O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Construtora e incorporadora projeta um VGV com empreendimentos neste ano entre R$ 1,5 bilhão e R$ 1,7 bilhão
Depois de registrar, em 2020, o melhor ano em termos de lançamentos desde 2016, a Gafisa (GFSA3) espera um desempenho ainda melhor para 2021.
A construtora e incorporadora anunciou na quinta-feira (22) à noite que projeta um Valor Geral de Vendas (VGV) entre R$ 1,5 bilhão e R$ 1,7 bilhão, o dobro do registrado no ano passado.
Após dois anos sem lançamentos, a Gafisa lançou três empreendimentos na capital paulista no terceiro trimestre e mais dois no quarto trimestre, sendo um na capital fluminense e outro em Curitiba.
De fato, o ano passado foi de recuperação para a companhia, após uma sequência de trocas de controle acionário e os efeitos da desaceleração da economia nos últimos anos, que teve consequências particularmente duras nas construtoras e incorporadoras.
"A retomada dos lançamentos em 2020 é consequência direta da estratégia de crescimento da companhia, tanto de maneira orgânica quanto através de M&A [fusões e aquisições], uma vez que 67,5% desses lançamentos são oriundos de ativos adquiridos pela nova gestão via M&A", disse a companhia no comunicado com os dados operacionais do período.
As vendas brutas totalizaram R$ 517 milhões no ano passado, 77% a mais que em 2019.
Leia Também
No quarto trimestre, os lançamentos totalizaram R$ 627 milhões, enquanto as vendas brutas somaram R$ 292 milhões, um aumento de 103% em relação ao terceiro trimestre e de 301,5% em relação ao terceiro trimestre de 2019.
De olho em 2021, a Gafisa constituiu um banco de terrenos (landbank) com 14 terrenos, com VGV potencial de R$ 2,1 bilhões.
Fenômeno com a Carmed e cada vez mais pop nas redes, a farmacêutica viu margens pressionadas, estoques travados e queima de caixa em 2025. Agora, tenta equilibrar crescimento acelerado com disciplina financeira
A varejista teve prejuízo líquido de R$ 55,2 milhões no primeiro trimestre de 2026, revertendo o lucro de R$ 12,8 milhões registrado no mesmo período do ano passado, em meio à pressão da Selic elevada sobre as despesas financeiras
Após um 1T26 pressionado, Ricardo Moura aposta em melhora gradual da rentabilidade — sem abrir mão do conservadorismo
Petroleira pagará R$ 0,34 por ação em juros sobre capital próprio e também informou avanço nas negociações com a Brava Energia
Marcos Cruz será o novo CEO da Tenda a partir de junho de 2027. O executivo comandou a Nitro Química na última década e acumula passagens pela McKinsey e Secretaria Municipal da Fazenda de São Paulo
Mesmo com receita acima do esperado e forte aceleração das vendas, o Mercado Livre registrou queda no lucro líquido e pressão nas margens no primeiro trimestre de 2026
Lucro recorde e avanço no ROE não foram suficientes para segurar as ações nesta sessão; veja o que pressiona os papéis hoje
Ação saltou mais que o triplo do Ibovespa desde o início de 2026, mas os analistas do JP Morgan calculam que o papel ainda tem espaço para subir
Companhia entregou margem recorde, crescimento da receita recorrente e primeiros sinais positivos da aquisição da Linx
Parte do resultado da rede de academias foi impulsionado pelo desempenho do peso-pesado TotalPass Brasil
O executivo é o único brasileiro a comandar as duas maiores empresas de energia do Brasil: Petrobras e Axia, ex-Eletrobras
Balanço do 1T26 veio sólido, mas dúvidas sobre crédito, provisões e consistência da recuperação continuam no radar; veja o que dizem os analistas
Alta de 26,5% nas provisões chama atenção no trimestre, mas Marcelo Noronha muda o foco e revela aposta para o motor da rentabilidade em cenário mais desafiador
Por aqui, o desafio é a competição com outras plataformas de e-commerce, lá fora o objetivo é impulsionar o Mercado Pago; veja as projeções para o balanço do 1T26
Banco entrega lucro recorde, cresce acima do mercado; Santiago Stel revela estar ainda mais confiante com relação à meta ambiciosa para 2027
“A companhia vem em uma trajetória de melhora em todos os indicadores. Então não é só crescer, mas com rentabilidade”, disse o diretor em entrevista ao Seu Dinheiro
Mesmo com menos dias úteis, companhia inicia o ano com lucro líquido ajustado de R$ 36,3 milhões nos três primeiros meses de 2026; veja outros destaques do balanço
A CEO Paula Harraca e o CFO Átila Simões da Cunha disseram ao Seu Dinheiro que o novo marco regulatório impulsionou os resultado, mas a adaptação às novas modalidades pressionou a evasão de alunos no período
Em um cenário pressionado pela inflação, a Moura Dubeux utilizou o modelo de condomínio fechado para se blindar, conta o Diego Villar, CEO da empresa
Lucro cresce pelo nono trimestre seguido e ROE continua a superar o custo de capital; confira os destaques do balanço