🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Julia Wiltgen

Julia Wiltgen

Jornalista formada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) com pós-graduação em Finanças Corporativas e Investment Banking pela Fundação Instituto de Administração (FIA). Trabalhou com produção de reportagem na TV Globo e foi editora de finanças pessoais de Exame.com, na Editora Abril. Hoje é editora-chefe do Seu Dinheiro.

Rende mais que o Tesouro Direto

Fundo de renda fixa libera acesso a investidores em geral e passa a pagar dividendos isentos de IR todo mês

Com retorno corrigido pela inflação e superior ao dos títulos públicos, fundo de debêntures incentivadas Kinea Infra (KDIF11) não será mais restrito a investidores qualificados e passará a distribuir dividendos mensais

Julia Wiltgen
Julia Wiltgen
21 de setembro de 2021
17:07 - atualizado às 9:15
foto de um pote de vidro com moedas e pilha de moedas decrescentes ao lado esquerdo
Com distribuição de rendimentos mensais isentos de IR, KDIF11 se torna opção de investimento para geração de renda. Imagem: Shutterstock

Oportunidade na renda fixa, desta vez para todos os investidores. O fundo de debêntures incentivadas Kinea Infra (KDIF11), que tem suas cotas negociadas em bolsa, deixará de ser restrito a investidores qualificados, aqueles que têm mais de R$ 1 milhão em aplicações financeiras.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A partir de 17 de novembro deste ano, investidores pessoas físicas de todos os portes, pequenos ou grandes, mais ou menos abastados, poderão adquirir cotas do KDIF11 na B3. A ampliação do acesso foi aprovada ontem (20), em assembleia de cotistas.

Na mesma ocasião, os cotistas aprovaram a distribuição mensal dos rendimentos do fundo, hoje pagos semestralmente (a cada 180 dias). Assim, também a partir de 17 de novembro, o Kinea Infra passará a pagar seus dividendos isentos de IR e corrigidos pela inflação a seus cotistas todos os meses, tornando-se um gerador de renda mensal para seus investidores.

Atualmente, o KDIF11 está pagando um retorno líquido de 4,81% + IPCA, considerando-se o valor patrimonial de R$ 138,38 por cota, que leva em conta o valor patrimonial dos ativos da carteira do fundo.

No entanto, as cotas do Kinea Infra vêm sendo negociadas com um desconto, o chamado deságio, o que aumenta ainda mais sua rentabilidade. No fechamento de ontem, a cota do fundo era negociada a R$ 133,34, um desconto de 3,64% em relação ao seu valor patrimonial. Um investidor que tenha adquirido cotas naquele preço terá direito a uma rentabilidade líquida de nada menos que 5,38% + IPCA.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Antes de continuar, um convite: apresentamos no nosso Instagram uma análise do histórico do Ibovespa, mostrando como no longo prazo a tendência do índice sempre foi de alta.

Leia Também

Confira abaixo e aproveite para nos seguir no Instagram (basta clicar aqui). Lá entregamos aos leitores análises de investimentos, notícias relevantes para o seu patrimônio, oportunidades de compra na bolsa, insights sobre carreira, empreendedorismo e muito mais.

Voltando ao Kinea Infra, a título de comparação, a maior remuneração disponível hoje em um título público equivalente, o Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais (NTN-B), é de 4,87% mais IPCA, para o título com vencimento em 2055. Isso sem considerar o desconto de imposto de renda e os custos de se investir no Tesouro Direto.

Além disso, NTN-B pagam rendimentos semestrais, enquanto a distribuição de dividendos do KDIF11 passará a ser mensal e já incluirá a variação do IPCA.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Na reportagem sobre renda fixa da nossa série sobre Onde Investir no segundo semestre de 2021, o KDIF11 foi um dos ativos citados pelo analista de renda fixa da Empiricus, Luiz Rogé. Na ocasião, ele recomendava compra para o fundo para um preço de até R$ 134,50 por cota.

