O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Hoje a Swile tem 15% do setor de benefícios para funcionários da França, segundo maior mercado desse segmento no mundo
A startup francesa de recursos humanos Swile, que adquiriu a brasileira Vee Benefícios, é oficialmente um "unicórnio", título concedido a empresas de tecnologia avaliadas em mais de US$ 1 bilhão. A marca foi atingida após captação recorde de US$ 200 milhões, liderada pelo fundo do grupo japonês SoftBank voltado a investimentos na América Latina.
Ao Estadão, o CEO e fundador da companhia, Loïc Soubeyrand, diz que um IPO (Oferta Inicial de Ações, na sigla em inglês) deve ocorrer em cerca de cinco anos. Até lá, a startup almeja valer dez vezes mais. O próprio SoftBank ainda deve fazer mais aportes na sequência, pois dispõe de US$ 3 bilhões para investir na região.
Hoje, a Swile tem 15% do setor de benefícios para funcionários da França, segundo maior mercado desse segmento no mundo - o Brasil, no entanto, é o líder global. "O mercado de benefícios corporativos no Brasil movimenta R$ 150 bilhões por ano", diz Marcelo Ramos, diretor da Swile no Brasil.
Até 2024, o objetivo é que a América Latina seja o mercado principal da empresa. A escolha do SoftBank como investidor de longo prazo se relaciona com a expertise do banco na região, uma vez que o investimento vem do braço especializado na região.
Fundada em 2018, a Swile é dona de um aplicativo que oferece benefícios diversos, ferramentas de engajamento (como premiações e comemorações), pesquisas de satisfação e feedbacks.
Há ainda o Swile Card, que permite a utilização dos benefícios em uma rede associada. A ideia é centralizar os benefícios dados aos funcionários em uma única plataforma, de maneira flexível. Segundo a startup, todas as funcionalidades serão apresentadas em breve ao mercado brasileiro.
Leia Também
Ao todo, já são 500 mil usuários e 15 mil clientes corporativos, entre eles Carrefour, Le Monde, PSG, Airbnb, Spotify, Red Bull, TikTok, Whirlpool, Amaro, Bayer e Fiat.
Por aqui, o aporte deve se traduzir em mais contratações. "Nossa expectativa é ampliar o quadro de profissionais da empresa, totalizando 700 funcionários na América Latina em 2022", diz Soubeyrand.
Questionado sobre a dificuldade de angariar talentos na área de tecnologia no Brasil, o CEO diz que a Swile tem uma central de desenvolvedores e inovação com profissionais que trabalham remotamente de diferentes regiões e países.
Segundo Gustavo Araújo, presidente da Distrito (plataforma de aceleração de startups), a Swile aposta no Brasil em um bom momento. Para ele, os investidores brasileiros acordaram há 12 ou 18 meses para o mundo da tecnologia - que se revela um terreno fértil também ao capital estrangeiro. Isso porque, enquanto na China e nos EUA as empresas mais valiosas já são as de tecnologia, o mesmo não ocorre por aqui.
Estudos indicam que quase 14% das empresas abertas no Brasil funcionam sem gerar lucro suficiente para honrar suas dívidas
O que explica esse desempenho é a emissão de ações da companhia, para trocar parte de suas dívidas por participação.
Em entrevista ao Money Times, Daniel Szlak fala sobre aceleração de capex, revisão de política de dividendos e a nova postura da companhia para aquisições
A contratação servirá para dar suporte ao plano aprovado pelo conselho de administração em novembro
Estado americano começa a testar modelo em que a inteligência artificial (IA) participa legalmente da renovação de prescrições médicas
Para o banco, desempenho tímido do setor em 2025 pode se transformar em alta neste ano com ciclo de juros menores
Presidente do TCU afirma que Corte de Contas não tem poder para “desliquidar” banco; veja a quem caberia a decisão
Mudança nos critérios de avaliação do banco sacode as ações do setor: Ânima vira top pick e dispara fora do Ibovespa, Cogna entra na lista de compras, enquanto Yduqs e Afya perdem recomendação e caem na bolsa
Relatório do Bank of America aponta potencial de valorização para os papéis sustentado não só pelos genéricos de semaglutida, mas também por um pipeline amplo e avanço na geração de caixa
João Ricardo Mendes, fundador do antigo Hotel Urbano, recebe novo pedido de prisão preventiva após descumprir medidas judiciais e ser detido em aeroporto
O bilionário avaliou que, mesmo com a ajuda da Nvidia, levaria “vários anos” para que as fabricantes de veículos tornassem os sistemas de direção autônoma mais seguros do que um motorista humano
O patinho feio da mineração pode virar cisne? O movimento do níquel que ninguém esperava e que pode aumentar o valor de mercado da Vale
Segundo relatos reunidos pela ouvidoria do Sebrae, as fraudes mais frequentes envolvem cobranças falsas e contatos enganosos
Empresa de logística aprovou um aumento de capital via conversão de debêntures, em mais um passo no plano de reestruturação após a derrocada pós-IPO
Relatório aponta impacto imediato da geração fraca em 2025, mas projeta alta de 18% nos preços neste ano
Com a abertura do mercado de semaglutida, analistas do Itaú BBA veem o GLP-1 como um divisor de águas para o varejo farmacêutico, com um mercado potencial de até R$ 50 bilhões até 2030 e que pressionar empresas de alimentos, bebidas e varejo alimentar
Companhia fecha acordo de R$ 770 milhões para fornecimento de vagões e impulsiona desempenho de suas ações na B3
Dona da Ambev recompra participação em sete fábricas de embalagens metálicas nos Estados Unidos, reforçando presença e mirando crescimento já no primeiro ano
Empresa teria divulgado números preliminares para analistas, e o fechamento de 2025 ficou aquém do esperado
Após um ano de competição agressiva por participação de mercado, a Shopee inicia 2026 testando seu poder de precificação ao elevar taxas para vendedores individuais, em um movimento que sinaliza o início de uma fase mais cautelosa de monetização no e-commerce brasileiro, ainda distante de uma racionalização ampla do setor