O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Banco suíço corta preço-alvo da PagSeguro, da Stone e da Cielo, mas ainda vê espaço para crescimento das empresas de meios de pagamento
O setor de maquininhas tem sofrido bastante nos últimos meses. Aparentemente, as empresas brasileiras de meios de pagamento contarão com uma trégua dos ventos contrários de curto prazo. Entretanto, os catalisadores de curto prazo não estão claros.
Com isso, os analistas do Credit Suisse concluíram que o setor já está excessivamente descontado e veem potencial de valorização para PagSeguro (PAGS), Stone (STNE) e Cielo (CIEL3). Ainda assim, eles optaram por cortar as expectativas de valorização desses ativos no decorrer dos próximos 12 meses.
“Mantemos uma visão estruturalmente construtiva do setor, mas nos sentimos relativamente mais confortáveis em relação a PAGS, seguida por STNE e então CIEL3”, escrevem os analistas em relatório no qual revisitam o setor. “A concorrência e as macro variáveis são os principais riscos para as três ações”, advertem eles.
Os principais fatores por trás do corte no preço-alvo do trio são o maior custo de capital próprio, uma abordagem mais conservadora em relação ao produto de crédito, maiores custos de financiamento com limitação de repasse aos preços e o acirramento de competição pelas taxas.
O Credit Suisse cita especificamente que a lucratividade do trio é prejudicada pelo cenário de alta nas taxas de juro no Brasil. O fato de as taxas cobradas pelo setor de maquininhas já ser elevado dificulta ainda mais o repasse para os preços.
Em relação à PagSeguro, o preço-alvo foi cortado de US$ 50 para US$ 40. Ainda assim, trata-se de um potencial de valorização de quase 50% em relação ao nível atual e a recomendação é de compra.
Leia Também
Para a Stone e a Cielo, a recomendação do Credit Suisse é neutra.
O potencial de valorização da Stone foi drasticamente reduzido. Passou de US$ 100 para US$ 22. Ainda assim, trata-se de uma valorização de 26%. “Acreditamos que o valor de longo prazo deste negócio ainda forte está subvalorizado e as estimativas mais baixas deixam espaço para potenciais surpresas positivas”, avaliam os analistas.
Já a Cielo viu o preço-alvo passar de R$ 4,80 a R$ 2,50 por ação. Trata-se, porém, de uma valorização de 18% em relação ao fechamento de ontem.
“Estimamos que, a preços atuais, as ações da Cielo refletem apenas o valor justo de sua participação na Cateno”, afirma os analistas. Entretanto, uma eventual recuperação nas margens de aquisição pode se transformar em um gatilho para atribuir mais valor ao negócio.
Amazon combina resultados mistos com a maior aposta em IA entre as big techs, assusta investidores e ações sofrem em Wall Street, com efeitos até no Bitcoin e outras critpomoedas
Descubra quais são os fundos imobiliários favoritos dos analistas para o mês, e saiba como montar sua carteira de FIIs agora
A empresa vive seu melhor momento operacional, mas o Itaú BBA avalia que boa parte das principais entregas já está no preço; entenda quais gatilhos podem provocar novas altas
Gestor participou de evento da Anbima e falou sobre a perspectiva de volta do investidor local à bolsa
Bruno Henriques, head de análise de renda variável do BTG Pactual, fala no podcast Touros e Ursos sobre a sua perspectiva para as ações brasileiras neste ano
Entrada recorde de capital internacional marca início de 2026 e coloca a bolsa brasileira em destaque entre emergentes
A Axia (ex-Eletrobras) foi uma das ações que mais se valorizou no ano passado, principalmente pela privatização e pela sua nova política agressiva de pagamentos de dividendos
A iniciativa faz parte da estratégia do BTG Pactual para aumentar a distribuição de dividendos e permitir uma maior flexibilidade para a gestão
Para a XP, o principal índice da bolsa brasileira pode chegar aos 235 mil pontos no cenário mais otimista para 2026
Discurso de separação não tranquilizou investidores, que temem risco de contágio, dependência financeira e possível inclusão da subsidiária no processo de recuperação
Fluxo estrangeiro impulsiona o Ibovespa a recordes históricos em janeiro, com alta de dois dígitos no mês, dólar mais fraco e sinalização de cortes de juros; Raízen (RAIZ4) se destaca como a ação com maior alta da semana no índice
Queda do bitcoin se aprofunda com liquidações de mais de US$ 2,4 bilhões no mercado como um todo nas últimas 24 horas, enquanto incertezas macro voltam a pesar sobre as criptomoedas
Novos recordes para a bolsa brasileira e para o metal precioso foram registrados no mês, mas as ações saíram na frente
A adesão ao leilão não é obrigatória. Mas é mais difícil vender ações de uma companhia fechada, que não são negociadas na bolsa
O analista André Oliveira, do BB-BI, reitera a recomendação de compra, especialmente para os investidores mais arrojados
O banco avalia que a estratégia de aquisição via troca de cotas veio para ficar e, quando bem executada, tem potencial de geração de valor
Uma fatia menor da carteira dos brasileiros está em ativos na bolsa, como ações, ETFs, FIIs e outros, e cresce a proporção dos investidores que pretende reduzir sua exposição à renda variável
Apetite dos BC, fuga do dólar e incertezas no Japão impulsionaram os metais preciosos a recordes, enquanto por aqui, o principal índice da bolsa brasileira reverberou a sinalização do Copom, dados e balanços nos EUA
Tiago Lima, sócio e head de distribuição da BTG Pactual Asset Management, conta ao Seu Dinheiro que a mudança é um marco de modernização e destravará dividendos para os cotistas
Segundo a varejista, a iniciativa busca aproximar o código de negociação do nome pelo qual a marca é amplamente reconhecida pelo público