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A sexta-feira de poucas novidades acabou oferecendo algum alivio ao câmbio, que recua na semana
Depois de o dólar começar a semana com uma alta importante, indo dos R$ 5,07 aos R$ 5,15 numa tacada só e se sustentando acima dos R$ 5,10 durante todo o tempo, parecia difícil que a moeda norte-americana fechasse a semana registrando recuo.
Pois foi o que aconteceu, o dólar fechou a sexta-feira negociado a R$ 5,0575, desvalorização de 1,61%. Na semana, a moeda norte-americana perdeu 0,35%.
O euro também passou o dia no território dos recuos e vale R$ 5,2536, o que representa uma queda de 1,58%. Na semana, a desvalorização acumulou 1,76%.
O mercado utilizou a sexta-feira para repercutir o noticiário corporativo e os últimos resultados trimestrais divulgados, o que acabou deixando as coisas mais tranquilas.
O IBGE divulgou hoje seus dados sobre o mercado de trabalho no primeiro trimestre deste ano. A taxa de desemprego só não ficou estável em uma das 27 unidades federativas, o Amapá. 4
Além disso, são quase 3,5 milhões de pessoas buscando uma recolocação no mercado de trabalho há pelo menos dois anos. E outros 4,6 milhões já desistiram de retornar ao trabalho, são os chamados desalentados. A taxa de desemprego na média no primeiro trimestre deste ano foi de 11,1%.
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Durante o dia, o dólar operou no intervalo entre R$ 5,0466 e R$ 5,1500. O euro, por sua vez, registrou máxima de R$ 5,2536 e mínima de R$ 5,2515.
Fora do Brasil, os destaques são vários. Primeiro, vale comentar a declaração do presidente do Fed de Minneapolis, Neel Kashkari, que reforçou o compromisso da autoridade monetária com o combate à inflação nos Estados Unidos, mas não sem dizer que espera que tenham de “fazer menos”.
Também nos Estados Unidos, foi divulgado hoje o índice de sentimento do consumidor, da Universidade de Michigan. O indicador registrou recuo maior do que o previsto na leitura preliminar de maio.
Na Zona do Euro, chama atenção a produção industrial, que foi 1,8% menor em março na comparação com fevereiro, já considerados os ajustes sazonais.
Do outro lado do mundo, na China, país que tem preocupado investidores com a sua política de enfrentamento à Covid, já que esta pode causar impactos importantes nas cadeias produtivas pelo mundo, foram divulgados os dados sobre a concessão de empréstimos em abril.
Os números revelaram que os bancos chineses emprestaram US$ 95,1 bilhões, montante bastante inferior ao registrado anteriormente e também inferior às previsões dos analistas.
Neste cenário, o DXY, índice que compara o dólar a seus pares, com especial ênfase para o euro, registrou recuo.
Acompanhe a nossa cobertura completa de mercados para acompanhar o desempenho de bolsa, dólar e juros hoje. Confira também o fechamento dos principais contratos de DI:
| CÓDIGO | NOME | ULT | FEC |
| DI1F23 | DI jan/23 | 13,44% | 13,40% |
| DI1F25 | DI Jan/25 | 12,57% | 12,51% |
| DI1F26 | DI Jan/26 | 12,39% | 12,33% |
| DI1F27 | DI Jan/27 | 12,33% | 12,32% |
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