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Os analistas, que já tinham recomendação de compra para BBAS3, destacaram as projeções feitas pelo Banco do Brasil para os resultados de 2022
O lucro bem acima do esperado do Banco do Brasil (BBAS3) no quarto trimestre levou a uma onda de revisões para as ações no mercado. O Goldman Sachs engrossou o coro e decidiu elevar o preço-alvo para as ações do BB.
Os analistas, que já tinham recomendação de compra para BBAS3, aumentaram o preço-alvo de R$ 46 para R$ 48 nos próximos 12 meses.
Isso significa um potencial de valorização de 36,6% para as ações do Banco do Brasil em relação ao fechamento de ontem, quando as ações já fecharam em forte alta em reação ao balanço.
No pregão desta quarta-feira, BBAS3 era negociada com ganho de 0,74% por volta das 10h20, cotada a R$ 35,39.
O Banco do Brasil registrou lucro líquido de R$ 21,021 bilhões em 2021, um aumento anual de 51,4%. O banco também superou de longe as expectativas do mercado para o resultado dos últimos três meses do ano.
Além dos resultados acima do esperado, os analistas do Goldman Sachs destacaram as projeções (guidance) dadas pelo Banco do Brasil para os resultados de 2022.
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O BB projeta um lucro entre R$ 23 bilhões e R$ 26 bilhões para 2022, o que representa um crescimento de 16,5% se considerarmos o ponto médio dessa faixa.
O banco espera alcançar esse resultado com a melhora na margem financeira, a linha do balanço que contabiliza as receitas com crédito menos os custos de captação. Ao mesmo tempo, o Banco do Brasil prevê que a inadimplência deve se manter sob controle ao longo do ano.
“Acreditamos que o aumento da margem financeira depende da manutenção dos custos de captação sob controle, o que acreditamos que deve começar a aparecer no primeiro trimestre de 2022”, escreveram os analistas do Goldman Sachs, em relatório.
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