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Os dados preliminares ainda não foram auditados e podem sofrer alteração após um novo cálculo
A MRV (MRVE3) divulgou nesta quarta-feira (16) a prévia operacional dos seus resultados para o quarto trimestre deste ano. Os dados preliminares ainda não foram auditados e podem sofrer alteração após um novo cálculo.
Assim, a empresa alcançou o maior volume de lançamentos em um primeiro trimestre da história da MRV&Co, que inclui MRV, Urba, Luggo e AHS, totalizando R$ 1,7 bilhão no valor geral de vendas (VGV) de 9.996 unidades. Isso representa um aumento de 58% em relação ao mesmo período do ano passado.
O destaque especial vai para a operação do seu braço nos Estados Unidos, a AHS Residencial, que alcançou R$ 1,65 bilhão no valor geral de vendas de propriedades para investimento (PPI) em locação. Isso corresponde a um aumento de 39,5% frente ao último trimestre de 2020 e de 33,2% no comparativo com o primeiro trimestre do mesmo ano.
Se levarmos em conta todo o MRV&Co, as vendas caíram 20,4% em relação ao último trimestre do ano passado, mas tiveram uma leve queda se compararmos com o primeiro trimestre de 2020, de 3,2%. O preço médio por unidade cresceu 5,0% na comparação com os três primeiros meses de 2021.
Já as vendas garantidas, que só são contabilizadas após o efetivo repasse do cliente ao banco financiador, cresceram em ambas as comparações. Em relação ao primeiro trimestre de 2020, foram 34,6 pontos porcentuais e, na passagem de um trimestre para o outro, foram 22,2 pontos percentuais. Isso corresponde a um total de 65% de vendas nessa modalidade.
A MRV&Co também fez o primeiro lançamento da sua marca para média renda, a Sensia Incorporadora. É um empreendimento na cidade de Campinas, com um valor geral de venda estimado em R$ 108 milhões e que conta com 304 unidades.Somente nesse período, correspondeu a 33% das unidades comercializadas em relação ao total de unidades disponíveis para venda (VSO).
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Se levarmos em conta toda a MRV&Co, o primeiro trimestre de 2021 fica no vermelho em comparação com o mesmo período de 2020. Houve uma queda de 9,2%, puxada pelas divisões Luggo, que retraiu 184,7%, e AHS, caindo 99,5%.
A empresa explica que essa queda se deve à inflação dos materiais utilizados na construção civil. Além disso, também pesou o pior desempenho dos repasses nos primeiros meses do trimestre, especialmente em janeiro. A companhia destaca ainda que os repasses já se normalizaram em março.
Por fim, o total de unidades produzidas caiu 6,8% em relação ao trimestre passado, mas registrou alta de 13,7% na comparação com o primeiro trimestre de 2020. O número de unidades concluídas seguiu o mesmo caminho, caindo 1% no período, mas subindo 10,7% na comparação dos primeiros trimestres de 2020 e 2021.
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