O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
No segundo trimestre, banco apurou ganhos de R$ 4,171 bilhões, crescimento de 8% na comparação anual, e acima do esperado pelo mercado
Sergio Rial vai deixar a presidência do Santander Brasil em dezembro, pouco antes de completar seis anos no cargo. E se os resultados recentes o credenciam a sair do posto para ser presidente do conselho de administração, o segundo trimestre de 2021 reforça a tese.
O Santander teve o maior lucro líquido da sua história, com R$ 4,171 bilhões entre abril e junho. O valor é 8% maior que o registrado no mesmo período de 2020, e 5,4% que no primeiro trimestre deste ano.
O número também veio acima da expectativa dos analistas, que esperavam lucro de R$ 3,881 bilhões, segundo o consenso Bloomberg.
A rentabilidade, medida pelo retorno sobre patrimônio líquido anualizado, que historicamente sempre foi motivo de questionamento pelos investidores, teve entre abril e junho o segundo maior patamar da história, segundo o Santander.
Veja cinco ações que podem se valorizar e turbinar sua carteira:
O ROE fechou em 21,6%, pouco abaixo do apurado no segundo trimestre de 2020, de 21,7%, sem contar a provisão extraordinária. Com a provisão, a rentabilidade um ano atrás foi de 11,8%.
Leia Também
A carteira de crédito do Santander cresceu quase 15% em 12 meses, fechando junho em R$ 439,8 bilhões. O destaque ficou com as linhas para pessoa física, com avanço de quase 21% em um ano.
Enquanto o crédito tem clara tendência de crescimento, a inadimplência não parece sair do lugar. Os atrasos superiores a 90 dias representaram 2,2% da carteira no segundo trimestre, ante 2,1% um ano antes, e 2,4% nos três primeiros meses de 2021.
As receitas com prestação de serviços e tarifas, indicador que, segundo analistas, poderia sentir mais os efeitos da concorrência, continuam com avanços firmes no Santander Brasil.
Foram R$ 4,7 bilhões entre abril e junho deste ano, valor 26,8% maior que o atingido pelo banco um ano antes. Destaque para as comissões com cartões, que subiram quase 40% em um ano.
Já a margem financeira bruta parece ter atingido um patamar de estabilidade. Foram R$ 13,4 bilhões no segundo trimestre, valor praticamente igual ao registrado um ano antes. Mas quando contada somente a margem com clientes, houve aumento de 4% em um ano.
Em termos relativos, a margem do Santander no trimestre foi de 10,2%, ante 10,9% no mesmo período de 2020.
A recomendação do BTG é de compra, com preço-alvo de R$ 40. “Do ponto de vista de valuation, a Azzas está sendo negociada a cerca de 7x P/L para 2026, um nível significativamente descontado em relação aos pares do setor”, afirma o banco
Na nova fase anunciada na noite de quarta-feira (12), o Magalu coloca a inteligência artificial no centro da estratégia — e Fred Trajano diz ter resolvido, via WhatsApp da Lu, um problema que nem a OpenAI, dona do ChatGPT, conseguiu
Negócio envolve fundo que detém mais de 23% das ações ordinárias da geradora de energia; veja os detalhes da transação
Agência vê risco de inadimplência restrita após empresa iniciar negociações com credores para prorrogar pagamentos de dívida
O presidente-executivo da companhia aérea Gol (GOLL54), Celso Ferrer, afirmou que alta do petróleo deve ser repassado aos preços das passagens
Companhia distribuirá R$ 177,6 milhões em proventos referentes ao primeiro trimestre de 2026. Saiba quando a remuneração vai pingar na conta
Empresa inicia ciclo focado em inteligência artificial. Intenção é acelerar no e-commerce, mas sem comprar briga por preços
O Magazine Luiza reportou lucro líquido de R$ 131,6 milhões no quarto trimestre de 2025, queda de 55% na comparação anual, pressionado pelo avanço das despesas financeiras em meio aos juros elevados
As maiores reestruturações da história recente ajudam a explicar como o ambiente financeiro mais duro tem afetado até grandes companhias brasileiras
A CSN reiterou seus esforços de melhorar a estrutura de capital e reduzir a alavancagem financeira daqui para a frente, mas esse caminho não será fácil
“A recuperação de sua divisão de mercadorias continua sendo sustentada por melhorias nas estratégias de precificação, maior assertividade nas coleções e gestão de estoques mais eficiente”, destacaram os analistas do Safra
O banco defende que o Mercado Livre ainda é considerado uma boa tese de longo prazo, mas não deve refletir suas qualidades nos preços da ação em 2026
A Casas Bahia finalmente conseguiu virar a página de sua crise financeira, que a levou a pedir recuperação extrajudicial em 2024? A resposta não é tão simples.
Resultado negativo chega a R$ 721 milhões no quarto trimestre, enquanto empresa tenta reorganizar dívidas
O plano da Raízen poderá envolver uma série de medidas, como uma capitalização pelos seus acionistas e a conversão de parte das dívidas em participação acionária
Receita cresce, margens avançam e varejista ganha participação de mercado em meio a avanços no plano de reestruturação
O banco tinha recomendação de venda para o papel, enquanto a agência de classificação de risco rebaixou a nota de crédito da varejista em moeda local de CCC para C
Itaú BBA e Santander mantêm visão positiva para a empresa, citando o ciclo global de investimentos em redes elétricas, mas apontam riscos e pressões no horizonte mais próximo
Em entrevista ao Seu Dinheiro, Fabio Itikawa diz que empresa entra em 2026 mais eficiente, menos alavancada e pronta para atrair investidores
A companhia é afetada pelos desdobramentos do conflito no Oriente Médio, com custos do combustível e de frete na linha de frente dos impactos