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O risco de desaceleração global se torna mais uma vez uma pedra no sapato do setor de turismo, principalmente Azul e Gol
A semana já vinha sendo marcada pela cautela nos mercados acionários globais, mas a leitura do Produto Interno Bruto (PIB) americano pior do que o esperado fez com que os principais índices ampliassem a queda.
No Ibovespa, não vem sendo diferente. Enquanto as bolsas em Nova York aprofundam perdas para mais de 3%, o principal índice da bolsa brasileira acompanha.
Com o momento adverso ao risco, as empresas que vêm sendo mais penalizadas são as do setor aéreo. Confira:
| CÓDIGO | NOME | VALOR | VAR |
| AZUL4 | Azul PN | R$ 14,44 | -8,67% |
| GOLL4 | Gol PN | R$ 8,61 | -8,60% |
| EMBR3 | Embraer ON | R$ 11,96 | -6,85% |
| AMER3 | Americanas S.A | R$ 15,99 | -6,71% |
| VIIA3 | Via ON | R$ 2,94 | -6,37% |
Apesar do barril do petróleo ter recuado no mercado internacional, empresas como a Azul (AZUL4), Gol (GOLL4) e Embraer (EMBR3) são penalizadas pelo forte avanço do dólar. Além disso, o risco de desaceleração global se torna mais uma vez uma pedra no sapato do setor de turismo.
Varejistas como Americanas (AMER3) e Via (VIIA3) também recuam forte, acompanhando uma nova inclinação na curva de juros e o ambiente desfavorável ao setor de consumo.
Confira também as maiores altas da sessão, marcada por empresas de perfil mais defensivo:
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| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| ITSA4 | Itaúsa PN | R$ 9,68 | 2,00% |
| ITUB4 | Itaú Unibanco PN | R$ 28,04 | 1,89% |
| GETT11 | Getnet units | R$ 4,63 | 1,76% |
| ENEV3 | Eneva ON | R$ 14,50 | 1,68% |
| BBDC3 | Bradesco ON | R$ 16,35 | 1,62% |
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