
LCIs e LCAs com juros mensais, 11 ações para dividendos em 2026 e mais: as mais lidas do Seu Dinheiro
Renda pingando na conta, dividendos no radar e até metas para correr mais: veja os assuntos que dominaram a atenção dos leitores do Seu Dinheiro nesta semana
R$ 40 bilhões em dividendos, JCP e bonificação: mais de 20 empresas anunciaram pagamentos na semana; veja a lista
Com receio da nova tributação de dividendos, empresas aceleraram anúncios de proventos e colocaram mais de R$ 40 bilhões na mesa em poucos dias
Musk vira primeira pessoa na história a valer US$ 700 bilhões — e esse nem foi o único recorde de fortuna que ele bateu na semana
O patrimônio do presidente da Tesla atingiu os US$ 700 bilhões depois de uma decisão da Suprema Corte de Delaware reestabelecer um pacote de remuneração de US$ 56 bilhões ao executivo
Maiores quedas e altas do Ibovespa na semana: com cenário eleitoral e Copom ‘jogando contra’, índice caiu 1,4%; confira os destaques
Com Copom firme e incertezas políticas no horizonte, investidores reduziram risco e pressionaram o Ibovespa; Brava (BRAV3) é maior alta, enquanto Direcional (DIRR3) lidera perdas