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Ações da empresa fonográfica subiam mais de 30% em relação ao preço de estreia, estabelecido em 18,50 euros. O grupo é responsável por nomes como Taylor Swift e Lady Gaga
A gravadora Universal Music Group (UMG) está estreando hoje na bolsa com direito a flashes e tapete vermelho.
Mal havia começado o pregão e os papéis da companhia já eram negociados em alta de 38%, a 25 euros por ação.
Mantendo sob seu guarda-chuva grandes nomes do mundo pop, como Taylor Swift, Drake e Lady Gaga, a Universal despertou o otimismo dos investidores, recolocando a indústria fonográfica sob os holofotes depois de aproximadamente duas décadas de incertezas.
Negociada na bolsa de Amsterdã (Euronext Amsterdã), a alta dos papéis atribui à gravadora um valor de mercado de 45 bilhões de euros, ou US$ 52,75 bilhões.
A Universal é uma das maiores empresas musicais do mundo e domina a indústria fonográfica como parte das “Três Grandes” gravadoras, ao lado do Warner Music Group e da Sony Music.
A companhia mantém negócios em mais de 60 países, e está por trás de vários nomes influentes da música, incluindo Ariana Grande, Queen, Bob Dylan e os Beatles — responsáveis pelo “voto de confiança” por parte dos investidores.
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Os últimos anos foram penosos para grandes gravadoras como a Universal, com a consolidação dos serviços de streamings e a acentuada redução do consumo de música em mídias físicas, principalmente CDs.
A constante mudança na forma de se consumir música impactou diretamente nas vendas dos produtos, o que levou as gravadoras a repensarem suas atuações.
A Universal Music passou a concentrar sua estratégia na presença cada vez maior de seus artistas sob contrato nas plataformas digitais, potencializando o recebimento de royalties com o objetivo de aumentar tanto a receita quanto os lucros da companhia.
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