O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Berkshire Hathaway, holding de investimentos do bilionário, adquiriu participações na GM e na BYD nos últimos anos; os papéis saltaram recentemente por conta das perspectivas dos negócios
A Berkshire Hathaway, holding de investimentos do bilionário Warren Buffett, é conhecida pela associação com setores como seguros, ferrovias e áreas um pouco monótonas. A companhia já foi, inclusive, criticada por não ter investido em big techs como Amazon e Alphabet.
Mas a empresa agora está ganhando dinheiro com uma indústria longe de ser tradicional: a de veículos elétricos — e já vê retornos com a escolha.
A holding de Warren Buffett obteve um ganho de US$ 6 bilhões nos últimos cinco meses por conta da alta das ações da norte-americana General Motors e da chinesa BYD.
No caso da GM, o desempenho dos papéis reflete o entusiasmo dos investidores com o plano da companhia em lançar 30 novos modelos de veículos elétricos até 2025.
Já a BYD, embora não tenha anunciado um plano específico, tem crescido rapidamente — hoje a companhia é considerada a maior fabricante de veículos elétricos do mundo.
A Berkshire Hathaway investiu pela primeira vez na General Motors em 2012. A holding de Warren Buffett foi aumentando a posição na montadora até chegar a 80 milhões de ações no valor de US$ 2,4 bilhões em 30 de setembro do ano passado.
Leia Também
Desde então, as ações da GM subiram 125%, fazendo com que a fatia da Berkshire Hathaway atingisse US$ 4,3 bilhões na quinta-feira passada - assumindo que a proporção que a holding detinha não tenha mudado.
O investimento na BYD foi anterior ao da GM. Warren Buffett e sua equipe compraram 225 milhões de ações da companhia a US$ 1 em 2008.
Os papéis da BYD, listados em Hong Kong, são negociados agora a US$ 34 cada — o valor que correspondente ao da Berkshire Hathaway é de US$ 7,8 bilhões.
O preço das ações da montadora chinesa estava abaixo de US$ 16 no final de setembro — o que significa que a participação da Berkshire saltou US$ 4,2 bilhões, ou quase 120% desde então.
Somando os ganhos de US$ 1,9 bilhão que a holding do bilionário teve com GM e os US$ 4,2 bilhões de ganhos com a BYD, a Berkshire Hathaway acumulou uma alta de US$ 6,1 bilhões com essas participações nos últimos cinco meses.
*Com informações da Business Insider
A agência de crédito elevou o rating da Azul de ‘D’ para ‘B-’, que ainda mantém a empresa em grau especulativo; entenda o que mudou
Depois de tentar deixar subsidiárias de fora da RJ da holding, pedido foi ampliado a atinge a Fictor Alimentos — movimento que expõe fragilidades operacionais e reacende dúvidas sobre a autonomia da companhia aberta
Caso não exerçam a preferência de compra das novas ações, acionistas devem sofrer diluição relevante na participação acionária no capital social total do BRB.
A queridinha do mercado no segmento de saúde teve um terceiro trimestre espetacular, o melhor desde seu IPO em dezembro de 2020, o que jogou as expectativas para cima
Após cortar payout de dividendos, banco busca alongar dívida híbrida e aliviar pressão sobre os índices até 2027
Companhia elétrica leva distribuição total de 2025 a R$ 1,37 bilhão, equivalente a 55% do lucro ajustado
Durante painel do BTG Summit 2026, os executivos dizem que a nova onda tecnológica não é opcional, e já está redesenhando modelos de negócio e geração de receita
Banco digital encerrou o quarto trimestre de 2025 com um lucro recorde de US$ 895 milhões; veja os destaques
Executivos do banco espanhol prometem recuperar rentabilidade até 2028 e reduzir índice de eficiência para competir com os novos players
Pressão no vestuário e ambiente promocional intenso limitaram o crescimento, mas bancos enxergam ganhos operacionais à frente
Lucro vem abaixo do esperado e receita perde força, mas analistas revelam “trunfo” do balanço; veja o que esperar
Enquanto algumas empresas no estágio de abertura de capital ainda estão queimando caixa para crescer, essa não é a história do PicPay, diz o BB Investimentos, e ROE pode chegar ao nível do de grandes bancos nos próximos anos
Com aval da Justiça, a Oi (OIBR3) busca quitar dívidas fora do plano da RJ, reservando R$ 140 milhões aos credores que aceitarem dar descontos de até 70% para receber antes
Com déficit de capital circulante de R$ 1,2 bilhão e R$ 1,7 bilhão em dívidas vencendo em 2026, varejista recebe ressalva da Deloitte sobre continuidade operacional, enquanto diz renegociar débitos. Grupo divulgou resultados do 4T25 ontem
Transire tem 75% do mercado de fabricação de maquininhas de pagamento e grandes sonhos para os próximos anos: conheça a história da empresa e suas aspirações de abertura de capital
Com 75% do mercado brasileiro e R$ 2 bilhões em receita, a fabricante de maquininha de cartão agora aposta em ecossistema próprio. A companhia está por trás de marcas como Stone, Cielo e outras
Campus JK reunirá três torres corporativas interligadas e seguirá padrões internacionais de eficiência energética
O acordo marca um avanço importante da AMD na disputa direta com a Nvidia pelo domínio do mercado de GPUs voltadas ao boom da IA
Enquanto os bancões brasileiros sobem mais de 20% no ano, o roxinho patina em Wall Street. Às vésperas do 4T25, analistas veem oportunidade onde o mercado vê risco; veja o que esperar
Em audiência no Senado, João Accioly afirma que o problema não foi falta de ação da CVM, já que investigação já mirava o banco antes da crise explodir