O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Aumento de receita, melhora operacional e avanço das vendas online foram alguns dos tópicos levantados por analistas; veja os destaques
A última leva de balanços corporativos mostrou Magazine Luiza (MGLU3), Grupo Soma (SOMA3) e Grupo Mateus (GMAT3) como algumas das grandes estrelas do varejo no primeiro trimestre.
Aumento de receita, melhora operacional e avanço das vendas online — em especial em relação aos pares do segmento — foram alguns dos tópicos levantados por analistas que cobrem as principais companhias do ramo listadas na B3.
No caso do Magazine Luiza, as vendas totais — lojas físicas, e-commerce com estoque próprio (1P) e marketplace (3P) — cresceram 62,8% para R$ 12,5 bilhões, reflexo do aumento de 114,4% no e-commerce e de 3,7% nas lojas físicas.
Segundo a consultoria GFK, o Magalu expandiu sua participação de mercado em 4,7 p.p. quando comparado com os dados do mesmo período do ano passado.
A receita líquida atingiu R$ 8,2 bilhões, crescimento de 58% na comparação anual, em função do crescimento das vendas do e-commerce — impulsionadas pela performance do app, que atingiu 31 milhões de usuários ativos mensais, a evolução do marketplace e o crescimento no segmento de novas categorias.
Do lado das despesas, o percentual das despesas operacionais ajustadas em relação à receita líquida atingiu apenas 20,2%, uma redução anual de 1,8 p. p., demonstrando a capacidade de alavancagem operacional da companhia.
Leia Também
Segundo o Magazine Luiza, o crescimento das vendas e a diluição das despesas operacionais foram fundamentais para a evolução do Ebitda, que atingiu R$ 427 milhões – crescimento de 56% na comparação anual.
Para o analista João Piccioni, da Empiricus, a performance operacional do Magazine Luiza reforça "a resiliência da tese de investimentos na empresa".
Segundo ele, a tese é pautada no fortalecimento do seu ecossistema de varejo que tem sido impulsionada "orgânica e inorganicamente através das diversas aquisições recentes".
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADECONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
A corretora Ativa Investimentos comentou que, no quesito experiência do cliente, vê a companhia melhorando cada vez mais sortimento, logística e funcionalidade da sua plataforma. "De negativo, tivemos a piora da margem bruta e uma piora no giro do estoque".
Segmento profundamente impactado pela pandemia e que passa por uma transformação envolvendo fusões e aquisições, o vestuário teve o Grupo Soma como destaque positivo.
A XP Investimentos destacou em relatório o "forte crescimento da receita e do Ebitda, expansão de margens e lucro positivo". A empresa, que recentemente adquiriu a Hering, teve lucro líquido de R$ 14,9 milhões, revertendo o prejuízo de R$ 4,3 milhões de um ano atrás.
A receita líquida da companhia foi de R$ 356,6 milhões no primeiro trimestre, em uma alta de 20%. O canal digital atingiu um faturamento de R$ 184 milhões, reforçando o papel importante de vendas para o grupo.
"A companhia ainda concluiu a plataforma de integração de estoques entre o grupo e as multimarcas, +Vendas, o que deve contribuir para crescimento de vendas", disse a XP.
Ainda no segmento vestuário, a Lojas Renner sinalizou uma recuperação nas vendas com a reabertura, enquanto a C&A comentou apenas que espera ver uma recuperação gradual a partir de maio.
Renner e C&A sinalizaram um ambiente mais promocional combinado à pressão de custos de matéria prima, o que deve continuar pressionando as margens brutas no curto prazo.
Analistas da XP também lembram em relatório que o Grupo Mateus teve um crescimento de receita "bastante acima dos seus pares, impulsionado pela expansão de lojas".
Na métrica vendas mesmas lojas, a companhia teve um crescimento levemente abaixo do Atacadão (+12,9% A/A) e Assaí (+11,4%) no Mix Atacarejo (+10%), e acima de Carrefour (+8,6%) e GPA (+1,1%) no Varejo (+10,2%).
