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A operadora de saúde anunciou hoje que dará início a um programa de recompra de papéis com duração de até 18 meses
A Hapvida (HAPV3) até que começou o ano bem, anotando ganhos de cerca de 28% em janeiro, mas, de lá para cá, o apetite dos investidores pela empresa azedou. Os papéis não conseguiram manter o ânimo e já acumulam perdas de 17% neste ano.
Nesse contexto, e buscando formas de maximizar a geração de valor para seus acionistas, a operadora de saúde verticalizada anunciou nesta sexta-feira (15) que dará início a um programa de recompra de ações.
A companhia poderá recomprar até 100 milhões de ações, segundo comunicado enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM). As operações serão realizadas na B3, a bolsa de valores brasileira, a preços de mercado.
Ainda segundo o documento, o programa terá duração de até 18 meses, contados a partir de hoje. Ou seja, o movimento deverá ser encerrado em 15 de abril de 2023.
Vale destacar que, atualmente, a companhia conta com cerca de 1,316 bilhão de ações ordinárias em circulação.
Poucos dias antes do anúncio do programa de recompra de ações, na última quarta-feira (13), a Hapvida também comunicou ao mercado a compra, por meio da subsidiária Ultra Som Serviços Médicos, da Viventi Hospital Asa Sul, em Brasília (DF), por R$ 22 milhões.
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Segundo a operadora de saúde, a Viventi possui contrato de locação pelo período de 30 anos de um hospital localizado em área nobre da Asa Sul de Brasília e é detentora das licenças de operação do hospital.
O hospital terá capacidade para até 114 leitos e contará com centro cirúrgico, serviço de quimioterapia e hemodinâmica, e unidade de diagnóstico.
O balanço da companhia foi aprovado sem ressalvas pela auditoria da KPMG; no entanto, houve o registro de uma “incerteza relevante relacionada com a continuidade operacional da companhia”.
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