Debêntures incentivadas: onde o Kinea Infra (KDIF11) investe

O KDIF11 foi o primeiro (e ainda é um dos poucos) fundos de debêntures incentivadas listados em bolsa no Brasil. Com patrimônio líquido de quase R$ 2,7 bilhões, é o maior fundo desse tipo no país.

Fundos de debêntures incentivadas geralmente são fundos abertos e não são negociados em bolsa. Isto é, eles permitem aplicações e resgates, e o investidor comum deve acessá-los por meio das plataformas online de investimento das corretoras e gestoras.

Já o Kinea Infra é um fundo fechado, não permitindo aplicações e resgates. Para investir fora dos eventuais períodos de captação e emissão de cotas, o investidor deve comprar cotas de outro investidor na B3, da mesma forma que faz com ações e fundos imobiliários. Para sair do investimento, precisa vender suas cotas na bolsa a outro interessado.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O KDIF11 investe nas chamadas debêntures incentivadas, títulos de dívida de empresas isentos de imposto de renda para a pessoa física. Para se valerem deste benefício tributário, esses papéis de renda fixa devem ser emitidos com o intuito de financiar projetos de infraestrutura.

Geralmente, as debêntures incentivadas pagam uma taxa de juros prefixada, já conhecida no ato do investimento, mais a variação de um índice de inflação, como o IPCA e o IGP-M. Por isso, são considerados investimentos que oferecem proteção contra a inflação.

Não são só as debêntures incentivadas que são isentas de IR para as pessoas físicas. No vídeo a seguir, eu falo de mais quatro investimentos que contam com esse benefício tributário. Assista e aproveite para se inscrever no YouTube do Seu Dinheiro:

A estratégia do KDIF11 é bastante conservadora. O fundo busca investir em emissões de debêntures que possam ser adquiridas em sua totalidade, o que confere à gestora, a Kinea, alto poder de barganha em caso de calote.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O risco de calote, entretanto, é bem baixo, uma vez que o fundo dá preferência aos chamados ativos high grade (com grau de investimento), que são aqueles papéis de renda fixa de menor risco, com boas classificações de crédito.

Embora possa em tese investir em debêntures incentivadas com ratings acima de BBB-, o Kinea Infra prioriza ativos de risco ainda menor, com classificação acima de A+.

Quase metade da carteira do fundo é composta por títulos emitidos por empresas do segmento de transmissão de energia, um dos ativos de menor risco de crédito, por conta da previsibilidade de receita desse tipo de negócio.

Outros 37% dos recursos estão alocados em papéis de geradoras de energia (solar, eólica, térmica e hidrelétrica), enquanto os 15% restantes estão em títulos de concessionárias de rodovias, saneamento básico ou no caixa do fundo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Assim, embora não seja tão conservador quanto o de um título público, o KDIF11 pode ser considerado um investimento de risco moderado para baixo, pelo menos do ponto de vista do risco de crédito a carteira.

Risco de mercado: o preço das cotas sobe e desce!

Apesar de ser um fundo de renda fixa, o KDIF11 tem risco de mercado, assim como os títulos públicos e debêntures prefixados e indexados à inflação. Suas cotas podem oscilar para cima ou para baixo dependendo das projeções do mercado para juros e inflação.

Ou seja, ao acompanhar a marcação a mercado das cotas do fundo, o investidor pode observar valorizações ou desvalorizações. Ao se desfazer das suas cotas, se a venda ocorrer por um preço inferior ao da compra, o investidor perderá dinheiro.

