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Empresa vai vender sua unidade de químicos para empresa tailandesa, e mercado enxerga espaço para compra de uma refinaria da Petrobras
A Ultrapar (UPGA3), que recentemente viu suas ações desabarem após divulgar o balanço do segundo trimestre, por fim fechou acordo para venda de 100% da Oxiteno, sua empresa de químicos especiais, para o grupo tailândes Indorama Venture.
A operação foi negociada em US$ 1,3 bilhão, dos quais US$ 1,150 bilhão serão pagos no fechamento da transação e a quantia restante, US$ 150 milhões, será paga no segundo aniversário após o fechamento.
Venda
Em documento, a Ultrapar afirmou que a Indorama e Oxiteno possuem sinergias nos negócios de óxidos integrados e derivados, especificamente no portfólio downstream de tensoativos.
A Oxiteno opera na produção de tensoativos, está presente em oito países das Américas, Europa e Ásia e conta com 11 unidades industriais no Brasil, Estados Unidos, México e Uruguai, além de dois centros globais de P&D, três laboratórios de P&D e oito escritórios comerciais na Argentina, Bélgica, China e Colômbia.
Já a Indorama Venture, é uma empresa pública listada na bolsa da Tailândia que atua na produção de petroquímicos, com presença de fabricação global na Europa, África, Américas e Ásia-Pacífico. O portfólio da companhia inclui PET combinado, óxidos e derivados integrados e fibras.
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De acordo com comunicado, a compra da Oxiteno, além de marcar a estreia da Indorama na América Latina, proporciona à empresa acesso a plataformas em mercados finais, tecnologias atraentes e forte capacidade de inovação.
A venda foi acertada por um múltiplo equivalente a 10,8 vezes o Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) anual médio da Oxiteno dos últimos cinco anos, informaram as companhias.
Até o fechamento da transação, sujeita a aprovação pelas autoridades brasileiras e americanas, a Oxiteno manterá normalmente e de maneira independente o curso dos seus negócios.
Veja no vídeo uma ação que pode trazer bons retornos para sua carteira:
Ultrapar
A operação conclui a estratégia do grupo de revisão de portfólios e ativos, que inclui a venda de 50% da sua participação na ConectCar e da rede de farmácias Extrafarma.
“Essa transação conclui uma etapa importante no processo de reorientação estratégica de nossos investimentos, permitindo que o Grupo se concentre no fortalecimento contínuo de seus negócios principais, com um portfólio mais complementar e sinérgico nos setores em que temos conhecimento e vantagens competitivas”, afirma Frederico Curado, diretor-presidente do Grupo Ultra.
Com a venda, a empresa ficou focada na rede de postos de combustíveis Ipiranga, na rede de distribuição de gás GLP Ultragaz, e na companhia de armazenamento de granéis líquidos Ultracargo.
O que dizem os analistas
Para a Ativa Investimentos, o acordo pode ser positivo e ter um reflexo nas negociações do papel UGPA3 nesta segunda-feira (16).
Por volta das 13 horas, as ações eram negociadas a R$ 15,72, com alta de 0,77%.
Além disso, segundo a Ativa, “a operação é ligada a nova política de alocação de recursos da Ultrapar, que busca se tornar uma companhia completa de óleo e gás”.
Para o BTG Pactual, o valor da venda da Oxiteno ficou dentro do esperado, e agora, a empresa pode realmente se concentrar na atividade de refino e distribuição de combustíveis. Um dos focos, segundo os analistas, deve ser a aquisição da Refap, refinaria que hoje pertence à Petrobras, localizada no Rio Grande do Sul.
Mesmo assim, o BTG enxerga um cenário difícil para que a Ultrapar consiga retomar os bons resultados. Por isso, mantém a recomendação Neutra, com preço-alvo de R$ 21, potencial de alta de quase 35%.
Quando a companhia decide cancelar as ações em tesouraria, o acionista acaba, proporcionalmente, com uma fatia maior da empresa, uma vez que parte dos papéis não existe mais
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