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Operação chilena do maior banco brasileiro é vista como trampolim para outros países sul-americanos e também centro-americanos
Quando o Itaú decidiu unir sua operação chilena à do CorpBanca, no início de 2014, a transação foi qualificada como a maior fusão realizada pelo maior banco privado do Brasil fora das fronteiras nacionais.
Numa transação de US$ 3,7 bilhões, o Itaú (ITUB4) assumiu o controle acionário do CorpBanca e ampliou sua presença não apenas no Chile, mas também na Colômbia, onde a instituição financeira chilena encontrava-se bem posicionada.
Tratava-se do primeiro grande passo do banco brasileiro na tentativa de expandir sua presença pela América Latina.
Desde então, de tempos em tempos, o Itaú tem aumentado sua participação no CorpBanca. No ano passado, a participação do bancão brasileiro no capital do Itaú CorpBanca já havia sido elevada de 38,14% para 39,22%.
Hoje, o Itaú anunciou que sua participação na operação chilena será elevada a 53,79%.
Em fato relevante protocolado junto à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), o banco brasileiro não informa os valores envolvidos na operação, mas explica que o aumento de capital ainda não foi finalizado.
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A operação não altera a governança do Itaú CorpBanca, já que o controle da instituição já era exercido pela matriz brasileira.
A expansão das operações internacionais do Itaú figura entre as prioridades da instituição desde 2008, quando ocorreu sua fusão com o Unibanco.
Além do Chile e da Colômbia, o Itaú vê o CorpBanca como um trampolim para expandir sua presença para o Peru e também para países da América Central.
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