O fato de distribuir dividendos regularmente diminui muito o risco do investimento, permitindo que ele se pague em forma de renda, e que o investidor tenha acesso ao seu dinheiro mensalmente, sem precisar se desfazer das cotas para reaver o principal.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A volatilidade do Kinea Infra também pode ser considerada um tanto alta, uma vez que as debêntures do fundo têm uma duration média - prazo médio de retorno dos investimentos - superior a cinco anos. E quanto maior a duration, mais o preço do ativo oscila.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
OS FIIS DE EXTREMA À FARIA LIMA

Vacância em queda e aluguéis em alta: lajes corporativas e galpões logísticos aqueceram em 2025 — e isso é só o começo

23 de janeiro de 2026 - 17:05

A perspectiva para os setores é que sigam com uma dinâmica favorável aos proprietários, por conta da restrição de oferta nas regiões mais nobres e da demanda consistente

VEJA OS DADOS DE 2025

Surpresa até para a Anbima: mercado de capitais bate recorde de R$ 838,8 bilhões em 2025, puxado pela renda fixa, com FDICs em destaque

22 de janeiro de 2026 - 18:05

Volume recorde foi puxado pela renda fixa, com avanço dos FIDCs, debêntures incentivadas e maior liquidez no mercado secundário, enquanto a bolsa seguiu travada. Veja os dados da Anbima

ABERTURA DE CAPITAL

Precursor do Pix, PicPay lança oferta na Nasdaq com foco em open finance, seguros e jogos para rivalizar com bancos digitais

22 de janeiro de 2026 - 17:00

Oferta de ações na bolsa norte-americana Nasdaq pode avaliar o banco digital em até US$ 2,5 bilhões; conheça a estratégia do PicPay para atrair os investidores

MERCADOS

Foguete não tem ré: Ibovespa quebra novo recorde histórico e supera os 177 mil pontos. Entenda o que impulsiona o índice

22 de janeiro de 2026 - 14:49

Em meio a transferências globais de capital, o principal índice da B3 renovou máximas históricas puxado pelo fluxo estrangeiro, dólar em queda e expectativa de juros mais baixos nos EUA

ONDE INVESTIR 2026

FIIs de tijolo serão os destaques de 2026, mas fiagros demandam cautela; veja os melhores fundos imobiliários para investir neste ano

22 de janeiro de 2026 - 13:00

Em evento do Seu Dinheiro, especialistas da Empiricus e da Vinci falam das oportunidades para o setor em 2026 e recomendam fundos promissores

ONDE INVESTIR EM 2026

Nubank (ROXO34), Localiza (RENT3) e mais: as 10 ações para investir em 2026, com cortes na Selic e eleições à vista

21 de janeiro de 2026 - 18:00

Em painel do evento Onde Investir em 2026, do Seu Dinheiro, grandes nomes do mercado analisam os cenários para o Ibovespa em 2026 e apontam as ações que podem se destacar mesmo em um ano marcado por eleições

MERCADOS HOJE

Ibovespa bate os 171 mil pontos pela primeira vez: o que está por trás da disparada do índice?

21 de janeiro de 2026 - 14:04

Entrada recorde de capital estrangeiro, rotação global de dólares para emergentes e alta de Petrobras e Vale impulsionaram o índice, em meio a ruídos geopolíticos nos Estados Unidos e com eleições brasileiras no radar dos investidores

DE MALAS PRONTAS

PicPay, fintech da J&F, dos irmãos Batista, busca levantar mais de R$ 2,34 bilhões em IPO nos EUA

20 de janeiro de 2026 - 12:29

O banco digital controlado pela holding dos irmãos Batista busca levantar US$ 434,3 milhões em abertura de capital nos EUA

MEXENDO NA CARTEIRA

XP Malls (XPML11) vai às compras? FII de shoppings mira captação de R$ 400 milhões com emissão de cotas, com espaço para buscar ainda mais

20 de janeiro de 2026 - 11:46

A oferta é destinada exclusivamente a investidores profissionais e será realizada sob o regime de melhores esforços

O QUE FAZER COM AS AÇÕES

Sabesp (SBSP3): mercado projeta destruição bilionária de valor, mas JP Morgan vê exagero e mostra ‘saídas’ para a empresa

19 de janeiro de 2026 - 10:38

Após cair mais de 6% em cinco pregões com o temor de escassez hídrica, as ações da Sabesp passaram a embutir um cenário extremo de perdas, mas para o JP Morgan o mercado ignora a proteção do modelo regulatório

