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troca indigesta

Conselheiros do Banco do Brasil voltam a criticar a saída de André Brandão da presidência

Bolsonaro promoveu troca na presidência do banco após ficar contrariado com plano de reestruturação apresentado por Brandão

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1 de abril de 2021
8:03 - atualizado às 21:17
André Brandão, presidente do Banco do Brasil
André Brandão, presidente do Banco do Brasil - Imagem: Alan Santos/PR

A forma como foi feita a troca do comando do Banco do Brasil (BBAS3) continua repercutindo negativamente dentro da instituição, com quatro conselheiros independentes criticando a substituição de André Brandão por Fausto Ribeiro, que assume a presidência a partir desta quinta-feira (1º).

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Durante a reunião extraordinária do colegiado, ocorrida na quarta-feira (31), os conselheiros independentes Hélio Lima Magalhães, José Guimarães Monforte, Luiz Serafim Spinola Santos e Paulo Roberto Evangelista de Lima reconheceram a competência do presidente da República em trocar o presidente do banco, mas afirmaram que “existem legislação e interpretações mais avançadas para o tema, cuja aplicação, em não sendo possível no caso concreto, deve, contudo, ser perseguida pelos guardiões das boas práticas de governança corporativa”.

Para eles, o Banco do Brasil é uma instituição bicentenária e não se constrói uma história secular “sem uma governança sólida e muito menos sem a liderança de profissionais experientes, capazes, inovadores, dinâmicos, inspiradores, corajosos e estratégicos”.

Os conselheiros destacaram ainda que a meritocracia é um “valor intrínseco” do banco, refletida nos documentos que tratam da política de indicação e sucessão dos líderes, e que Ribeiro “não percorreu ainda todas as etapas de funções gerenciais” em seus 33 anos de carreira no BB.

Esta é a segunda vez que conselheiros demonstram contrariedade à forma com que o presidente Jair Bolsonaro realizou a troca no comando do banco. Em 2 de março, em outra reunião do conselho, quando a troca não tinha sido anunciada, eles registraram na ata seu apoio à gestão de Brandão.

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A indignação com a forma com que a troca foi promovida foi tamanha que Magalhães e Monforte deixaram o conselho de administração.

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Além dos conselheiros

A indicação do novo presidente do BB também foi criticada por membros do Comitê de Pessoas, Remuneração e Elegibilidade (Corem), que aprovou ontem a indicação de Ribeiro.

Em manifestação em separado de seus votos, os membros do comitê Cibele Castro, Luiz Serafim Spinola Santos e Paulo Roberto Evangelista de Lima alertam que "a atuação deste Comitê, no particular, não deveria ser o de exclusivamente verificar a conformidade do processo, o atendimento aos requisitos legais 'objetivos' e a ausência de vedações, mas também o de apreciar 'requisitos subjetivos'".

E prosseguiram em tom crítico. “Em nossa visão, tendo em conta que o indicado exercerá a função de principal executivo da companhia, cumulativamente à de membro do conselho de administração, caberia ao Corem ir além de uma análise burocrática, de forma a realizar juízo crítico acerca da aderência do perfil do candidato aos cargos para os quais foi indicado.”

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Troca polêmica

André Brandão apresentou seu pedido de renúncia ao cargo de presidente do BB em 18 de março, após meses de atrito com o presidente Bolsonaro. Ele é o segundo executivo a deixar o comando da instituição no atual governo. Para seu lugar, o Ministério da Economia indicou Fausto Ribeiro, então presidente da BB Administradora de Consórcios.

A saída de Brandão era cogitada desde que Bolsonaro expressou descontentamento com o plano de reestruturação do Banco do Brasil – que envolvia a demissão incentivada de mais de 5 mil funcionários, além do fechamento de agências.

Os rumores ganharam força após a demissão do presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, por insatisfação de Bolsonaro com a política de preços da estatal. À época ações do Banco do Brasil caíram, arrastadas pela petroleira.

* Com informações da Estadão Conteúdo

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