O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A Raízen, joint-venture entre Cosan e Shell, pretende estrear no Nível 2 da bolsa brasileira, com uma oferta de ações preferenciais
A Raízen protocolou nesta quinta-feira, 3, pedido de oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) na Comissão de Valores Mobiliários (CVM). A Coluna do Broadcast antecipou que o protocolo seria feito no início deste mês, e informou que a distribuição deve movimentar entre R$ 10 bilhões e R$ 13 bilhões, o que a credenciaria entre as maiores da história da B3.
A empresa, uma joint venture entre a Cosan e a Shell, pediu registro no Nível 2 da Bolsa brasileira. A oferta será de ações preferenciais, sem direito a voto, mas com preferência no pagamento de dividendos.
Nos últimos dias, a companhia promoveu uma série de alterações na preparação para a oferta. Uma delas foi a alteração da razão social: a Raízen Combustíveis S.A. passou a ser denominada apenas Raízen S.A.. A companhia tem como controlada a Raízen Energia.
Como mostrou a Coluna, a oferta deve buscar investidores interessados no tema de sustentabilidade, principalmente ao mostrar ao mercado a presença da companhia no setor de biocombustíveis.
Estrangeiros que já investem nas controladoras da Raízen teriam demonstrado interesse em fazer aportes na oferta, cujo preço das ações deve ser definido em meados deste mês.
"Nós nos consideramos um líder mundial em biocombustíveis e uma referência global em sustentabilidade, na vanguarda de importantes tendências internacionais em transição energética desenvolvendo soluções com baixa emissão de carbono", informa a companhia em seu formulário de referência, que foi atualizado junto com o protocolo da oferta.
Leia Também
No documento, a empresa destaca ainda que é uma das "maiores e pioneiras" empresas integradas de energia renovável do mundo.
Segundo a companhia, sua escala e a presença de seus ativos são vantagens competitivas importantes. A Raízen destaca ainda que mesmo durante a recessão de 2015-2016 no Brasil e a crise da pandemia da covid-19, cenários de forte deterioração da economia das regiões em que atua, entregou resultados resilientes.
Para o futuro, a empresa afirma que quer apostar em frentes como a do etanol de segunda geração (E2G), o biogás e a produção de "pellets" de cana-de-açúcar para a exportação para países como a Alemanha, onde o material substitui o carvão na geração de energia.
O grupo também afirma que busca expandir a geração de energia solar através da chamada geração distribuída, expandir a rede de lojas de conveniência em postos de combustíveis e aumentar o engajamento digital dos clientes.
A Raízen informou ainda que no exercício que se encerrou em 31 de março, teve lucro líquido de R$ 1,547 bilhão, queda de 35,4% em relação ao exercício de 2020. De acordo com a empresa, seus resultados foram influenciados pela queda nas vendas de etanol e gasolina (o chamado ciclo Otto) e combustíveis para aviação ao longo do ano passado, ambas em consequência da pandemia da covid-19.
Ao mesmo tempo, a empresa destaca que houve alta no volume vendido de açúcar em 145% no mesmo intervalo, graças ao início da operação de vendas através de terceiros. O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) chegou a R$ 8,356 bilhões, queda de 7,5% em relação ao ano anterior.
A receita líquida da empresa somou R$ 114,602 bilhões, baixa de 5% no mesmo intervalo. Os exercícios anuais da Raízen se iniciam em 1º de abril e se encerram em 31 de março do ano seguinte por causa dos ciclos de produção da empresa, ligados às safras agrícolas. Por isso, os números apresentados pela empresa se referem ao exercício anual de 2021.
Estudos indicam que quase 14% das empresas abertas no Brasil funcionam sem gerar lucro suficiente para honrar suas dívidas
O que explica esse desempenho é a emissão de ações da companhia, para trocar parte de suas dívidas por participação.
Em entrevista ao Money Times, Daniel Szlak fala sobre aceleração de capex, revisão de política de dividendos e a nova postura da companhia para aquisições
A contratação servirá para dar suporte ao plano aprovado pelo conselho de administração em novembro
Estado americano começa a testar modelo em que a inteligência artificial (IA) participa legalmente da renovação de prescrições médicas
Para o banco, desempenho tímido do setor em 2025 pode se transformar em alta neste ano com ciclo de juros menores
Presidente do TCU afirma que Corte de Contas não tem poder para “desliquidar” banco; veja a quem caberia a decisão
Mudança nos critérios de avaliação do banco sacode as ações do setor: Ânima vira top pick e dispara fora do Ibovespa, Cogna entra na lista de compras, enquanto Yduqs e Afya perdem recomendação e caem na bolsa
Relatório do Bank of America aponta potencial de valorização para os papéis sustentado não só pelos genéricos de semaglutida, mas também por um pipeline amplo e avanço na geração de caixa
João Ricardo Mendes, fundador do antigo Hotel Urbano, recebe novo pedido de prisão preventiva após descumprir medidas judiciais e ser detido em aeroporto
O bilionário avaliou que, mesmo com a ajuda da Nvidia, levaria “vários anos” para que as fabricantes de veículos tornassem os sistemas de direção autônoma mais seguros do que um motorista humano
O patinho feio da mineração pode virar cisne? O movimento do níquel que ninguém esperava e que pode aumentar o valor de mercado da Vale
Segundo relatos reunidos pela ouvidoria do Sebrae, as fraudes mais frequentes envolvem cobranças falsas e contatos enganosos
Empresa de logística aprovou um aumento de capital via conversão de debêntures, em mais um passo no plano de reestruturação após a derrocada pós-IPO
Relatório aponta impacto imediato da geração fraca em 2025, mas projeta alta de 18% nos preços neste ano
Com a abertura do mercado de semaglutida, analistas do Itaú BBA veem o GLP-1 como um divisor de águas para o varejo farmacêutico, com um mercado potencial de até R$ 50 bilhões até 2030 e que pressionar empresas de alimentos, bebidas e varejo alimentar
Companhia fecha acordo de R$ 770 milhões para fornecimento de vagões e impulsiona desempenho de suas ações na B3
Dona da Ambev recompra participação em sete fábricas de embalagens metálicas nos Estados Unidos, reforçando presença e mirando crescimento já no primeiro ano
Empresa teria divulgado números preliminares para analistas, e o fechamento de 2025 ficou aquém do esperado
Após um ano de competição agressiva por participação de mercado, a Shopee inicia 2026 testando seu poder de precificação ao elevar taxas para vendedores individuais, em um movimento que sinaliza o início de uma fase mais cautelosa de monetização no e-commerce brasileiro, ainda distante de uma racionalização ampla do setor