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Empresas formalizam documento com a proposta de incorporação de ativos e dão mais um passo para concluir acordo que envolve suas áreas plantadas
Mais um passo em direção à fusão entre SLC Agrícola e Terra Santa Agro foi dado nesta quinta-feira, 20. As empresas assinaram o protocolo que justifica a operação, e agora, falta a aprovação pelos acionistas das duas empresas.
As assembleias foram marcadas para o mesmo dia, 21 de junho, quando pode ser formalizada a operação que envolve um valor superior a R$ 750 milhões, incluindo a assunção de dívidas da Terra Santa pela SLC.
A Terra Santa fechou o primeiro trimestre com quase 128 mil hectares de área plantada, enquanto a SLC tem mais de 460 mil hectares. Importante lembrar que a operação não envolve terras e benfeitorias, e sim a produção agrícola da Terra Santa.
Os outros ativos e passivos que não entrarão nesta operação serão separados e transferidos para a TS Agro, que vai “substituir” a Terra Santa como empresa listada na B3.
A SLC vai emitir novas ações a serem distribuídas para os acionistas da Terra Santa, correspondentes ao valor de R$ 65 milhões e a 1,3% do capital da empresa.
Na prática, a maior parte do valor da operação será voltada para as dívidas da Terra Santa, que em termos consolidados, fecharam março em quase R$ 1,5 bilhão. Aqui vale a ressalva que este valor se refere a todos os negócios da Terra Santa, não só à produção agrícola.
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O valor por ação da SLC na relação de troca foi de R$ 25,83, e ontem, a ação fechou a R$ 49,09. A diferença se justifica pela data-base utilizada para determinar este valor. Foi usada a cotação média em 60 dias anteriores a 26 de novembro de 2020, quando foi anunciada a operação.
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