O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A Inter Asset lança hoje a Innova, família de fundos de investimento temáticos. O fundo de cannabis da Vitreo estreia o produto
Dizer que o mundo mudou é chover no molhado, mas a expressão resume bem a revolução no mundo dos investimentos. A bolsa de valores e a renda variável explodiram em popularidade; temas como ESG e o setor de tecnologia estão entre os mais discutidos do mercado. E, de olho nessas tendências, o Inter lança hoje sua nova família de fundos.
Batizada de Innova, a novidade dialoga diretamente com os investidores atentos às tendências econômicas locais e globais. Energia limpa, cannabis, robótica — cada fundo da família terá um tema específico, de modo a oferecer novas opções de diversificação de carteira.
"Estamos passando por um processo de grandes transformações sociais, comportamentais e tecnológicas", disse Daniel Castro, CEO da Inter Asset, em conversa com o Seu Dinheiro. "É preciso entender quais são as grandes tendências e qual o impacto delas daqui para frente".
Pense num setor como o de biotecnologia, por exemplo. Há o entendimento de que ele será cada vez mais importante, embora hoje ainda esteja em fase de amadurecimento.
Sendo assim, posicionar-se num fundo que investe em empresas desse segmento é um jeito de estar exposto a uma tendência global ainda em seus passos iniciais — e capturar retornos polpudos, conforme o tema vai ganhando importância.
[A ideia é] permitir que o investidor tenha uma parcela alocada em mercados ou tendências que já estão modificando o status quo
Daniel Castro, CEO da Inter AssetLeia Também
Já nesta quarta-feira (4), os clientes da Inter Asset terão acesso ao fundo Innova Vitreo Cannabis Ativo FIC de FIM, voltado a investidores comuns e com tíquete mínimo de entrada de R$ 100 — a taxa de administração final é de 0,9%.
Trata-se de uma parceria: o fundo da Innova vai aplicar em cotas do fundo Cannabis Ativo da Vitreo, que investe em empresas que atuam na indústria da cannabis — especialmente às voltadas às aplicações medicinais.
Quer algumas ideias de investimento? No "Ações para ficar de olho" desta semana, eu comento sobre alguns papéis e teses de investimento que têm tudo para movimentar o mercado — é só dar play no vídeo abaixo:
Ao longo de agosto, o Inter vai disponibilizar outros produtos da família Innova. O próximo da fila é o Global Megatrend Selecion FIC de FIM, em parceria com a gestora suíça Pictet AM.
O modelo é o mesmo do fundo de cannabis da Vitreo: o fundo da Innova vai investir em cotas do fundo da Pictet focado nas 'megatendências globais' — empresas de setores como biotecnologia, segurança, nutrição e robótica.
São companhias com potencial de crescimento acima da média do mercado, justamente por estarem inseridos em segmentos que tendem a se beneficiar das mudanças de comportamento da sociedade e dos movimentos globais de médio e longo prazo.
Esse fundo, no entanto, será restrito aos investidores qualificados — ou seja, aqueles que possuem pelo menos R$ 1 milhão em aplicações financeiras. Ainda assim, o aporte mínimo exigido pela Inter Asset continuará em R$ 100.
Também previsto para agosto, o Global Environment FIC de FIM é fruto da parceria entre a Innova e a gestora sul-africana Ninety One e tem como foco as companhias inseridas na transição para uma economia de baixo carbono — e, assim como o Megatrend Selection, é restrito aos investidores qualificados.
"Esse será o primeiro grande fundo ESG da casa. A parceria com a Ninety One vai trazer esse fundo com exclusividade para o Brasil", diz Castro.
O Innova Ásia FIM, outro produto com lançamento no curto prazo, oferece exposição aos países do sudeste asiático, como China, Taiwan e Hong Kong, e é aberto a todos os investidores.
A Inter Asset é um braço relativamente novo do conglomerado do Inter: foi constituída em setembro do ano passado, a partir da compra de 70% da DLM Invista — e Castro, um dos sócios-fundadores da DLM, foi alçado ao cargo de CEO da asset.