A receita do Grupo Mateus avançou 39,6% na base anual, para R$ 3,4 bilhões. As vendas mesmas lojas (SSS) cresceram 10%, por conta da expansão de lojas (11 unidades no trimestre e 43 nos últimos 12 meses). "
Importante destacar que esse trimestre não teve auxílio emergencial, um fator que era fonte de preocupação de alguns investidores. Nesse sentido, chama atenção a performance do Eletro Mateus, com vendas mesmas lojas em +29% A/A."
XP, em relatório
A rentabilidade foi afetada com a pressão de margem bruta devido à desaceleração de inflação, mas compensada por uma diluição de despesas operacionais.
Os analistas revelaram por que reduziram as perspectivas no curto prazo — e o que pode destravar valor para SOJA3 lá na frente
Com a Selic prestes a iniciar um ciclo de queda, executivos de gigantes do varejo brasileiro ainda enxergam um consumo pressionado no curto prazo, mas detalham onde veem espaço para crescimento, eficiência e ganho de margem ao longo de 2026
O acionista Hugo Shoiti Fujisawa formalizou uma nova solicitação de assembleia geral extraordinária no Pão de Açúcar. A tentativa anterior, feita em conjunto com Rafael Ferri, foi negada pela varejista na semana passada
Retirada do orelhão acontece porque terminam as concessões do serviço de telefonia fixa das empresas responsáveis pelos aparelhos
Empresa do setor aeronáutico pagou voluntários para testar escorregadores de evacuação usados em emergências, exigidos por normas internacionais de segurança
Entenda por que os analistas mantiveram recomendação de compra para as ações da resseguradora
Decisão dá mais 90 dias de proteção à operadora em um momento delicado, marcado por disputas judiciais com credores e pela retirada das ações da bolsa
Os analistas do banco listaram os fatores que colocam a empresa como principal aposta para o novo ciclo do setor de saúde; veja todas as recomendações
Em um relatório completo sobre o setor, o BTG divulgou suas duas ações preferidas para investir: Prio (PRIO3) e Ultrapar (UGPA3), com impulsionadores claros para a expansão da margem e o aumento da geração de caixa
O montante superou com folga o mínimo previsto na operação, de 4,1 milhões de ações
Apesar de reconhecer o bom desempenho no quarto trimestre de 2025, os analistas avaliam que a construtora ainda “precisa melhorar”
Objetivo é vender partes de negócios que não são o foco da companhia neste momento, permitindo uma redução imediata da dívida líquida
A Ultrapar tem oportunidades de crescimento, tanto de forma orgânica quanto por meio de aquisições. A disciplina na alocação de capital e atuação em setores resilientes (energia, logística e mobilidade) são pontos relevantes para a tese de investimentos
Mudança na legislação nos EUA acelera planos do Walmart, enquanto o iFood já opera entregas aéreas em Aracaju para driblar gargalos logísticos
Entenda como tensões geopolíticas e o ciclo político brasileiro podem redesenhar as oportunidades no setor de petróleo, e por que a PRIO3 é a queridinha agora
Com a troca de CEO, a empresa dá início a um novo ciclo estratégico de expansão
A produção superou em 0,5 ponto porcentual o limite do guidance da estatal, que previa crescimento de até 4%. O volume representa alta de 11% em relação a 2024.
A companhia, que tenta se reestruturar, anunciou no fim do ano passado uma capitalização de R$ 797,3 milhões, voltada ao fortalecimento da estrutra financeira
Recomendação de compra foi mantida, mas com a classificação “alto risco”; banco prevê crescimento mais fraco de vendas e lucro líquido menor neste ano
O banco rebaixou as ações da seguradora de “compra” para “neutra”, alertando que o espaço para novas revisões positivas de lucro ficou mais limitado