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Pagamento de nova leva de proventos aos acionistas está previsto para o dia 16 de julho, no caso da Rede D’Or
A Rede D'Or (RDOR3) e a Raia Drogasil (RADL3) anunciaram nesta quinta-feira (30) a distribuição de uma nova leva de juros sobre capital próprio. A Rede D'Or vai distribuir R$ 219,4 milhões e a Raia Drogasil R$ 74 milhões.
No caso da Rede D'Or, o valor bruto corresponde a R$0,11113204945 por ação ordinária da companhia. O montante não considera a incidência de 15% de imposto de renda retido na fonte.
O pagamento está previsto para o dia 16 de julho aos acionistas que estiverem na base da Rede D'Or até o dia 6 de julho.
Já na Raia Drogasil, o valor bruto corresponde a R$ 0,0449097953 por ação. De acordo com a companhia, o pagamento será efetuado até o dia 1º de dezembro a quem estiver na base da empresa até o dia 5 de julho.
Após as datas de corte, as ações passarão a ser negociadas ex-juros e passarão por um ajuste na cotação tendo em vista os proventos já alocados.
Isso significa que você pode optar por comprar a ação agora e ter direito aos dividendos ou esperar passar a data de corte. Assim, você adquire os papéis por um valor menor, mas sem direito ao JCP.
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No começo do mês, o Itaú BBA publicou um relatório sobre o setor de saúde no qual revisava os preços-alvo da Rede D'Or (RDOR3) e da Qualicorp (QUAL3).
No caso da Rede D'Or, o banco manteve a indicação de compra, mas reduziu o preço-alvo dos papéis RDOR3 para o fim do ano, de R$ 65 para R$ 45. O novo valor implica num potencial de valorização de 50% considerando o fechamento desta quinta, a R$ 28,98.
A Rede D'Or é uma acionista relevante da Qualicorp, mas recentemente fechou a compra da SulAmérica (SULA11) — o que traz dúvidas quanto ao futuro dessa fatia.
Apesar da promessa de ambas de que seguirão atuando de maneira independente e da cautela ao prever possíveis sinergias, o mercado ainda questiona os impactos para as companhias e o setor como um todo.
Parte dos questionamentos dos analistas diz respeito à capacidade de expansão geográfica das duas companhias. Eles também avaliam a possibilidade de ampliação de serviços ambulatoriais e diagnósticos e eficiência de caixa, no caso da SulAmérica.
Quando a companhia decide cancelar as ações em tesouraria, o acionista acaba, proporcionalmente, com uma fatia maior da empresa, uma vez que parte dos papéis não existe mais
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