REPORTAGEM ESPECIAL

A Selic vai cair — mas isso resolve o drama das empresas mais endividadas da bolsa? Gestores não compram essa tese 

19 de janeiro de 2026 - 6:09

Para especialistas consultados pelo Seu Dinheiro, alívio nos juros ajuda no curto prazo, mas o destino das ações mais alavancadas depende de outro vetor macroeconômico

ESTRATÉGIA EM FOCO

Fundo TVRI11 vende agência do Banco do Brasil (BBAS3) por R$ 13 milhões; veja lucro por cota para os acionistas

16 de janeiro de 2026 - 11:42

De acordo com a gestora, a alienação faz parte da estratégia de reciclagem do portfólio do fundo imobiliário

O QUE FAZER COM AS AÇÕES

Uma surpresa e um ‘soluço’: de Direcional (DIRR3) a Cyrela (CYRE3), quem se destacou na nova leva de prévias operacionais?

16 de janeiro de 2026 - 11:05

Even (EVEN3), Cyrela (CYRE3), Direcional (DIRR3) e Lavvi (LAVV3) divulgaram prévias operacionais na noite de ontem (15), e o BTG avaliou cada uma delas; veja quem se destacou positivamente e o que os números indicam

PERSPECTIVAS EM 2026

FIIs em ano eleitoral: o que esperar de tijolo, papel e outros segmentos, segundo o BTG Pactual

15 de janeiro de 2026 - 16:51

As incertezas típicas de um ano eleitoral podem abrir janelas de oportunidade para a compra de fundos imobiliários — mas não é qualquer ativo que deve entrar na carteira

HORA DE COMPRAR?

Movida (MOVI3) dá spoiler dos resultados do quarto trimestre e ações pisam no acelerador; veja o que agradou

15 de janeiro de 2026 - 15:53

Resultado preliminar dos últimos três meses de 2025 superou as projeções de lucro e endividamento, reforçou a leitura positiva de analistas e fez a companhia liderar as altas da bolsa

ÚLTIMA CHAMADA?

A Selic vai cair e ficar parado no CDI pode custar caro. Veja as apostas do BTG e do Santander para ações, renda fixa, crédito e FIIs em 2026

14 de janeiro de 2026 - 19:04

Analistas dos dois bancos indicam onde investir em 2026 antes que os juros mudem o jogo; confira as estratégias

ENTENDA

Lojas Renner: combo de dividendos e despesas ‘na rédea’ fazem Citi elevar recomendação para LREN3 para compra

14 de janeiro de 2026 - 12:40

Banco elevou a recomendação para compra ao enxergar ganho de eficiência, expansão de margens e dividend yield em torno de 8%, mesmo no caso de um cenário de crescimento mais moderado das vendas

MAIOR ALTA DO IBOVESPA

MRV (MRVE3): caixa volta a respirar na prévia operacional do 4T25 e BTG vê mais sinais positivos do que negativos. Hora de comprar?

14 de janeiro de 2026 - 10:52

No começo das negociações, os papéis tinham a maior alta do Ibovespa. A prévia operacional do quarto trimestre mostra geração de caixa acima do esperado pelo BTG, desempenho sólido no Brasil e avanços operacionais, enquanto a trajetória da Resia segue como principal desafio para a companhia

BYE-BYE, AZUL4

AZUL4 já era: por que a Azul acabou com essas ações, e o que muda para o acionista

13 de janeiro de 2026 - 12:01

A companhia aérea conseguiu maioria em assembleias simultâneas para acabar com as suas ações preferenciais, em um movimento que faz parte do processo de recuperação judicial nos Estados Unidos

ESTRATÉGIA DO GESTOR

Fundo Verde, de Luis Stuhlberger, zera posição em cripto e começa o ano apostando em real e ações brasileiras

12 de janeiro de 2026 - 17:03

O fundo multimercado superou o CDI no acumulado de 2025, com destaque para os ganhos em bolsa local e no real

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar