O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Leslie Mester, presidente do Fed de Cleveland, revelou que a autoridade monetária pode optar por mais uma alta de 0,5 p.p no juro
Depois de abrir a semana dando a impressão de que caminharia para próximo dos R$ 4,70, o dólar acabou começando junho com uma alta importante, o que fez com que a moeda norte-americana acabasse ganhando força.
Nesta sexta-feira, o dólar recuou 0,20% e vale R$ 4,7787. Na semana, a valorização ficou em 0,50%. O euro, por sua vez, recuou 0,39% e vale R$ 5,1275. Na semana a moeda avançou 0,94%.
Nos Estados Unidos, foi dia de Loretta Mester, presidente do Federal Reserve de Cleveland discursar. Segundo ela, não seria surpreendente que o FOMC (o equivalente ao nosso Copom) decidisse por mais um aumento de 50 p.o na taxa de juros nos Estados Unidos. Mester, contudo, destacou que a decisão deve ser tomada com base em "evidências robustas” que permitam à autoridade monetária ter certeza de que a inflação tenha atingido seu pico.
Quem comentou a política monetária dos Estados Unidos foi Joe Biden, presidente do país. Segundo ele, o relatório que traz dados do mercado de trabalho (payroll) de maio trouxe informações que demonstram a capacidade do país combater a inflação sem penalizar demasiadamente o mercado de trabalho.
Contudo, o presidente norte-americano convocou o Congresso a aprovar medidas que possam suavizar o impacto da inflação no cotidiano do cidadão, como por exemplo cortes de impostos de energia limpa.
O DXY, índice que compara o dólar a moedas consideradas seus ‘pares’, com especial ênfase para o euro, avançou. Demonstrando que a moeda norte-americana ganhou força nesta sexta-feira.
Leia Também
No Brasil, o dia foi de novidades sobre a produção industrial. A pesquisa de Indicadores Industriais, da CNI, apontou para uma perda de força do setor no mês de abril, que viu seu faturamento real cair, assim como o emprego, as horas trabalhadas e a massa salarial.
O levantamento também apontou para uma menor utilização da capacidade instalada, com recuo de 0,1% no UCI em abril. A indústria brasileira ainda operava 18,0% abaixo do pico, registrado em maio de 2011.
Na frente fiscal, o Banco Central perguntou ao mercado quais seriam os impactos de uma limitação no ICMS cobrado sobre combustíveis e energia. A consulta é anterior a reunião do Copom, onde será definida a taxa Selic.
Durante o dia, o dólar registrou máxima de R$ 4,8362 e mínima de R$ 4,7787. O euro operou no intervalo entre R$ 5,1228 e R$ 5,1694.
Acompanhe a nossa cobertura completa de mercados para acompanhar o desempenho de bolsa, dólar e juros hoje. Confira também o fechamento dos principais contratos de DI:
| CÓDIGO | NOME | ULT | FEC |
| DI1F23 | DI jan/23 | 13,42% | 13,44% |
| DI1F25 | DI Jan/25 | 12,43% | 12,45% |
| DI1F26 | DI Jan/26 | 12,37% | 12,30% |
| DI1F27 | DI Jan/27 | 12,31% | 12,35% |
Veja quais são os fundos imobiliários favoritos dos analistas neste mês e como posicionar sua carteira de FIIs agora
Mesmo com juros altos e volatilidade global, analistas veem um grupo seleto de empresas capaz de atravessar a turbulência e se valorizar na bolsa neste ano
Ao Seu Dinheiro, analistas da Empiricus Research recomendaram seus investimentos preferidos para março, entre ações, fundos imobiliários e criptoativos
O principal índice de ações do Brasil tomba 4,64% por volta das 12h10, aos 180.518,33 pontos; dólar avança mais de 3,18%, negociado aos R$ 5,3045
Gerido por gestora próxima ao agro, novo Fiagro negociado na bolsa brasileira pretende levar o setor para mais perto dos investidores comuns; conheça
O que determina que empresas petroleiras vão ganhar mais com esse conflito não é só o preço da commodity; entenda
Greg Abel defende quatro empresas norte-americanas favoritas que devem continuar na carteira por décadas — e cinco empresas japonesas que também compõem o portfólio
Escalada no Oriente Médio fez os preços do petróleo subirem e levou junto as petroleiras no B3; ouro terminou o dia com alta de mais de 1%, enquanto a prata caiu
Fluxo estrangeiro impulsiona a bolsa brasileira, mas resultados fracos e endividamento pesado derrubam algumas ações no mês; veja os destaques
Se o risco virar escassez real, o barril pode mudar de patamar; entenda os três fatores que o mercado monitora e o possível efeito sobre a Petrobras
A agência de classificação de risco não descarta novos rebaixamentos para a Cosan (CSAN3) e a ação liderou as quedas do Ibovespa nesta sexta (27)
Apesar da queda de 2,7% após o balanço do 4º trimestre de 2025, analistas recomendam compra para as ações da Axia (AXIA3)
Em até 60 dias, a Bradsaúde pode estrear na B3 — mas antes precisa passar por assembleias decisivas, concluir a reorganização societária e obter o aval da ANS e da CVM
Retomada das ofertas ainda enfrenta incertezas, diz Vinicius Carmona ao Money Times; entenda o que falta para o caminho abrir de vez
O novo preço-alvo para a empresa de saneamento tem uma projeção de queda de 41,95% no valor da ação em relação ao último fechamento
Mudança afeta ações, opções e contratos futuros de índice após o fim do horário de verão no exterior
Analistas afirmam que a Aura Minerals é uma ‘oportunidade dourada’ graças à exposição ao ouro, ao crescimento acelerado e forte geração de caixa
Em painel no BTG Summit, especialistas falam sobre o crescimento dos ETFs no Brasil e as diferenças desses ativos para os demais investimentos
No médio prazo, o principal índice da bolsa pode buscar os 250 mil pontos, patamar correspondente ao topo de alta de longo prazo
Analistas dizem quais são as expectativas para o balanço de cada um dos frigoríficos com os efeitos do mercado chinês, ciclo do frango e estoques