Entre os produtos oferecidos, há diversas opções de fundos de investimento — passando por ações, renda fixa e multimercados, até os chamados FoF, os fundos de fundos.
O Inter como um todo seguem num processo de expansão bastante acelerado: ganhou quase dois milhões de clientes no segundo trimestre, chegando a uma base de 12 milhões de usuários; cerca de 1,7 milhão — ou 14% do total — fazem investimentos com a instituição.
O balanço do Inter no segundo trimestre de 2021 será divulgado no próximo dia 11; as units (BIDI11) mais que dobraram de valor na B3, fechando o pregão desta terça-feira (3) a R$ 72,13.
Depois de tentar deixar subsidiárias de fora da RJ da holding, pedido foi ampliado a atinge a Fictor Alimentos — movimento que expõe fragilidades operacionais e reacende dúvidas sobre a autonomia da companhia aberta
Caso não exerçam a preferência de compra das novas ações, acionistas devem sofrer diluição relevante na participação acionária no capital social total do BRB.
A queridinha do mercado no segmento de saúde teve um terceiro trimestre espetacular, o melhor desde seu IPO em dezembro de 2020, o que jogou as expectativas para cima
Após cortar payout de dividendos, banco busca alongar dívida híbrida e aliviar pressão sobre os índices até 2027
Companhia elétrica leva distribuição total de 2025 a R$ 1,37 bilhão, equivalente a 55% do lucro ajustado
Durante painel do BTG Summit 2026, os executivos dizem que a nova onda tecnológica não é opcional, e já está redesenhando modelos de negócio e geração de receita
Banco digital encerrou o quarto trimestre de 2025 com um lucro recorde de US$ 895 milhões; veja os destaques
Executivos do banco espanhol prometem recuperar rentabilidade até 2028 e reduzir índice de eficiência para competir com os novos players
Pressão no vestuário e ambiente promocional intenso limitaram o crescimento, mas bancos enxergam ganhos operacionais à frente
Lucro vem abaixo do esperado e receita perde força, mas analistas revelam “trunfo” do balanço; veja o que esperar
Enquanto algumas empresas no estágio de abertura de capital ainda estão queimando caixa para crescer, essa não é a história do PicPay, diz o BB Investimentos, e ROE pode chegar ao nível do de grandes bancos nos próximos anos
Com aval da Justiça, a Oi (OIBR3) busca quitar dívidas fora do plano da RJ, reservando R$ 140 milhões aos credores que aceitarem dar descontos de até 70% para receber antes
Com déficit de capital circulante de R$ 1,2 bilhão e R$ 1,7 bilhão em dívidas vencendo em 2026, varejista recebe ressalva da Deloitte sobre continuidade operacional, enquanto diz renegociar débitos. Grupo divulgou resultados do 4T25 ontem
Transire tem 75% do mercado de fabricação de maquininhas de pagamento e grandes sonhos para os próximos anos: conheça a história da empresa e suas aspirações de abertura de capital
Com 75% do mercado brasileiro e R$ 2 bilhões em receita, a fabricante de maquininha de cartão agora aposta em ecossistema próprio. A companhia está por trás de marcas como Stone, Cielo e outras
Campus JK reunirá três torres corporativas interligadas e seguirá padrões internacionais de eficiência energética
O acordo marca um avanço importante da AMD na disputa direta com a Nvidia pelo domínio do mercado de GPUs voltadas ao boom da IA
Enquanto os bancões brasileiros sobem mais de 20% no ano, o roxinho patina em Wall Street. Às vésperas do 4T25, analistas veem oportunidade onde o mercado vê risco; veja o que esperar
Em audiência no Senado, João Accioly afirma que o problema não foi falta de ação da CVM, já que investigação já mirava o banco antes da crise explodir
Banco eleva recomendação para neutra após reestruturação reduzir dívida, juros e custos de leasing; foco agora é gerar caixa e diminuir alavancagem