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Os dados chegam ao mercado em um momento de fortes críticas à política de preços da companhia e ameaças de desabastecimento

O mercado conhecerá nesta quarta-feira (20), após o encerramento do pregão, a produção da Petrobras (PETR4) no terceiro trimestre. Mas, enquanto o relatório oficial não sai, dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) dão aos investidores uma prévia do que está por vir.
Segundo a ANP, a produção recuou 2,8% no entre julho e setembro deste ano, contra igual período de 2020. A estatal produziu 8,4 milhões de barris de óleo equivalente (boe) no trimestre, ante 8,6 milhões registrados no ano passado.
A queda, contudo, não afeta o apetite dos investidores pela Petrobras hoje. Por volta das 12h35, os papéis PETR3 avançavam 1,70%, a R$ 29,37; as ações PETR4 também subiam 1,71%, a R$ 28,49. Acompanhe a nossa cobertura completa de mercados.
A notícia sobre o recuo na produção trimestral também chega ao mercado em um momento de fortes críticas à política de preços da companhia e ameaças de desabastecimento. A petroleira informou na noite de ontem que não tem capacidade para atender, em sua totalidade, os pedidos por fornecimento de combustível em novembro.
De acordo com a Petrobras, a demanda "atípica" solicitada pelas distribuidoras veio "20% acima da sua capacidade de suprimento no caso do diesel e 10% acima em relação à gasolina". A companhia reforçou, no entanto, que não há motivo para pânico, porque os pedidos adicionais poderão ser atendidos por importadoras do setor.
De volta aos números, ainda segundo os dados da ANP, em setembro a Petrobras produziu 2,739 milhões de boe por dia, contra 2,808 milhões de boe/dia no mês anterior,. Ou seja, houve uma queda de 2,5%. Veja outros destaques do mês:
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O pré-sal contribuiu com 74,10% da produção, atingindo 2,845 milhões de boe/dia, sendo 2,255 milhões de barris diários de petróleo e 93,7 milhões de metros cúbicos diários de gás. O destaque na produção ficou com campo de Tupi, ex-Lula, que registrou 948 mil barris diários em setembro, alta de 2,85% contra o mês anterior.
*Com informações do Estadão Conteúdo
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