O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Depois da Evergrande e da Fantasia Holdings, agora é a vez de a Modern Land perder o prazo original de um pagamento de títulos de sua dívida
Primeiro aconteceu com a Evergrande. O sinal de alerta acendeu. Depois veio o calote da Fantasia Holdings. O alarme soou. Agora foi a vez de a Modern Land, outra megaincorporadora chinesa, perder o prazo do pagamento de um título de sua dívida a credores.
A notícia de que a Modern Land não cumpriu hoje com suas obrigações financeiras reacendeu os temores de um possível efeito dominó na crise atravessada pelo setor imobiliário chinês.
A perda do prazo também fez que com as ações do setor fossem castigadas na sessão de hoje na bolsa de valores de Hong Kong, onde são listadas as grandes incorporadoras imobiliárias da China continental.
Diante da crise de liquidez, autoridades chinesas mantêm contato com representantes das incorporadoras mais endividadas em uma tentativa de mensurar a real capacidade de pagamento dessas empresas.
Aliás, você pode ler essa notícia de forma rápida pelo nosso Instagram. Lá explicamos a atual situação da China, um país cujos resultados podem trazer certa ansiedade aos mercados globais.
Confira abaixo e aproveite para nos seguir no Instagram (basta clicar aqui). Lá entregamos aos leitores análises de investimentos, notícias relevantes para o seu patrimônio, oportunidades de compra na bolsa, insights sobre carreira e empreendedorismo e muito mais.
Leia Também
Voltando à matéria, no fim da semana passada, a Evergrande quitou um débito de US$ 83,5 milhões no último minuto do período de carência, evitando assim a declaração formal calote.
Hoje, a Modern Land comunicou ao mercado que não havia pago o principal nem os juros sobre suas notas sêniores de 12,85%, que venceram ontem, devido a “problemas inesperados de liquidez”.
As incorporadoras estão ficando inadimplentes “uma depois da outra”, disse um investidor exposto aos títulos à agência de notícias Reuters.
A crise liquidez foi desencadeada por medidas adotadas pelo governo chinês para deter o avanço da especulação imobiliária, que vinha levando a um aumento considerável tanto os preços dos imóveis quanto no dos aluguéis.
Os primeiros sinais explícitos da crise setorial vieram à tona no início de setembro, com a Evergrande, atualmente famosa como a incorporadora mais endividada do mundo, com mais de US$ 300 bilhões em dívidas.
Mas como se trata de um aperto regulatório sobre um setor inteiro, a expectativa é de que outras grandes empresas chinesas sejam impactadas em maior ou menor medida.
Enquanto as dívidas com credores locais têm sido negociadas com mais facilidade, as incorporadoras têm enfrentado dificuldades ao tratar com investidores estrangeiros.
As autoridades chinesas qualificam a crise como “controlável”.
Mesmo sem a Estátua da Liberdade, abertura da nova unidade está prevista para o começo de maio
Banco revisa projeções, cita forte geração de caixa e vê espaço para novos pagamentos ao acionista, mas mantém cautela com o papel
Banco amplia ofensiva no esporte e assume o lugar da Allianz como detentor do naming rights do estádio. O resultado da votação será divulgado em 4 de maio
Oferta será 100% primária, com recursos destinados à redução de dívida, reforço de caixa e investimentos operacionais; operação também prevê aumento do free float e da liquidez das ações na bolsa
A empresa informou que a aliança abre “um ciclo de crescimento” e cria receitas recorrentes de gestão de ativos e fundos
A empresa vem passando por um momento de reestruturação, decorrente de uma pressão financeira que levou a companhia de tratamentos oncológicos a recalcular a rota e buscar retomar o seu core business
Companhia promete “tomada de decisão cada vez mais eficaz” enquanto enfrenta pressão de acionistas por melhoria na governança
A Panobianco possui 400 academias pelo país e está crescendo de maneira acelerada com uma parceria com o Wellhub
Estatal cita guerra no Oriente Médio e pressão de órgãos reguladores ao anunciar correção nos valores do GLP; entenda o imbróglio
Mudança segue o rodízio entre os grandes bancos privados e mantém o comando da entidade nas mãos do Itaú até 2029
Em 2025, a empresa investiu R$ 15,2 bilhões. Já para 2026, os planos são mais ambiciosos, de R$ 20 bilhões em capex
Em uma apresentação institucional, o Digimais afirma ser um banco focado em crédito com forte ênfase em financiamento de automóveis
O tombo a R$ 604,9 bilhões em valor de mercado veio na primeira hora do pregão desta quarta-feira (8), o quarto maior da história da companhia
Mudanças no cenário global levaram analistas a revisar suas avaliações sobre a varejista; entenda o que está em jogo
No entanto, a decisão sobre qual seria a medida de proteção — uma recuperação judicial ou extrajudicial — ainda não foi tomada, e estão sendo avaliadas diversas iniciativas diferentes, disse a Oncoclínicas
Essa não é sua primeira tentativa de se recuperar. Em 2023, a empresa encerrou um processo de recuperação judicial que durou quase dez anos, após uma crise desencadeada pela Operação Lava Jato
Embora ainda pequena, operação de telefonia do Nubank começa a aparecer nos números e levanta dúvidas sobre o impacto de novos entrantes no longo prazo. Veja o que esperar
Após críticas à estrutura do acordo com a Direcional, companhia elimina minoritários e tenta destravar valor no Minha Casa, Minha Vida
Os CEOs das gigantes brasileiras de proteína participaram nesta terça-feira (7) de evento promovido pelo Bradesco BBI e fizeram um raio-x do setor
Banco rebaixou ação para neutra e cortou preço-alvo tanto das ações quanto dos ADRs; Suzano figurou entre as maiores quedas do Ibovespa nesta terça-feira (7)