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Ideia é consolidar a plataforma como um grande marketplace de produtos financeiros, e para isso, apostas vão de educação financeira até uma liga de carteiras
Quem gosta e acompanha futebol certamente já ouviu falar do Cartola, pra dizer o mínimo. Os mais aficionados colocam até mesmo alertas no celular para não esquecer de revisar seus times antes da rodada do Campeonato Brasileiro começar.
Para quem ainda não conhece, o Cartola é um jogo em estilo “fantasy league”, muito comum entre os que gostam de esportes nos Estados Unidos. O usuário escala 11 jogadores reais, que vão jogar a rodada do campeonato, e escolhem um técnico. E ganha pontos e dinheiro do jogo de acordo com o desempenho dos escolhidos na rodada.
Imagine algo parecido, mas com ativos do mercado financeiro. Você monta seu “time” com ações brasileiras e norte-americanas, fundos imobiliários e fundos de índice.
É exatamente o que acontece na plataforma TradeMap. Espécie de subsidiária da Valemobi, empresa que oferece soluções tecnológicas para agentes do mercado financeiro, a empresa quer ajudar a popularizar os produtos de investimento, especialmente em renda variável.
E segundo Gustavo Reis, sócio-diretor da Valemobi e diretor responsável pela TradeMap, popularizar quer dizer multiplicar por 10 o número atual de investidores em Bolsa.

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Em seu boletim operacional de junho, a B3 informa ter superado os 3,7 milhões de CPFs ativos para negociar em Bolsa. Segundo Reis, a TradeMap tem 80% deste número em cadastros.
“O nosso trabalho tem como objetivo principal ajudar que esta marca chegue a 30 milhões. Nós queremos disseminar informação, conhecimento, para que as pessoas deixem para trás essa imagem de que negociar em Bolsa não é para elas”.
Gustavo Reis, sócio responsável pela TradeMap
Para isso, a TradeMap aposta principalmente em educação financeira, inclusive com cursos grátis em parceria com as corretoras, e em ferramentas como a Liga de Carteiras, em que o usuário pode montar uma carteira de investimentos sem aplicar um real sequer.
É claro que para conseguir cumprir essa missão de popularização da Bolsa, a TradeMap precisa gerar receitas e lucrar. Para isso, o principal instrumento é o marketplace, segundo explica Gustavo Reis.
“Hoje, temos na plataforma 8 casas de análise, inclusive a Empiricus, 18 corretoras com atuação no Brasil e nos Estados Unidos, incluindo as especializadas em criptomoedas, e cerca de 40 influenciadores digitais que vendem seus produtos pelo nosso marketplace”, conta o executivo.
Todos eles pagam uma taxa por cada conteúdo vendido pela plataforma. A abertura de conta em uma corretora também gera receita para a TradeMap. “É a nossa maior fonte de recursos no momento”, conta Reis.
E nesse indicador de abertura de contas, os cursos são um grande chamariz. Foram cerca de 30 mil depois de conteúdos que tratavam, por exemplo, da melhor opção entre investir em BDRs ou diretamente em ações americanas, e de criptomoedas.
E isso é possível porque a TradeMap opta por oferecer muitos recursos gratuitamente para os investidores. Além de cursos, o usuário pode acompanhar as cotações em tempo real, inclusive Ibovespa, ações americanas e dólar, além de notícias de vários veículos de imprensa.
A plataforma oferece ainda planos de assinatura, que vão de R$ 10 a R$ 350 por mês, de acordo com o perfil do investidor. "Algumas corretoras pagam a assinatura para o cliente, também dependendo do nível de relação", explica Reis.
Atualmente, segundo o sócio da Valemobi, a TradeMap tem 400 mil usuários que acessam diariamente a plataforma, com uma média aproximada de 4 milhões de visitas diárias.
Mas existe uma base que acessa a plataforma, que ele chama de “pré-investidores”. “São 600 mil usuários engajados que usam a TradeMap, mas não têm carteira de investimentos. E esse número está em crescimento”, conta Reis.
O crescimento não fica só no número de usuários da plataforma. Quando a TradeMap iniciou suas operações, em 2018, a Valemobi tinha 80 colaboradores. Hoje, a empresa tem 260 funcionários, dos quais 150 concentrados na TradeMap. A projeção é que a Valemobi chegue ao fim do ano com 350 colaboradores.
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