O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Trata-se da segunda tentativa de IPO protagonizada pela companhia em 2021
O Hospital Care Caledônia engajou o Citigroup Brasil e o Banco Itaú BBA, juntamente com os respectivos agentes de colocação internacional de ambas instituições, para que avaliem uma nova tentativa de abertura de capital.
Em fato relevante protocolado junto à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a empresa paulista do setor de saúde informou ter requisitado aos bancos a “análise da viabilidade de eventual oportunidade e conveniência de potencial transação”.
Em abril deste ano, a empresa suspendeu uma primeira tentativa de oferta pública de ações (IPO, na sigla em inglês) devido à deterioração das condições dos mercados brasileiro e internacional na época.
Antes da suspensão, a expectativa de analistas era de que o IPO do Hospital Care Caledônia, que receberia o ticker HCAR3, movimentaria pouco mais de R$ 1 bilhão.
A companhia ressalta, porém, que a decisão sobre a abertura de capital ainda não foi tomada e está sujeita, entre outros fatores, à obtenção das autorizações e aprovações necessárias, incluindo societárias, às condições políticas e macroeconômicas favoráveis e ao interesse de investidores, entre outros fatores alheios à vontade da companhia.
O Hospital Care Caledônia aplica um conceito parecido com o de empresas listadas em bolsa como a Hapvida e a Notre Dame Intermédica, combinando hospitais, clínicas e planos de saúde. Segundo a empresa, o modelo potencializa ganhos de eficiência e redução de custos
Leia Também
Criado em 2017, o Hospital Care Caledônia tem sede em Campinas e também opera polos hospitalares em Ribeirão Preto (SP), São José do Rio Preto (SP), Sorocaba (SP), Florianópolis (SC) e Curitiba (PR).
Dona da bolsa brasileira lucra R$ 1,4 bilhão no período, com crescimento em todos os segmentos
Remuneração será igual para ações ordinárias e preferenciais, com pagamento até 31 de agosto de 2026
Banco reconhece que a companhia mantém disciplina de custos e forte execução operacional, mas chama atenção para uma dinâmica perigosa para as ações
Balanço melhor que o esperado traz alívio aos investidores, mas projeções mais fracas para o início de 2026 limitam o otimismo
Com um caminhão de dívidas vencendo em 2025, o Pão de Açúcar (PCAR3) tenta alongar compromissos enquanto cortar custos. Mercado se pergunta se isso será o bastante
A empresa de saneamento possui 37% de participação de mercado no setor privado e tem como sócios a companhia Equipav, Itaúsa e o fundo soberano de Singapura
A agência de crédito elevou o rating da Azul de ‘D’ para ‘B-’, que ainda mantém a empresa em grau especulativo; entenda o que mudou
Depois de tentar deixar subsidiárias de fora da RJ da holding, pedido foi ampliado a atinge a Fictor Alimentos — movimento que expõe fragilidades operacionais e reacende dúvidas sobre a autonomia da companhia aberta
Caso não exerçam a preferência de compra das novas ações, acionistas devem sofrer diluição relevante na participação acionária no capital social total do BRB.
A queridinha do mercado no segmento de saúde teve um terceiro trimestre espetacular, o melhor desde seu IPO em dezembro de 2020, o que jogou as expectativas para cima
Após cortar payout de dividendos, banco busca alongar dívida híbrida e aliviar pressão sobre os índices até 2027
Companhia elétrica leva distribuição total de 2025 a R$ 1,37 bilhão, equivalente a 55% do lucro ajustado
Durante painel do BTG Summit 2026, os executivos dizem que a nova onda tecnológica não é opcional, e já está redesenhando modelos de negócio e geração de receita
Banco digital encerrou o quarto trimestre de 2025 com um lucro recorde de US$ 895 milhões; veja os destaques
Executivos do banco espanhol prometem recuperar rentabilidade até 2028 e reduzir índice de eficiência para competir com os novos players
Pressão no vestuário e ambiente promocional intenso limitaram o crescimento, mas bancos enxergam ganhos operacionais à frente
Lucro vem abaixo do esperado e receita perde força, mas analistas revelam “trunfo” do balanço; veja o que esperar
Enquanto algumas empresas no estágio de abertura de capital ainda estão queimando caixa para crescer, essa não é a história do PicPay, diz o BB Investimentos, e ROE pode chegar ao nível do de grandes bancos nos próximos anos
Com aval da Justiça, a Oi (OIBR3) busca quitar dívidas fora do plano da RJ, reservando R$ 140 milhões aos credores que aceitarem dar descontos de até 70% para receber antes
Com déficit de capital circulante de R$ 1,2 bilhão e R$ 1,7 bilhão em dívidas vencendo em 2026, varejista recebe ressalva da Deloitte sobre continuidade operacional, enquanto diz renegociar débitos. Grupo divulgou resultados do 4T25 ontem