O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Pandemia e dólar alto continuam afetando demanda da empresa; aérea projeta nova baixa anual na receita no próximo balanço e deposita parte das esperanças em plano de vacinação
A Gol registrou um prejuízo líquido de R$ 2,5 bilhões no primeiro trimestre de 2021 — superando em 10% o resultado negativo do mesmo período do ano passado, quando a empresa teve prejuízo de R$ 2,2 bilhões.
Analistas esperavam que o prejuízo nos três primeiros meses do ano fosse de R$ 823 milhões, segundo dados da Bloomberg. A receita operacional líquida da Gol caiu em 50%, para R$ 1,5 bilhão.
Segundo a empresa, o resultado reflete a redução mais acentuada na demanda no setor aéreo, em decorrência do agravamento da pandemia de covid-19. A doença impactou o número de cancelamentos e não comparecimentos de passageiros.
O prejuízo líquido após participação de minoritários foi de R$ 892 milhões, excluindo variações cambiais e monetárias, despesas líquidas não recorrentes, ganhos relacionados a títulos permutáveis e resultados não realizados de capped calls.
O Ebitda (Lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização) da companhia chegou a R$ 72,1 milhões negativo, sendo que há um ano a cifra era positiva em R$ 1,4 bilhão.
Ainda segundo o balanço da Gol, o número de passageiro-quilômetro transportado pago (RPK) reduziu 44% comparativamente ao mesmo período do ano passado, totalizando 5,6 bilhões. O assento quilômetro ofertado (ASK) diminuiu 44% na base anual.
Leia Também
A Gol diz ter transportado 4,5 milhões de clientes no trimestre, uma redução de 46% em relação ao resultado do início do ano passado.
Segundo a empresa, a receita líquida por assento quilômetro ofertado (RASK) foi de 22,40 centavos (R$), redução de 11,3%. A receita de passageiros líquida por assento quilômetro ofertado (PRASK) foi 20,24 centavos (R$), queda de 14,2% em relação.
A Gol alcançou um total de R$ 1,8 bilhão em liquidez no final do primeiro trimestre, R$ 2,4 bilhões menor comparado ao mesmo período do ano passado.
A companhia registrou um total de empréstimos e financiamentos de R$ 19,0 bilhões (incluindo arrendamentos), um aumento de 8,0% quando comparado com ao final do ano passado.
No primeiro trimestre, a Gol encerrou seu endividamento de curto prazo em um total de R$ 2,3 bilhões, sendo que aproximadamente R$1,2 bilhão correspondem a dívidas de capital de giro com bancos locais.
Ao final do primeiro trimestre, a frota total da Gol era de 127 aeronaves Boeing 737, sendo 119 NGs e oito MAX operacionais.
No mesmo período do ano passado, a companhia contava com 131 aeronaves, sendo sete MAX (não operacionais). A idade média da frota da empresa foi de 11,2 anos.
A Gol não opera aeronaves de grande porte, nem possui aviões financiados via mercado de capitais, EETCs (garantia de financiamento) ou arrendamentos financeiros. Sua frota é 100% composta por aeronaves de médio porte financiadas via arrendamentos operacionais.
No segundo trimestre, a Gol estima operar uma frota média de 63 aeronaves, aproximadamente quarto vezes maior que a frota média operada no mesmo período do ano anterior.
A receita deve ser reduzida em cerca de 35%, comparada com ao mesmo período do ano passado. A Gol espera encerrar o período com R$ 4,2 bilhões em liquidez total e R$ 14,8 bilhões em dívida líquida ajustada.
"A GOL tem observado a correspondente retomada da recuperação das vendas de passagens ao longo das últimas semanas. [...] Esperamos que o programa nacional de imunização impacte positivamente na normalização da demanda por transporte aéreo no Brasil."
Paulo Kakinoff, Diretor-Presidente da Gol
O plano da Raízen poderá envolver uma série de medidas, como uma capitalização pelos seus acionistas e a conversão de parte das dívidas em participação acionária
Receita cresce, margens avançam e varejista ganha participação de mercado em meio a avanços no plano de reestruturação
O banco tinha recomendação de venda para o papel, enquanto a agência de classificação de risco rebaixou a nota de crédito da varejista em moeda local de CCC para C
Itaú BBA e Santander mantêm visão positiva para a empresa, citando o ciclo global de investimentos em redes elétricas, mas apontam riscos e pressões no horizonte mais próximo
Em entrevista ao Seu Dinheiro, Fabio Itikawa diz que empresa entra em 2026 mais eficiente, menos alavancada e pronta para atrair investidores
A companhia é afetada pelos desdobramentos do conflito no Oriente Médio, com custos do combustível e de frete na linha de frente dos impactos
“Hoje, na data do protocolo deste procedimento, a companhia não tem condições de realizar o pagamento sem interromper as suas operações”, disse o Pão de Açúcar
Situação dos rebanhos nos EUA e tarifas da China também afetam o cenário para a carne bovina; JBS, MBRF e Minerva podem sofrer, e, em 2026, o seu churrasco deve ficar ainda mais caro
As diferenças estão na forma como essas negociações acontecem e no grau de participação do Judiciário no processo.
Fintech recebe licença bancária no Reino Unido e lança oficialmente o Revolut Bank UK, acelerando o plano de se tornar uma plataforma financeira global
Varejista entrou em recuperação extrajudicial e suspendeu os pagamentos por 90 dias para tentar reorganizar suas finanças
A maior produtora global de açúcar e etanol de cana já havia dito que estava avaliando a reestruturação da sua dívida e que uma recuperação extrajudicial estava entre as possibilidades
Joint venture de Cosan e Shell busca 90 dias de suspensão de pagamentos enquanto negocia reestruturação com bancos e investidores
A movimentação, que já havia sido antecipada ao mercado no mês passado, traz nomes de peso do setor financeiro para o colegiado
Analistas do Itaú BBA e do Citigroup reforçam a tese positiva para a mineradora após encontro com o CEO e o diretor de RI da companhia
No MRV Day, gestão contou os planos para acabar de vez com o peso da operação nos EUA. O objetivo é concentrar esforços no mercado brasileiro para impulsionar margens e retorno aos acionistas
Analistas dizem que o turnaround funcionou — mas o mercado já parece ter colocado essa melhora na conta; veja a tese
Banco revisa estimativas após resultados do 4º trimestre e mantém recomendação de compra para a fabricante brasileira de aeronaves
Cosan diz que modelo proposto não ataca o nó estrutural da Raízen e defende mudanças mais profundas na companhia de energia e combustíveis
Os objetivos do BRB são reforçar a estrutura de capital, fortalecer os indicadores patrimoniais e ampliar a capacidade de crescimento das operações