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O fundo distribuirá R$ 0,37 por cota na próxima segunda-feira (19) para quem detinha cotas do fundo até 12 de dezembro

Mesmo após a gestão falar em "estabilização de resultado", os dividendos do fundo imobiliário Capitânia Securities II (CPTS11) voltaram a recuar. E o tombo foi ainda maior: o valor pago em proventos despencou 56,4% em dezembro, na comparação com o mês imediatamente anterior.
O fundo distribuirá R$ 0,37 por cota na próxima segunda-feira (19) para quem detinha cotas do fundo até o último dia 12. A cifra equivale a 52% do CDI e fica abaixo dos R$ 0,85 pagos em novembro. Na comparação com a média dos últimos 12 meses, de R$ 1,01, a redução é de mais de 63%.
A queda brusca dos dividendos é explicada, em partes, pela deflação. A variação negativa do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) entre julho e setembro impactou o desempenho da maior parte dos Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) que compõem o portfólio do fundo.
Mas a gestora havia destacado, em relatório gerencial divulgado, que o resultado tendia "a se estabilizar nos próximos meses, dado o fim da deflação". Vale relembrar que o IPCA de outubro superou as expectativas do mercado, com um avanço de 0,59%, enquanto o dado do mês passado mostrou alta de 0,41%.
Ainda assim, o aquecimento dos preços não foi suficiente para impulsionar os dividendos do CPTS11. Além disso, o resultado do fundo também foi negativamente afetado pela venda de CRI com prejuízo caixa - ou seja, taxa de venda acima da taxa de compra.
Segundo o relatório deste mês, isso ocorre porque, como o fundo não realiza mais emissões, a reciclagem da carteira se dá via giro. Veja a justificativa da gestão para o movimento.
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Isto faz com que tenhamos um 'prejuízo caixa' momentâneo para podermos desembolsar ativos de mesma características a taxas melhores. Mas por que fazemos isto? Acreditamos que o papel do gestor é sempre olhar um horizonte de investimento maior e se adequar à realidade do momento. Deixar de fazer o que é certo em função do dividendo de um mês não nos parece uma escolha correta.
Capitânia Investimentos
Apesar disso, o CPTS11 ainda fala em "estabilizar os componentes" e conta com algumas ferramentas para maximizar os ganhos mesmo em períodos de inflação baixa.
Uma dessas estratégias é a de reciclar o portfólio de CRIs com foco em ativos high grade — ou seja, de menor risco de crédito.
Em novembro, por exemplo, o fundo alocou R$ 105 milhões no CRI HSI Logística a IPCA + 7,62%. Houve também o desembolso de R$ 31 milhões do CRI Pernambucanas clean a CDI + 2,5% e adquirido a CDI + 4%.
Além disso, o CPTS11 adquiriu R$ 279,9 milhões em CRIs, a uma taxa média de IPCA + 6,78%. "O fundo segue com a mesma estratégia de alocar em ativos high grade, mais resilientes e protegidos num cenário macroeconômico incerto e turbulento", destaca o FII.
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